12/07/2019

Prefeito Rubens Vieira vistoria trabalhos pela Prefeitura na zona rural

O prefeito Rubens Viera visitou os diversos trabalhos de infra-estrutura que estão em andamento no Município de Cocal, no Norte do Piauí.





Rubens Viera, neste sábado (7) visitou a implantação de sistema de abastecimento de água na localidade João Mendes, a qual beneficiará cerca de quarenta famílias residentes ali; e a construção de pontes que facilitarão o deslocamento dos moradores das comunidades de Cajazeiras, Juá dos Araújos, Pelônios, Caldeirão e Duvidosa, na zona rural.



Segundo o prefeito de Cocal, dentro do compromisso e responsabilidade assumidos pela sua gestão com o povo cocalense, a prefeitura dá prosseguimento a obras que contribuem para o desenvolvimento da região.

“A meta do que viemos e seguimos realizando no município é melhorar a qualidade de vida das pessoas, de nossa gente”, afirma Rubens Vieira.



Acompanharam o prefeito, durante a visita, o vice-prefeito Nonatinho, secretário de Infraestrutura Antônio Carlos Camelo (Carlão), vereador Chico Mano, o técnico em enfermagem "Toinho Enfermeiro" e Edilson do Segundo Campo. 









Por Evaldo Neres
Fotos e informações: Facebook

Prefeitura de Cocal promove entrega de certificados de curso de Braile

O encerramento do Curso de Braile, ofertado pela Prefeitura de Cocal, em parceria com o Instituto Sentidos, foi realizado na manhã deste sábado (07), na sede da  SEMED.


Fotos: Evaldo Neres

Na manhã deste sábado (07), A Prefeitura de Cocal realizou o encerramento do Curso de Braile ofertado para os profissionais da Rede Municipal de Ensino.



A solenidade de entrega de certificado  foi efetuada na sede da Secretaria Municipal de Educação (SEMED), no bairro São Pedro, para participantes do curso que lidam, em sala de aula, com crianças e adolescentes que fazem parte do Projeto de Educação Inclusiva, em parceria com o Instituto Sentidos, que realiza atividades formativas voltadas para quem age junto aos alunos que tem algum tipo de deficiência visual que os impede de participarem do processo educativo atual.



Professora Fátima Frota, coordenadora pedagógica da SEMED explica que o Curso de Braile chegou ao seu final: “Hoje, concluímos a formação em Braile, destinados aos professores das escolas públicas de Cocal. Ele iniciou há mais de um ano, atendendo a uma recomendação do Ministério Público (MP), feita ao Município, a qual  orienta que seja ofertada capacitação aos professores que acompanham alunos da Rede Municipal que têm baixa visão”.



Raimunda Albuquerque, secretária da SEMED disse que o curso veio formar os profissionais para  fomentar oportunidades iguais aos alunos da rede municipal de ensino e propiciar melhor qualidade de vida desse público com deficiência visual, em seu meio.

A secretária acrescentou que atualmente, a Rede Municipal de Ensino atende a mais de duzentos alunos que têm necessidades especiais, como autismo, deficiência visual, baixa visão, surdez e que, do curso, participaram também cuidadores,  auxiliares dos professores em sala de aula, que acompanham  os alunos com baixa visão. 























Por Evaldo Neres

Acreditar em Papai Noel ajuda no desenvolvimento lúdico de crianças

Psicóloga do Hapvida Saúde fala sobre a importância de desenvolver o lado lúdico das crianças junto a personagem lendária do Natal




Imagem: Reprodução/Olhar digital

Mais um Natal se aproxima e, com ele, os panetones, uvas passas, presentes, celebrações e também os dilemas que envolvem uma das personagens mais lendários da cultura natalina, o Papai Noel. Os pais devem contar ou não para os filhos que o bom velhinho não existe? Para os que optam por essa conversa, fica ainda a dúvida de qual é o melhor momento da infância para a revelação, tendo em vista que os crescidinhos já se deparam com alguns indícios que de que trata-se apenas de um personagem do imaginário infantil.

O fato de as crianças entrarem em contato com a tecnologia e dispositivos eletrônicos cada vez mais cedo, além do fácil acesso à internet, geralmente faz com que descubram por conta própria a verdade sobre a personagem. Nestes casos, sobra aos pais a função de confirmar a versão.

Não há comprovação de que acreditar ou não em Papai Noel pode causar alguma interferência no processo de amadurecimento das crianças. O fato é que, com ou sem Papai Noel, é importante que as crianças desenvolvam o lado lúdico e o imaginário fomentados pelas fantasias que compõem nossa cultura.



O psicóloga do Hapvida Saúde, Alana Campelo, diz que pode ser positivo manter viva a crença no Papai Noel. “A criatividade lúdica da criança se desenvolve ao acreditar nas histórias que se conta, que se vive. Não se trata de uma ‘mentira’ e sim de uma construção mágica de uma história”, destaca.

A especialista reforça que o Papai Noel é personagem popular e explicar desde cedo que ele não existe fará com que a criança tenha de lidar com isso em outros ambientes. “Podemos perceber que todas as crianças passam a acreditar nas histórias que se contam ao longo da vida. Histórias que formulam e amadurecem o lado lúdico. Dizer a verdade e desconstruir desde cedo, pode gerar uma frustração e angústia na criança, que terá de conviver com esse imaginário na vida social (tv, desenhos, outras famílias, outras crianças etc)”, completa.


Cada família

Na opinião da psicóloga Alan Campelo, incentivar ou não a crença no bom velhinho depende da conduta de cada família. “O importante é não perder o espírito do Natal, que nos remete ao nascimento de Jesus e à importância do perdão, do recomeço e da possibilidade de reconciliação. Isso deve ser incentivado”, recomenda.

A figura do Papai Noel remete à bondade, ao altruísmo, e isso é importante para o desenvolvimento das crianças, reitera. “Nossos filhos estão acostumados a ter o mundo girando em volta deles. Hoje é difícil desenvolver em uma criança sentimentos altruístas, pois nós as educamos para serem individualistas. E o Papai Noel nos ajuda a trazer este sentimento de valorização do outro”, explica Alana.

Por fim, a psicóloga do Hapvida deixa uma dica aos pais que estão em dúvida sobre contar ou não aos filhos que Papai Noel não existe. “Recomendo deixar a imaginação fluir e o amadurecimento apresentar a verdade de forma natural.  Nem sempre é necessário 'sentar numa mesa' e conversar sobre as histórias que a nossa cultura proporciona. Lidamos com essa fase como algo construtivo na vida psicológica da criança”, conclui Alana Campelo.



Fonte: AI Comunicações

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