11/11/2015

Saúde e Educação são bem avaliadas pela população de Cocal




Pesquisa realizada pelo Instituto Credibilidade, entre os dias 29 e 30 de outubro, em Cocal, avaliou a Administração do município. Como resultado, 75% da população aprovou a gestão. O universo da amostra foi de 300 pessoas, distribuídas em diferentes faixas etárias, sexo, renda familiar e escolaridade.



Entre os serviços disponibilizados pela Prefeitura de Cocal para a população, os de Saúde e Educação, que em outros municípios enfrentam problemas, são bem avaliados pela comunidade cocalense, segundo pesquisa do Instituto Credibilidade.



Sobre a Saúde, 7,33% dos entrevistados a consideram ótima, 41,67% a avaliam como boa e 21,33% acham o serviço regular, num total de 70,33% de avaliação positiva da pasta. Apenas 12% a consideram ruim e 5%, péssima.



Com relação à Educação, os números são parecidos, sendo que 11,67% a consideram ótima, 44% acham a Educação de Cocal boa e 22% avaliam o serviço como regular, somando 77,67% de avaliação positiva. Apenas 7% a consideram ruim e 2%, péssima.



“Na maioria dos municípios brasileiros os prefeitos enfrentam dificuldades para prestar um serviço de qualidade à população, principalmente nas áreas de Saúde e Educação. A gente, apesar dos recursos escassos e do aumento das demandas populares, tem conseguido, com organização e planejamento, agradar a população que recorre a estes serviços em Cocal”, informa o prefeito Rubens Vieira.

Fonte: ASOCM | PMC
Edição; Evaldo Neres

Conjunto Padre Everaldo receberá pavimentação em Cocal



O conjunto habitacional Padre Everaldo, no município de Cocal, receberá pavimentação poliédrica. A melhoria é resultado de parceria entre a Prefeitura de Cocal e o Governo do Estado, por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Luciano Nunes (PSDB).
A próxima fase do processo será a entrada dos recursos do Governo, quando será assinada a ordem de serviço. Ao todo, serão investidos R$ 483.804,18, na pavimentação de 6.440 m² de vias, beneficiando as cerca de 50 famílias que residem na região.



“Estamos satisfeitos com a parceria firmada entre o Município e o Estado. O benefício da mobilidade para essas famílias é inestimável. Estamos sempre em contato com as demais esferas de poder em busca de mais investimentos, obras e melhorias para Cocal”, diz Rubens Vieira, prefeito do município.



Dona Maria de Fátima Brito, moradora do Padre Everaldo, foi contemplada com uma casa do Programa Minha Casa, Minha Vida. Ela fala sobre a expectativa da chegada do novo calçamento. “Vai melhorar demais a vida por aqui. O deslocamento para o trabalho vai ficar bem mais fácil”, comemora Maria de Fátima.
Fonte: ASCOM | PMC
Edição: Evaldo Neres

11/10/2015

Jogos terminam em pênaltis na última rodada da Copa de Futebol Amador de Cocal





A Copa de Futebol Amador de Cocal já está perto da sua reta final. Nesse final de semana, aconteceram dois jogos das oitavas de final da Competição, que quer agregar as localidades da cidade.



No sábado (7), a equipe do Boiba enfrentou a equipe do Jenipapinho e venceu nos pênaltis, por 4 a 2. No tempo regulamentar, as equipes empataram em 2 a 2, com gols de Arnaldo e Tambor, pela equipe do Boiba e gols de Dárcio e Rafael, pelo Jenipapinho.
O Contendas jogou contra o Frecheira de São Pedro no domingo (8) e também ganhou nos pênaltis, depois de um suado empate de 1 a 1. Antônio José pontuou para o Contendas, levando o empate com gol do meia-atacante Buck.



“Todos os jogos da competição estão recheados de gol e agregando um grande público. Essa competição é uma forma de estimular a prática do esporte e de fazer uma integração dos bairros da zona urbana e das localidades da zona rural da nossa cidade. Temos tido sucesso nisso”, 



diz José Eudes, secretário de Esportes do município.


