12/13/2015

Cocal realiza Cultura Nordestina na Educação



Prefeitura Municipal de cocal, através da Secretaria Municipal da educação, realizou em Campestre, o CULTURA E DIVERSIDADE NORDESTINA.. O projeto visa estimular, nos discentes (alunos) o gosto por atividades culturais. Despertando-os para o conhecimento da Nossa cultura Nordestina e dos valores éticos e Moraes


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As atividades são realizadas de forma dinâmica e criativa por meio de danças, paródias e dramatizações, de forma que haja interação e aprendizagem diante do tema desenvolvido.



Em Campestre, aconteceu a culminância do projeto, na noite de Sábado (12), no ginásio Poliesportivo da comunidade, promovida pela equipe da U. E. Antônio Samuel da Silva.

Docentes da U. E. Antônio Samuel da Silva




Fonte: SEMED | Mônica Barreto
Imagens gentilmente cedidas por Ivanilda Silva
Edição: Evaldo Neres

Microcefalia: Médicos estão preocupados com os boatos

Médicos informam que as gestantes têm manifestado muita ansiedade durante ultrassom
Cinthya Leite



Médicos informam que as gestantes têm manifestado muita ansiedade durante ultrassom

As incertezas em torno do avanço da microcefalia em todo o Brasil, especialmente em Pernambuco, fazem criar uma onda de boatos que só aumenta a sensação de medo na população, especialmente entre gestantes e mães. Circulam pelos grupos no WhatsApp e pelas redes sociais mensagens e áudios com todo o tipo de conteúdo e que relacionam, sem evidências científicas, o aumento do número de recém-nascidos com essa malformação a uma série de fatores que não estão comprovados, como vacinas e agrotóxicos. Além disso, as mensagens sem embasamento científico vinculam a infecção pelo vírus da zika (agente que tem aparecido até agora como a hipótese mais provável para justificar o avanço da microcefalia) como causador de uma nova síndrome em crianças: a neurozika. Essa relação não procede. 





O áudio que faz essa relação, inclusive, utiliza de forma indevida o nome da neurologista infantil Adélia Henriques, que precisou gravar uma mensagem para esclarecer à sociedade que as informações repassadas são inverídicas e que o compartilhamento de conteúdos com essa gravidade cabe só a órgãos competentes. Também preocupado com a série de boatos que tem circulado na internet, o pediatra Homero Rabelo, do Hospital Barão de Lucena, escreveu, em sua página no Facebook, uma mensagem para tranquilizar as mães e as gestantes. 

“Gostaria de dizer que já existe um caos estabelecido em função da epidemia de microcefalia em nosso Estado, e isso já é mais que o suficiente (...) Não vamos criar, especular, transmitir mais medo à sociedade, ampliando os grupos de risco. (...) Os bebês que já nasceram bem, sem microcefalia, não estão condenados a ter encefalite, meningite ou qualquer outra síndrome neurológica grave”, escreveu Homero. 

Muitas dúvidas também giram em torno da probabilidade de uma pessoa infectada pelo vírus da zika desenvolver complicações neurológicas graves. Na matéria que o JC publicou ontem sobre a relação de zika com manifestações neurológicas, a neurologista Maria Lúcia Brito Ferreira já explicava que nem todos os pacientes com um quadro viral chegam a desenvolver um quadro neurológico. “Aqueles que apresentam síndromes depois de uma infecção viral podem ter um sistema imunológico mais vulnerável”, reforçou Maria Lúcia. 

Os profissionais que atendem diretamente as gestantes também têm observado um intenso clima de preocupação entre elas. “Elas chegam para realizar a ultrassonografia como quem vai ouvir uma sentença. E não é para ser assim, pois o ultrassom é para ser um momento de festa em que os pais se emocionam ao ouvir as batidas do coração. Quero que esse clima não seja quebrado. A gestação é um momento singelo que não pode ser subtraído da mulher”, diz o médico Pedro Pires, coordenador de medicina fetal do Centro de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam). 

