12/08/2015

O Google início as vendas do novo tablet Pixel C



O Google início as vendas do novo tablet Pixel C em 14 países, que não inclui o Brasil. Com tela de 10,2 polegadas, o dispositivo é integrado com um processador NVIDIA de 64-bit e roda o sistema operacional Android Marshmallow. Conta ainda com câmeras de 8 MP (traseira) e 2 MP (frontal), 3 GB de RAM e armazenamento interno em opções de 32 GB e 64 GB. Nos EUA, o tablet é vendido por a partir de US$ 499 (cerca de R$ 1.897). O teclado é comprado a parte por um valor de US$ 149 (R$ 566).

Fonte: UOL

Governo vai colocar larvicida em água distribuída em carro-pipa no Nordeste




Diante do surto de microcefalia e de sua relação com o vírus zika, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, o governo federal decidiu usar larvicida na água distribuída em carros-pipa no Nordeste, região que concentra maior número de casos suspeitos e enfrenta forte seca.



"As pessoas acumulam água em vasilhames para utilizar e esses vasilhames estão sendo o principal criatório dos mosquitos. Vamos colocar o larvicida na água transportada nos carros-pipa, para quando a agua for distribuída ela já estar preparada para destruir as larvas", afirmou o ministro Marcelo Castro (Saúde) em coletiva de imprensa, nesta terça-feira (8).


Fonte: UOL

Juritianha FC

Fonte: Djalma Oliveira

Matemática - Cocal dos Alves


HIV HOJE (com Dráuzio Varella)

Pastor sugere apedrejar gays até a morte para acabar com a Aids



Pastor sugere apedrejar gays até a morte para acabar com a Aids
Na semana em que o planeta celebra o dia Mundial de Combate à AIDS, a gente se depara com uma das mais imbecis declarações que um ser-humano (para ser educado) pode fazer.
Um pastor americano chamado Steven Anderson, não tinha nada de bom pra fazer e resolveu dar uma “receita” para acabar com a Aids até o natal: apedrejar os homossexuais até a morte.

religioso da Igreja Batista da Palavra de Fé da cidade de Tempe, no Arizona, citou o Leviticus 20:13 da Bíblia para justificar sua homofobia. “Vire-se para o Levítico 20:13 porque eu, na verdade, descobri a cura para a aids. Poderíamos ter um mundo livre da aids até o natal, se seguirmos isto”, vociferou.

“Se um homem se deitar com outro homem, como se deita com uma mulher, ambos praticaram uma coisa abominável: ‘eles devem ser condenados à morte. Será o seu sangue sobre eles”, acrescentou.

“E isso, meu amigo, é a cura para a aids. Estava ali mesmo na Bíblia o tempo todo … e eles estão gastando bilhões de dólares em pesquisa e testes. É curável, bem ali. Porque se você executasse os viados como Deus recomenda, você não teria a aids correndo solta por aí”, disse.
Dá pra acreditar?

Fonte: Nelson Sheep

Casos suspeitos de microcefalia chegam a 1.761 e atingem 422 municípios


Os casos de bebês com suspeita de microcefalia (má-formação do cérebro) continuam aumentando no Brasil e chegam a 1.761 em 422 municípios de 13 Estados e no Distrito Federal, segundo um novo balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, nesta terça-feira (8), em Brasília. No balanço foram constatados 19 óbitos de bebês com microcefalia em oito Estados.
O total de casos mostra um crescimento de 41% dos casos comparado ao último balanço, quando foram registrados 1.248 bebês com suspeita de microcefalia no país.
Os casos do balanço divulgado hoje foram contabilizados até 5 de dezembro e ainda são considerados suspeitos porque são necessários exames de imagens do cérebro das crianças para confirmar a má-formação. No balanço, entram todas as crianças nascidas com cabeça com perímetro menor do que o considerado normal, o que é um indício da doença.



O governo confirmou pela primeira vez a relação entre o zika vírus e a microcefalia depois do resultado positivo de um exame de um bebê cearense com microcefalia feito pelo Instituto Evandro Chagas, do Pará, cuja mãe foi infectada pelo vírus. Desde que foi confirmada essa relação com o zika --transmitido pelo mosquito Aedes aegypti-- os casos de microcefalia passaram a ser de notificação compulsória no país.
A partir desta terça-feira (8), todos os casos notificados de microcefalia levarão em conta o novo protocolo do ministério, que aponta que a suspeita de microcefalia será dada a bebês que nasçam com a circunferência craniana igual ou menor do que 32 centímetros. Antes, já tinha a suspeita de microcefalia quando crianças nasciam com o crânio igual ou inferior a 33 centímetros.

Novos critérios

Apesar do novo protocolo, crianças que nasçam com crânio com pelo menos 33 centímetros serão acompanhadas, embora com chances mínimas de ter microcefalia, segundo Claudio Maierovitch, diretor do departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde.



"Essa diferença de um centímetro leva a um grande número de notificação de crianças que estão no limite da curva de normalidade. As crianças nessa faixa continuarão sendo acompanhadas, mas a probabilidade de ter microcefalia é baixíssima", disse Maierovitch.
O governo federal mudou os critérios para a definição de casos de microcefalia na semana passada. A decisão, começou a valer na quinta (3), em Pernambuco, Estado com o maior número de casos, e esperava-se que seria estendido para todo o território nacional. Na prática, menos pacientes serão considerados como casos "suspeitos". Segundo o ministério, a mudança teve como base o padrão determinado pela OMS (Organização Mundial da Saúde).
Segundo Maierovitch, o novo protocolo estabelece também critérios para óbito fetal e abortamento por suspeita do vírus zika.
"É esperado que cerca de duas semanas seja um tempo suficiente para classificação dos casos a partir dos exames", afirmou Maierovitch.

Pernambuco continua com mais casos


O Estado de Pernambuco continua tendo o maior número de casos (804, mas sem casos de morte), seguido da Paraíba (316 com uma morte); Bahia (180 casos com duas mortes); Rio Grande do Norte (106 casos e sete mortes); Sergipe (96 casos e quatro mortes); Alagoas (81 casos); Ceará (40 casos e uma morte); Maranhão (37 casos e uma morte); Piauí (36 casos e uma morte); Tocantins (29 casos); Rio de Janeiro (23 casos e duas mortes); Mato Grosso do Sul (nove casos); Goiás (três casos) e Distrito Federal (um caso).

Protocolo de emergência



O Ministério da Saúde lançou nesta terça (8) um protocolo emergencial de vigilância e resposta aos casos de microcefalia relacionados ao vírus zika. O objetivo, segundo a pasta, é passar informações, orientações técnicas e diretrizes para profissionais de saúde e equipes de vigilância.
O documento contém a definição de casos suspeitos de microcefalia durante a gestação, o parto ou após o nascimento. Também traz critérios para a exclusão de casos suspeitos e apresenta um sistema de notificação e investigação laboratorial.

Há ainda orientações sobre como deve ser feita a investigação epidemiológica de casos suspeitos e sobre o monitoramento e análise dos dados. 



O protocolo também traz informações sobre o reforço do combate ao Aedes aegypti.
(Com informações da Agência Brasil)
Fonte: UOL NOTÍCIAS

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