Fonte: ASCOM | PMC

Pesquisa aponta que 75% da população de Cocal aprova Administração Municipal



Pesquisa realizada pelo Instituto Credibilidade, entre os dias 29 e 30 de outubro de 2015, no município de Cocal (zona urbana e zona rural) aponta que 75% da população do município aprovam a gestão do prefeito Rubens Vieira. Trezentas pessoas foram entrevistadas em vários bairros da cidade e comunidades rurais, divididas por faixas etárias, sexo, renda familiar e grau de escolaridade. O estudo também mostra a avaliação dos cocalenses sobre o trabalho do prefeito, considerando os conceitos Ótimo, Bom, Regular, Ruim e Péssimo, sendo os três primeiros considerados como positivos. Um pouco mais de 72% dos entrevistados consideram a performance do prefeito Ótima (11,33%), Boa (42,33%) ou Regular (19%). Apenas 11% consideram a Administração ruim e, com índice insignificante, os que consideram péssima (somente 2% dos entrevistados). “Eu me sinto honrado com o reconhecimento da população pelo nosso trabalho à frente da Prefeitura de Cocal. É para isso que a gente se esforça: para corresponder às expectativas das pessoas que confiam na gente. Mesmo diante de uma crise geral, temos conseguido ótimos índices de aprovação”, afirma Rubens Vieira. 


Fonte: ASCOM |PMC

11/09/2015

Para fazer o RG do bebê



O responsável pela criança deve comparecer a um posto de identificação civil de sua cidade.A primeira via do documento, que pode ser emitida em qualquer idade, é gratuita. A partir da segunda via os postos de identificação cobram uma taxa de expedição que pode variar de cidade para cidade. O RG não tem prazo de validade, mas costuma precisar ser renovado por necessidade da atualização da foto. É recomendado fazer a renovação a cada 10 anos.



O que é preciso: 
O responsável deve levar um documento próprio com foto, para comprovar seu parentesco com a criança; 
a certidão de nascimento original do bebê 
e uma foto 3×4 atual do bebê, tirada em fundo branco. 
As impressões digitais do bebê são colhidas no local. Caso você já tenha o CPF do bebê, o documento também pode ser apresentado e o número constará sobre o RG da criança, explica Sandra Carvalho, chefe do setor de identificação.



Em Cocal, os pais podem procurar a Prefeitura Municipal.
Fonte: Evaldo Neres

11/08/2015

Halloween (All Hallow’s Eve, Vigília de Todos os Santos) não é satânico coisa nenhuma.


É um dia que celebra a Vigília de Todos os Santos. E os católicos irlandeses é que começaram a se vestir de diabo e bruxas. Sabem por quê? Para debochar do paganismo, para mostrar, num jeito bem celta, que os “antigos costumes” não valem nada, que o diabo não tem poder sobre Cristo. E também para manter o seu folclore (duendes, gnomos etc – mas tudo folclore, eles não acreditam nisso).


O Halloween é a cristianização da festa pagã anterior, dos celtas, mas não é paganismo na Igreja. Até porque o festival pagão se chamava Samhain. Halloween é nome católico.

Identificar o Halloween com paganismo, como se fosse errado e satânico, é coisa recente. Fantasiar-se de bruxa é algo muito católico.

O fantasiar-se de monstro e bruxa pode até ter começado com os pagãos (mas no Samhain, não no Halloween). De qualquer forma, os católicos adotaram esse costume, mas mudando a finalidade: manifestar a supremacia de Cristo sobre o paganismo, do qual debochavam pelo uso de máscaras (inclusive de bruxas, que eram as sacerdotisas do druidismo celta).

Pagãos não teriam que se vestir de bruxas, pois eles eram adeptos da religião das mesmas (seria como se os católicos se vestissem de padre, coisa sem função). Eles se vestiam é de monstros. Nós adotamos o tal costume e ainda nos vestimos de bruxa, para debochar do paganismo.

Festas semelhantes existem no Peru e na Colômbia, com máscaras indígenas pagãs, mas para igualmente debochar do paganismo. E a Igreja lá nunca proibiu (como a da Irlanda também nunca proibiu as máscaras de Halloween).

Só considero que seja estranho esse costume no Brasil, pois não é parte de nossa cultura. Nos EUA, tudo bem, porque os irlandeses foram em massa para lá. Mas aqui? Se querem debochar do capeta e, ao mesmo tempo, celebrar o folclore, o mais sensato seria nos vestirmos de saci-pererê e mula-sem-cabeça.

A coisa é muito simples. O que significa “All Hallows Eve” (de onde vem a contração “Halloween”)? Significa “Vigília de Todos os Santos”. Era uma festa cristã, que constava do calendário litúrgico até a reforma de 1962. Logo, é uma festa cristã, não pagã. Uma cristianização do antigo Samhain (esse, sim, pagão).