Ele reforça que as famílias precisam saber que, apesar do aumento no número de bebês com microcefalia, a maioria deles nasce sem a malformação. “As maternidades continuam cheias de bebês saudáveis. Além disso, há alguns que têm a cabeça pequena por um padrão familiar e sem apresentar consequências que prejudiquem a saúde”, esclarece Pedro Pires.
Fonte: Jornal do comércio

Confira, na íntegra, o esclarecimento do Ministério da Saúde:




O Ministério da Saúde esclarece que todas as vacinas ofertadas pelo Programa Nacional de Imuização (PNI) são seguras e não há nenhuma evidência na literatura nacional e internacional de que possam causar microcefalia. O PNI é responsável pelo repasse, aos estados, dos imunobiológicos que fazem parte dos calendários de vacinação. Uma das ferramentas essenciais para o sucesso dos programas de imunização
é a avaliação da qualidade dos imunobiológicos. O controle de qualidade das vacinas é realizado pelo laboratório produtor obedecendo a critérios padronizados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Após aprovação em testes de controle do laboratório produtor, cada lote de vacina é submetido à análise no Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) do Ministério da Saúde. Desde 1983, os lotes por amostragem de imunobiológicos adquiridos pelos programas oficiais de imunização vêm sendo analisados, garantindo sua segurança, potência e estabilidade, antes de serem utilizados na população.

É importante lembrar que, independente de todas essas precauções, assim como os medicamentos, nenhuma vacina está livre totalmente de provocar eventos adversos, porém os riscos de complicações graves causadas pelas vacinas são muito menores do que os das doenças contra as quais elas protegem. No Brasil, eventos adversos associados à vacinação são acompanhados através do Sistema de Vigilância de Eventos Adversos Pós-Vacinação/SIAPV, que tem como objetivo avaliar de forma continuada a relação de risco-beneficio quanto ao uso dos imunobiológicos, bem como permitir o acompanhamento da situação das notificações/investigações, em tempo real, nas três esferas de governo. Destaca-se que não há relatado nesse sistema de notificação sobre microcefalia relacionada à vacinação, bem como não existe, até o momento, na literatura médica nacional e internacional, evidências sobre a associação do uso de vacinas com a microcefalia.

Fonte: extra.globo.com



Ministério da Saúde desmente boato de que vacina contra rubéola é causa de microcefalia


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Mulheres grávidas não devem ser vacinadas contra rubéola Agência Estado

Boatos de que os atuais casos de microcefalia foram causados por um lote vencido de vacinas contra rubéola foram desmentidos pelo Ministério da Saúde. Os especialistas fazem questão de ressaltar que a relação entre a vacina e a microcefalia é totalmente infundada.

O ministério, em nota oficial, "esclarece que todas as vacinas ofertadas pelo Programa Nacional de Imuização (PNI) são seguras e não há nenhuma evidência na literatura nacional e internacional de que possam causar microcefalia. "

É consenso entre infectologistas que a vacina contra rubéola não é indicada para mulheres grávidas. Tal vacinação só ocorre aos 15 meses ou em alguns períodos específicos, mas antes da gravidez, e não durante.

Outro ponto é que, por ser uma vacina composta de um vírus vivo, se ela estiver vencida, o vírus estará sem efetividade e não seria causa de microcefalia.



No informe, para garantir que não há risco também de que haveria lote de vacinas vencidas, o ministério destaca que o "controle de qualidade das vacinas é realizado pelo laboratório produtor obedecendo a critérios padronizados pela Organização Mundial de Saúde (OMS)."

"Após aprovação em testes de controle do laboratório produtor, cada lote de vacina é submetido à análise no Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) do Ministério da Saúde." 
Fonte: R7




12/11/2015

140 alunos de Cocal recebem o diploma do Proerd




Nesta sexta-feira (11), 140 alunos do 5º ano da Unidade Escolar Domingos Alves receberam o diploma de conclusão do Programa Educacional de Resistência às Drogas (PROERD), em Cocal. A cerimônia ocorreu no auditório da Secretaria Municipal de Educação (SEMED). A realização do Programa é uma parceria da Prefeitura de Cocal, através da SEMED, com a Polícia Militar do Piauí (PM-PI).




Durante a solenidade, as redações premiadas produzidas pelos alunos foram lidas no palco. Após o juramento do Programa feito pelos alunos, o prefeito Rubens Vieira recebeu o certificado “Amigo do Proerd”, encerrando a programação com a música e dança do mascote do Proerd.



