Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro prepara novena, procissões, missas, batismo e bênção dos animais com o tema “É Morrendo que se Vive para a Vida Eterna”
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| Imagem ilustrativa | Edição: IA |
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Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro prepara novena, procissões, missas, batismo e bênção dos animais com o tema “É Morrendo que se Vive para a Vida Eterna”
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Celebração terá como tema “É Morrendo que se Vive para a Vida Eterna” e contará com novena, missas, procissões e outras atividades religiosas
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| Imagem ilustrativa/IA |
A comunidade católica de Cocal, no Norte do Piauí, se
prepara para celebrar a Festa do Pai Seráfico, São Francisco de Assis, que será
realizada de 23 de setembro a 3 de outubro de 2026.
De acordo com o convite divulgado pela Pastoral da
Comunicação (PASCOM) de Cocal-PI, a programação terá como tema “É Morrendo que
se Vive para a Vida Eterna”, em referência à espiritualidade de São Francisco
de Assis e à sua compreensão da vida cristã como caminho de entrega,
fraternidade e fé.
O material destaca São Francisco como uma figura marcada pela simplicidade, pobreza, fraternidade e entrega a Deus, à Igreja, aos irmãos e à criação. A programação também está inserida no contexto do Jubileu Franciscano dos 800 anos do Trânsito de São Francisco de Assis, conforme apresentado no convite.
Programação religiosa
A programação prevê atividades diárias durante o período da
festa. Entre elas estão confissões, Terço e Novena, Santa Missa, além de
atividades comunitárias após as celebrações.
Conforme o convite, diariamente haverá confissões às 18h,
seguidas do Terço e Novena, também às 18h, e Santa Missa às 19h. Após a missa,
estão previstos leilão e barraca com comidas típicas.
A abertura da programação, no dia 23 de setembro, contará
com Alvorada, Ladainha de São Francisco e café partilhado, às 5h30. Às 17h,
haverá procissão com saída da Capela Santo Expedito, seguida, às 18h, do
hasteamento da bandeira e Santa Missa.
Ao longo dos dias, diferentes pastorais, movimentos, comunidades, bairros e setores da paróquia estarão envolvidos na programação, conforme a organização apresentada pelo Conselho Paroquial.
Encerramento
O encerramento da festa está programado para o dia 3 de
outubro, com uma sequência de celebrações.
Às 8h, será celebrada a Santa Missa da Festa. Às 9h, está
previsto o Sacramento do Batismo, e às 10h, a Bênção dos Animais.
No período da tarde, às 17h, ocorrerão a Procissão de
Encerramento e a Santa Missa.
O convite é encerrado com uma mensagem de fraternidade e com
o chamado para que a comunidade participe desse período de celebração, comunhão
e reflexão sobre a espiritualidade de São Francisco de Assis. A divulgação é
assinada pelo Pe. José Cícero, Pe. Sandro, Frei Djacir e Conselho Paroquial.
A programação apresentada no material da PASCOM contempla, portanto, momentos de oração, celebrações litúrgicas e convivência comunitária, reunindo diferentes grupos e comunidades durante os dias dedicados ao santo franciscano.
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| Foto: Anônima | Edição: Firefly |
Nascido em 27 de julho de 1987, em Cocal-PI, Jefferson é profissional autônomo e atualmente solteiro.
Filho da terra, mantém uma forte ligação com sua cidade e, principalmente, com uma de suas maiores paixões: o futebol.
Catitão: apelido que virou identidade
Para muitos, talvez o nome Jefferson Ricardo Azevedo e Silva seja pouco conhecido quando comparado ao apelido que o acompanha no cotidiano.
Catitão é seu apelido carinhoso e também seu “nome de guerra”, como ele próprio define. É assim que é reconhecido por amigos e companheiros, especialmente no meio esportivo.
E quando o assunto é esporte, não há dúvida sobre qual é a preferência de Jefferson.
“Minha maior paixão é o futebol.”
A frase resume uma relação que vai muito além de simplesmente acompanhar partidas.
O futebol faz parte de sua vida, de suas amizades e de momentos importantes de sua trajetória.
Uma história também marcada pela dor
Como acontece com todas as pessoas, a caminhada de Jefferson também é formada por momentos de alegria e de profunda tristeza.
Entre os fatos mais marcantes de sua vida está um dos momentos mais dolorosos que alguém pode enfrentar:
receber a notícia de que seu primeiro filho havia ido a óbito ainda no seio materno.
Uma experiência difícil, que deixou marcas e passou a fazer parte de sua história pessoal.
Mesmo diante de uma perda tão dolorosa, Jefferson seguiu sua caminhada, carregando consigo as lembranças e os sentimentos daquele momento.
A emoção de vestir a camisa de Cocal
Se existe uma paixão que ocupa lugar especial na vida de Jefferson, é o futebol.
E essa paixão ganhou um significado ainda maior quando ele passou a integrar a Seleção de Cocal.
Foi justamente defendendo as cores de sua cidade que viveu um dos momentos mais emocionantes de sua trajetória esportiva.
Em 2026, a equipe cocalense conquistou o Campeonato da Planície Litorânea, promovido pela Associação Piauiense de Municípios (APPM).
A decisão aconteceu na cidade de Parnaíba-PI, diante da equipe de Buriti dos Lopes.
E o resultado não poderia ser melhor para os cocalenses: Seleção de Cocal 2 x 0 Buriti dos Lopes.
A vitória garantiu o título para Cocal e proporcionou aos jogadores, à comissão técnica e aos torcedores um momento inesquecível.
Para Jefferson, que fazia parte da equipe, aquela conquista teve um significado ainda mais especial.
