12/13/2015

Confira, na íntegra, o esclarecimento do Ministério da Saúde:




O Ministério da Saúde esclarece que todas as vacinas ofertadas pelo Programa Nacional de Imuização (PNI) são seguras e não há nenhuma evidência na literatura nacional e internacional de que possam causar microcefalia. O PNI é responsável pelo repasse, aos estados, dos imunobiológicos que fazem parte dos calendários de vacinação. Uma das ferramentas essenciais para o sucesso dos programas de imunização
é a avaliação da qualidade dos imunobiológicos. O controle de qualidade das vacinas é realizado pelo laboratório produtor obedecendo a critérios padronizados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Após aprovação em testes de controle do laboratório produtor, cada lote de vacina é submetido à análise no Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) do Ministério da Saúde. Desde 1983, os lotes por amostragem de imunobiológicos adquiridos pelos programas oficiais de imunização vêm sendo analisados, garantindo sua segurança, potência e estabilidade, antes de serem utilizados na população.

É importante lembrar que, independente de todas essas precauções, assim como os medicamentos, nenhuma vacina está livre totalmente de provocar eventos adversos, porém os riscos de complicações graves causadas pelas vacinas são muito menores do que os das doenças contra as quais elas protegem. No Brasil, eventos adversos associados à vacinação são acompanhados através do Sistema de Vigilância de Eventos Adversos Pós-Vacinação/SIAPV, que tem como objetivo avaliar de forma continuada a relação de risco-beneficio quanto ao uso dos imunobiológicos, bem como permitir o acompanhamento da situação das notificações/investigações, em tempo real, nas três esferas de governo. Destaca-se que não há relatado nesse sistema de notificação sobre microcefalia relacionada à vacinação, bem como não existe, até o momento, na literatura médica nacional e internacional, evidências sobre a associação do uso de vacinas com a microcefalia.

Fonte: extra.globo.com



Ministério da Saúde desmente boato de que vacina contra rubéola é causa de microcefalia


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Mulheres grávidas não devem ser vacinadas contra rubéola Agência Estado

Boatos de que os atuais casos de microcefalia foram causados por um lote vencido de vacinas contra rubéola foram desmentidos pelo Ministério da Saúde. Os especialistas fazem questão de ressaltar que a relação entre a vacina e a microcefalia é totalmente infundada.

O ministério, em nota oficial, "esclarece que todas as vacinas ofertadas pelo Programa Nacional de Imuização (PNI) são seguras e não há nenhuma evidência na literatura nacional e internacional de que possam causar microcefalia. "

É consenso entre infectologistas que a vacina contra rubéola não é indicada para mulheres grávidas. Tal vacinação só ocorre aos 15 meses ou em alguns períodos específicos, mas antes da gravidez, e não durante.

Outro ponto é que, por ser uma vacina composta de um vírus vivo, se ela estiver vencida, o vírus estará sem efetividade e não seria causa de microcefalia.



No informe, para garantir que não há risco também de que haveria lote de vacinas vencidas, o ministério destaca que o "controle de qualidade das vacinas é realizado pelo laboratório produtor obedecendo a critérios padronizados pela Organização Mundial de Saúde (OMS)."

"Após aprovação em testes de controle do laboratório produtor, cada lote de vacina é submetido à análise no Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) do Ministério da Saúde." 
Fonte: R7




12/11/2015

140 alunos de Cocal recebem o diploma do Proerd




Nesta sexta-feira (11), 140 alunos do 5º ano da Unidade Escolar Domingos Alves receberam o diploma de conclusão do Programa Educacional de Resistência às Drogas (PROERD), em Cocal. A cerimônia ocorreu no auditório da Secretaria Municipal de Educação (SEMED). A realização do Programa é uma parceria da Prefeitura de Cocal, através da SEMED, com a Polícia Militar do Piauí (PM-PI).




Durante a solenidade, as redações premiadas produzidas pelos alunos foram lidas no palco. Após o juramento do Programa feito pelos alunos, o prefeito Rubens Vieira recebeu o certificado “Amigo do Proerd”, encerrando a programação com a música e dança do mascote do Proerd.



“Gostei muito do Proerd, achei as aulas muito interessantes. O Programa incentiva que crianças e adolescentes digam não às drogas, já que, no mundo de hoje, o que mais vemos são os jovens viciados. Muitos deles deixam as oportunidades para cair nesse mundo, que não leva a nada. Sem falar que o viciado sofre e faz a sua família sofrer”, diz o aluno Douglas Pereira, do 5º ano b, que ficou em 1º lugar no concurso de redações do Programa.
A segunda posição ficou com o aluno Erick Douglas Carvalho dos Santos, também do 5º ano b. A aluna Daniele Sousa dos Santos, estudante do 5º ano D, ficou em 3º lugar.
“Estamos muito felizes que os alunos participaram desse curso com todo o afinco. Estão conscientes dos riscos e puderam aprender mais valores pras suas vidas. O próximo passo é que todos os alunos de Cocal tenham a oportunidade de participar desse Programa tão valoroso”, declara Rubens Vieira, prefeito de Cocal.



Além da presença do prefeito Rubens Vieira, o evento também contou com a participação da secretária de Educação, Raimunda Albuquerque; da coordenadora estadual do Proerd, Elizete Lima; do policial militar e professor do programa, Sérgio Ronald; além de lideranças políticas, militares, professores e pais de alunos.