Já o vestir-se de bruxa é um deboche do paganismo.

Agora se alguém faz isso para brincar de bruxo, sinto muito. Não tira a origem cristã nem da festa nem do costume.

O Halloween foi criado para combater o Samhain, esse sim um dia pagão. O Halloween é o Samhain batizado, cristianizado, purificado. Se outros o paganizaram novamente, isso é outro problema. Mas a festa é nossa!

O Natal, por exemplo, está extremamente comercial, e mesmo em alguns países é totalmente laicizado, sem nenhuma referência a Jesus. Se a moda pega, e os pagãos assumem o Natal para eles (até porque a origem também é pagã, como o Samhain), deixaremos de comemorar?

Assim como o Dia do Sol foi cristianizado e se transformou no Natal, o Samhain foi cristianizado também e se transformou no Halloween (All Hallows Eve – Vigília de Todos os Santos). Ou seja, o pagão é o Dia do Sol, e é o Samhain. Se evitarmos o Halloween por ser originado do Samhain, evitemos o Natal por ter sido o Dia do Sol. O raciocínio é IDÊNTICO!

Estamos fazendo com o Halloween, festa católica, o mesmo que fazem os testemunhas de Jeová com o Natal.

Concordo que o Halloween tenha sido deturpado por grupos esotéricos, por sua origem ser o Samhain, mas a resposta católica será repudiar uma festa que é nossa? Então, se inimigos da Igreja se apropriarem do Natal, deturparem-no e retomarem para si por causa de sua origem no Dia do Sol, passaremos a não mais comemorar o Nascimento do Salvador?

Ou vamos negar que a Vigília de Todos os Santos (All Hallows Eve, em inglês, cuja contração fica Halloween) seja uma festa católica? Festejar todos os santos é coisa pagã? Não confundam: o Samhain é pagão, porém o Halloween é católico. Agora, se os pagãos “seqüestraram” o Halloween para eles nos dias de hoje, isso é outro assunto.

Abram um calendário litúrgico anterior ao código de rubricas de João XXIII, e verão no dia 31 de outubro: “Vigília de Todos os Santos”. Se for em inglês estará “All Hallows Eve, also know as Halloween”.



No fundo, a grande questão é se é lícito ou não aderir a essa festa. E é, porque é católica!

E se é lícito ou não fantasiar-se de bruxa, duende, vampiro. E é, pois tanto a origem é católica (irlandesa), quanto o fim pode ser neutro (crianças brincando de assustar) ou bom (debochar do paganismo). Se o fim for ruim (exaltar o paganismo, ou festejar o Samhain disfarçado em festa católica), é errado.

Alguém poderia contrapor: “A expressão “Dia das bruxas”, considerada atualmente como sinônimo fosse de Halloween, dá a idéia de um dia em que as mesmas são homenageadas ou debochadas???”

Dá a impressão que são homenageadas, eu sei. É por isso que insisto em “Halloween”, pois é o nome católico, e não em “Dia das bruxas”.

Aliás, nos EUA eles não chamam de “Dia das Bruxas”. Essa tradução portuguesa é mal feita e desconexa com a realidade. Lá é Halloween, pura e simplesmente. Se aqui querem traduzir, que traduzam direito: “Vigília de Todos os Santos”. Ou deixem em inglês mesmo: “Halloween”. Aqui no Brasil é que se inventou uma tradução ridícula e sem sentido como “Dia das bruxas”.

Algumas linhas, enfim, do conhecido apologista católico, Prof. Carlos Ramalhete, sobre o tema:

“As fantasias de seres malignos postas em crianças é uma forma de mostrar como eles são fracos e ridículos (como as crianças, que na Europa são tradicionalmente vistas como adultos que ainda não estão “prontos”). As fantasias de Halloween têm, assim, um sentido simbólico mais ou menos parecido com o uso de fantasias de políticos no Carnaval brasileiro.

Como, contudo, com a descristianização da sociedade americana houve um ressurgimento dos medos pagãos, atribuindo aos demônios poderes maiores que a realidade, criando-se novas formas de culto demoníco (Wicca, etc.), no que a visão calvinista de mundo não ajudou pouco (basta lembrar-se do episódio das Bruxas de Salém para ver este medo em ação), esta festa derivou até ter par alguns o significado presente de celebração da bruxaria. O que era ridículo tornou-se “mágico”, o que era uma demonstração de fraqueza tornou-se demonstração de força.