“Gostei muito do Proerd, achei as aulas muito interessantes. O Programa incentiva que crianças e adolescentes digam não às drogas, já que, no mundo de hoje, o que mais vemos são os jovens viciados. Muitos deles deixam as oportunidades para cair nesse mundo, que não leva a nada. Sem falar que o viciado sofre e faz a sua família sofrer”, diz o aluno Douglas Pereira, do 5º ano b, que ficou em 1º lugar no concurso de redações do Programa.
A segunda posição ficou com o aluno Erick Douglas Carvalho dos Santos, também do 5º ano b. A aluna Daniele Sousa dos Santos, estudante do 5º ano D, ficou em 3º lugar.
“Estamos muito felizes que os alunos participaram desse curso com todo o afinco. Estão conscientes dos riscos e puderam aprender mais valores pras suas vidas. O próximo passo é que todos os alunos de Cocal tenham a oportunidade de participar desse Programa tão valoroso”, declara Rubens Vieira, prefeito de Cocal.



Além da presença do prefeito Rubens Vieira, o evento também contou com a participação da secretária de Educação, Raimunda Albuquerque; da coordenadora estadual do Proerd, Elizete Lima; do policial militar e professor do programa, Sérgio Ronald; além de lideranças políticas, militares, professores e pais de alunos.

Fonte: ASCOM | PMC

Colombo e mais 15 governadores assinam carta contra o impeachment de Dilma Rousseff

Colombo se posicionou contra o impeachment
Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS

Depois de evitar comentar o processo do impeachmentevitar comentar o processo de "impeachement" contraDilma Rousseff (PT), em entrevista na manhã desta terça-feira, o governador catarinense Raimundo Colombo (PSD) tomou posição nesta tarde e assinou uma carta de apoio à presidente e contra a ação que tenta tirá-la do Palácio do Planalto. Outros 15 governadores também assinaram o documento.

Câmera elege chapa de oposição com quatro catarinenses para comissão do "impeachement".

Chamada de Carta pela Legalidade, o texto diz que "o processo de impeachment (...) carece desta fundamentação. Não está configurado qualquer ato da presidente da República que possa ser tipificado como crime de responsabilidade".

Confira a íntegra da carta:
Os governadores estaduais vêm, por meio desta nota, manifestar-se contrariamente ao acolhimento do pedido de abertura de processo de impeachment contra a presidente da República.

A história brasileira ressente-se das diversas rupturas autoritárias e golpes de estado que impediram a consolidação da nossa democracia de forma mais duradoura. Tanto é assim que este é o período mais longo de normalidade institucional de nossa história, conquistado após a luta de amplos setores da sociedade. Nesse sentido, é dever de todos zelar pelo respeito à Constituição e ao Estado Democrático de Direito.
Entendemos que o mecanismo de impeachment, previsto no nosso ordenamento jurídico, é um recurso de extrema gravidade que só deve ser empregado quando houver comprovação clara e inquestionável de atos praticados dolosamente pelo chefe de governo que atentem contra a Constituição.
O processo de impeachment, aberto na última quarta-feira, 02/12, carece desta fundamentação. Não está configurado qualquer ato da presidente da República que possa ser tipificado como crime de responsabilidade.
Compreendemos as dificuldades pelas quais o país atravessa e lutamos para superá-las. Todavia, acreditamos que as saídas para a crise não podem passar ao largo das nossas instituições e do respeito à legalidade. Por isso, ciosos do nosso papel institucional, conclamamos o país ao diálogo e à construção conjunta de alternativas para que o Brasil possa retomar o crescimento econômico com distribuição de renda.
Assinaram a carta os governadores de Santa Catarina, Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Roraima, Sergipe e do Distrito Federal. Eles participaram de uma uma reunião com a presidente para tratar do "impeachement" antes de um encontro que reuniu todos os governadores estaduais e debateu o enfrentamento do zika vírus. Colombo não falou com a imprensa na saída do Planalto.



Fonte: dc.clicrbs.com.br

Festejo de São Francisco de Assis 2026: Programação de 23 de setembro a 3 de outubro em Cocal-PI

Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro prepara novena, procissões, missas, batismo e bênção dos animais com o tema “É Morrendo que se Vi...