Fonte: ASCOM | PMC

Colombo e mais 15 governadores assinam carta contra o impeachment de Dilma Rousseff

Colombo se posicionou contra o impeachment
Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS

Depois de evitar comentar o processo do impeachmentevitar comentar o processo de "impeachement" contraDilma Rousseff (PT), em entrevista na manhã desta terça-feira, o governador catarinense Raimundo Colombo (PSD) tomou posição nesta tarde e assinou uma carta de apoio à presidente e contra a ação que tenta tirá-la do Palácio do Planalto. Outros 15 governadores também assinaram o documento.

Câmera elege chapa de oposição com quatro catarinenses para comissão do "impeachement".

Chamada de Carta pela Legalidade, o texto diz que "o processo de impeachment (...) carece desta fundamentação. Não está configurado qualquer ato da presidente da República que possa ser tipificado como crime de responsabilidade".

Confira a íntegra da carta:
Os governadores estaduais vêm, por meio desta nota, manifestar-se contrariamente ao acolhimento do pedido de abertura de processo de impeachment contra a presidente da República.

A história brasileira ressente-se das diversas rupturas autoritárias e golpes de estado que impediram a consolidação da nossa democracia de forma mais duradoura. Tanto é assim que este é o período mais longo de normalidade institucional de nossa história, conquistado após a luta de amplos setores da sociedade. Nesse sentido, é dever de todos zelar pelo respeito à Constituição e ao Estado Democrático de Direito.
Entendemos que o mecanismo de impeachment, previsto no nosso ordenamento jurídico, é um recurso de extrema gravidade que só deve ser empregado quando houver comprovação clara e inquestionável de atos praticados dolosamente pelo chefe de governo que atentem contra a Constituição.
O processo de impeachment, aberto na última quarta-feira, 02/12, carece desta fundamentação. Não está configurado qualquer ato da presidente da República que possa ser tipificado como crime de responsabilidade.
Compreendemos as dificuldades pelas quais o país atravessa e lutamos para superá-las. Todavia, acreditamos que as saídas para a crise não podem passar ao largo das nossas instituições e do respeito à legalidade. Por isso, ciosos do nosso papel institucional, conclamamos o país ao diálogo e à construção conjunta de alternativas para que o Brasil possa retomar o crescimento econômico com distribuição de renda.
Assinaram a carta os governadores de Santa Catarina, Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Roraima, Sergipe e do Distrito Federal. Eles participaram de uma uma reunião com a presidente para tratar do "impeachement" antes de um encontro que reuniu todos os governadores estaduais e debateu o enfrentamento do zika vírus. Colombo não falou com a imprensa na saída do Planalto.



Fonte: dc.clicrbs.com.br

12/10/2015

Um pouco de língua não faz mal a ninguém!

TVE

Pelo fato de os pronomes retos exercerem a função de sujeito, em frases onde há a presença do verbo, deve-se utilizar os pronomes retos. Onde não há a presença do verbo, utiliza-se os pronomes oblíquos. Por exemplo:
Esse dinheiro é para eu gastar → o pronome eu (pronome reto) é o sujeito do verbo gastar, portanto, é errada a construção: "Esse dinheiro é para mim gastar", pois o mim (pronome oblíquo) jamais será sujeito, e sim complemento (lembre-se de que é a função sintática que separa os pronomes retos dos oblíquos);
Esse dinheiro é para mim → nesse caso, o mim exerce a função que é própria dos pronomes oblíquos (de complemento do verbo), portanto, essa construção está correta.
Como regra, deve-se observar se há a presença de verbo acompanhando o pronome (o que exigiria que esse pronome fosse o sujeito desse verbo). Se o pronome em questão precisa ser o sujeito, então este será um pronome reto, se não houver verbo, o pronome assumirá a forma oblíqua.

Na língua falada, é muito comum o uso dos pronomes retos ele e ela na função de objeto, como por exemplo, quando se diz: Vi ele passar, Deixei ela pra trás, enquanto o correto seria o uso das formas oblíquas o, a, os, as (Vi-o passar; Deixei-a para trás)

TSE garante votação eletrônica nas eleições de 2016




O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou hoje (10) que as eleições municipais do ano que vem serão feitas com urnas eletrônicas. Segundo o tribunal, após o Congresso aprovar o projeto de lei que mudou a meta fiscal de 2015, o Ministério do Planejamento fez uma nova estimativa de receitas que garantem a votação por meio eletrônico. Com a nova meta, a Justiça Eleitoral terá R$ 267 milhões garantidos. A equipe econômica manteve corte de R$ 161 milhões.
No dia 3 de novembro, o tribunal informou que não teria recursos para custear a eleição com urnas eletrônicas, devido ao contingenciamento de R$ 428 milhões do orçamento da Justiça Eleitoral para aguardar a decisão que mudaria a meta fiscal. Dessa forma, os eleitores brasileiros voltariam a escolher seus representantes pelo voto de papel.

Fonte: msn.com

Festejo de São Francisco de Assis 2026: Programação de 23 de setembro a 3 de outubro em Cocal-PI

Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro prepara novena, procissões, missas, batismo e bênção dos animais com o tema “É Morrendo que se Vi...