Podemos assim dizer que o Halloween atualmente adicionou conotações não-cristãs a uma festa cristã (a festa celta foi completamente perdida e submergida no cristianismo, como a nossa festa de S. João – originalmente data magna da comemoração celta do solstício de verão -, o uso de alianças de casamento, etc.). Estas conotações, porém, dentro do “mainstream” americano, não tem em absoluto um sentido de protesto aberto contra a Igreja, sendo apenas uma festa algo farsesca (logo ainda preservando algo do espírito cristão original). Apenas alguns amalucados (Wiccans e outros) a vêem como celebração da bruxaria e não como uma espécie de Carnaval.”

Evidentemente, não estamos, com isso, de modo algum, legitimando o abuso que hoje se faz em relação à data.

Comentário litúrgico:

Mesmo entre os que usam o Missal e o breviário de 1962 (forma extraordinária, portanto), não existe mais a “Vigília de Todos os Santos”. Liturgicamente, então, não há como comemorar “Halloween” nem na forma ordinária, nem na extraordinária.

Todavia, embora não haja Missa ou Ofício próprios no dia 31 de outubro (ou no sábado anterior ao Domingo para o qual a Solenidade de Todos os Santos é transferida, onde ela o é, como no Brasil), pode-se aproveitar para reunir os fiéis na recitação pública das I Vésperas de Todos os Santos. Não é A Vigília de Todos os Santos, como um dia assinalado no calendário, mas não deixa de ser UMA vigília (não em preparação, mas a própria festa, como já é I Vésperas). Não há Missa específica da vigília, contudo se pode celebrar publicamente as I Vésperas, com grande solenidade, paramentos brancos, e mesmo Exposição e Bênção do Santíssimo Sacramento. Um Ofício público das Vésperas diante do Santíssimo exposto seria uma grande oportunidade para, na Igreja, celebrar bem o “Halloween”.

Após as Vésperas, pode-se, ainda diante do Santíssimo e antes de dar a bênção, no tempo previsto para a adoração, recitar a Ladainha de Todos os Santos, prevista no Ritual Romano.

Uma atividade “para-litúrgica”, outrossim, pode ser feita em sua igreja, família ou comunidade religiosa, com textos da antiga Liturgia das Horas pré-1962, retirando toda e qualquer idéia que vincule tal atividade à liturgia. Os textos de antigas liturgias não são mais litúrgicos, porém podem ser usados como devoção pessoal.

E, depois da liturgia ou para-liturgia, se quiserem as crianças se fantasiar e pedir doces, que o façam, sendo-lhes explicado o sentido de tudo isso que acabamos de expor.
Fonte: salvem a liturgia.com

PNAIC: Mais de 80 professores participam de formação em Cocal



Professores do ciclo de alfabetização de Cocal participaram de mais uma formação do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC). A segunda formação aconteceu nesse sábado (7), na Unidade Escolar Domingos Alves Gomes, e contou com a participação de 88 professores que atuam no município. A capacitação é promovida pela Prefeitura de Cocal, através da Secretaria Municipal de Educação (SEMED).





A formação é uma orientação pedagógica para os professores do ciclo de alfabetização, onde há uma revitalização das metodologias trabalhadas em sala de aula e verificação de resultados.



“Nós também fazemos visitas nas escolas, para saber se os professores estão pondo em prática o que estão vendo aqui. Isso é necessário para se alcançar o resultado, que é o de alfabetizar todas as crianças até os oito anos”, diz Auressandra Carvalho, uma das orientadoras da formação.

Ivanilda Silva e Josiane Frota
Auressandra Carvalho e Ivanilda Silva
Ivanilda Silva e Francisca Brito
Professores do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental das disciplinas de Matemática, Português, História, Ciências e Artes participaram da formação, que contou com a participação das orientadoras Josiane Frota, Francisca Brito e Auressandra Carvalho e da coordenadora local do PNAIC, Ivanilda Silva.

Raimunda Albuquerque
“Pretendemos dar continuidade às formações, usando-a como estratégia para o objetivo final, que é a alfabetização dos nossos alunos na idade correta, em conformidade com o Pacto”, diz Raimunda Albuquerque, secretária de Educação de Cocal.

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