Um título para guardar na memória
Vestir a camisa da Seleção de Cocal e participar de uma conquista representando sua própria cidade é, certamente, uma experiência que permanece na memória.
Para quem tem no futebol sua maior paixão, levantar um troféu defendendo as cores do município onde nasceu representa muito mais do que uma simples vitória dentro de campo.
É orgulho.
É emoção.
É pertencimento.
É poder dizer que, de alguma maneira, também ajudou a escrever uma página importante da história esportiva de Cocal.
O título da Planície Litorânea 2026 passou a ocupar um lugar especial entre as lembranças de Jefferson Ricardo, o nosso Catitão.
Gente como a gente
O “Gente da Gente” busca justamente histórias como a de Jefferson: pessoas comuns, que fazem parte do cotidiano da comunidade e que, através de suas experiências, ajudam a construir a identidade de Cocal.
Catitão é um desses personagens.
Autônomo, cocalense, amigo, companheiro de equipe e apaixonado pelo futebol,
Jefferson carrega uma história que mistura superação, emoção, amizade, paixão pelo esporte e orgulho de representar sua terra.
Entre as dores que a vida impôs e as alegrias que o futebol lhe proporcionou, ele segue escrevendo sua própria história.
E agora, essa história também fica registrada nas páginas do Blog Evaldo Neres, através do quadro “Gente da Gente”.
Jefferson Ricardo Azevedo e Silva — Catitão
Nascimento: 27 de julho de 1987
Naturalidade: Cocal-PI
Profissão: Autônomo
Estado civil: Solteiro
Apelido: Catitão
Esporte preferido: Futebol
Paixão: Futebol
Equipe: Seleção de Cocal
Momento marcante no esporte: Conquista do Campeonato da Planície Litorânea 2026, em Parnaíba-PI, com vitória de Cocal por 2 a 0 sobre Buriti dos Lopes.
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| Foto: reprodução/Piauí em Letras | Edição: Firefly |
Uma trajetória construída entre o conhecimento e a arte
A história de Evelyne Ellene Alves de Carvalho é marcada pelo encontro entre a educação, a Psicologia, a Filosofia e a literatura. Filha de Osmar e Asti, mãe de Clara Sophya e Francisco Emannuel, Evelyne reside em Floriano, no Piauí, onde também desenvolve parte de suas atividades profissionais e acadêmicas.
Sua formação reúne diferentes áreas do conhecimento. É graduada em Psicologia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e em Filosofia pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Também possui os títulos de mestra e doutora em Educação, consolidando uma trajetória acadêmica dedicada ao estudo, à formação e à produção do conhecimento.
Professora do quadro efetivo da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Evelyne também atua como palestrante, escritora e ministrante de cursos. Na área da Psicologia, trabalha ainda como psicoterapeuta clínica, conciliando a atividade profissional com sua produção intelectual e literária.
A literatura como espaço de expressão
A relação de Evelyne com a escrita começou ainda na adolescência. Segundo ela, esse caminho foi fortemente influenciado pela mãe, Asti, uma grande incentivadora das artes em geral e presença importante em sua aproximação com o universo artístico.
Ao longo dos anos, a escrita deixou de ser apenas uma experiência pessoal e passou a integrar sua trajetória cultural e literária. Evelyne tornou-se integrante dos coletivos Clube dos Poetas Mortais e Farol Literário, participando de diferentes projetos e publicações.
Entre as obras das quais participou estão “Seleta II” e “Seleta III”, “Prelúdio: O outubro da minha infância”, “Pequenas Grandes Coisas”, “O nome da minha saudade”, “Ensaios sobre o Rio Parnaíba” e “Piauí em Letras VII, VIII e IX”.
Presença na literatura piauiense
A participação na série “Piauí em Letras” representa mais um capítulo de sua contribuição para a produção literária do estado. A edição mais recente, Piauí em Letras IX, teve seu lançamento realizado recentemente na Câmara de Vereadores de Cocal-PI, reunindo escritores, leitores e representantes da cultura local.
O momento também reforçou a presença da literatura como instrumento de valorização da memória, da identidade e da produção intelectual piauiense.
Conhecimento, sensibilidade e inspiração
A trajetória de Evelyne Ellene demonstra como diferentes campos do conhecimento podem dialogar e se complementar. Psicologia, Filosofia, Educação e literatura aparecem, em sua caminhada, não como áreas isoladas, mas como diferentes formas de compreender o ser humano, a sociedade e as experiências que atravessam a vida.
Entre a sala de aula, os livros, as palestras, a clínica e os espaços literários, Evelyne segue construindo uma trajetória que tem na palavra uma importante ferramenta de reflexão e expressão.
E, nessa caminhada, permanece presente a influência de quem, ainda no início de sua vida, ajudou a despertar o gosto pela arte: sua mãe, Asti. Foi nesse incentivo familiar que nasceu uma relação com a escrita que atravessou a adolescência e chegou à vida acadêmica, profissional e literária.
Evelyne Ellene Alves de Carvalho representa, assim, uma dessas trajetórias em que conhecimento e sensibilidade caminham lado a lado — transformando experiências em aprendizado e palavras em memória.
Fonte: Projeto Piauí em Letras.
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Pedagoga, compositora e coordenadora do Apostolado da Oração há 12 anos, ela assina hinos, mais de cem músicas e marcou história em Congresso Internacional de 1998
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| Foto: Evaldo Neres | Edição: Firefly |
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| Foto: ASCOM |
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| Foto: ASCOM |
Assista ao vídeo da Missa 👇
Festejo 2026 - Sexta Noite
6ª NOVENA DA FESTA DE NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO
Data: 11-8-2026
Autor: Evaldo Neres
Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro prepara novena, procissões, missas, batismo e bênção dos animais com o tema “É Morrendo que se Vi...