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9/17/2026

Gilvane Lídia de Brito: literatura e educação em Alagoinha do Piauí

Educadora, escritora e incentivadora da leitura, Gilvane Lídia participa do Projeto Piauí em Letras desde a sétima edição


Imagem: Piauí em Letras | Edição: Firefly


Natural de Alagoinha do Piauí, Gilvane Lídia de Brito construiu sua trajetória profissional e cultural unindo educação, literatura e incentivo à leitura. Coordenadora da Unidade Escolar Francisco Teodoro de Brito, ela também atua em projetos voltados à formação de leitores e à valorização da produção literária.

Licenciada em Normal Superior pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Gilvane Lídia possui pós-graduação em Psicopedagogia Clínica e Institucional. Além da atuação na área educacional, exerce a função de coordenadora administrativa do Club de Leitura Patativa do Assaré, movimento social dedicado ao incentivo à leitura em sua cidade natal.

A educadora também é professora no município de Campo Grande do Piauí e já atuou como instrutora de literatura do Ponto de Cultura CRIARTE, espaço dedicado ao fomento da arte, da cultura e da inclusão social no município.


A poesia e o cordel

A literatura ocupa um espaço especial na trajetória de Gilvane Lídia. Apaixonada pela escrita e pelas produções de cordel, ela escreve versos poéticos desde cedo.

A relação com esse gênero literário também está ligada às suas origens. Gilvane mora no povoado Serra Velha, em Alagoinha do Piauí, onde vive com as duas filhas, Sofia e Ana Larissa.

Sua produção literária transita pelo universo da poesia e do cordel, mantendo uma relação com a cultura e as características da comunidade onde nasceu e vive.


Reconhecimento em concurso de poesia

Em 2022, Gilvane Lídia recebeu uma Menção Honrosa da Academia de Letras da Região de Picos (ALERP), na categoria adulto do concurso de poesia.

Na ocasião, participou com o soneto “Antes mil vezes perder-te”, obra que lhe rendeu o reconhecimento da instituição.

A premiação passou a integrar sua trajetória como escritora e representa um registro de sua participação em iniciativas de valorização da produção poética regional.


Participação no Projeto Piauí em Letras

A trajetória literária de Gilvane Lídia também está registrada no Projeto Piauí em Letras, iniciativa que reúne escritores e produções literárias do estado.

Sua primeira participação ocorreu no Livro VII, lançado em Floriano (PI), em 2024. No ano seguinte, participou da oitava edição, em 2025.


Imagem: Lançamento do livro VII | Edição: IA



Em 2026, Gilvane integrou a edição mais recente do projeto, lançada em Cocal (PI), apresentando três poesias: “Encenação Real”, “Ana Larissa” e “Indecifrável”.

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A participação em diferentes edições do projeto evidencia a continuidade de sua produção e sua presença em espaços de divulgação da literatura piauiense.


Educação e literatura como caminhos

A atuação de Gilvane Lídia de Brito reúne diferentes frentes: o trabalho na educação, o incentivo à leitura, a participação em iniciativas culturais e a produção de poesia.

Em Alagoinha do Piauí, sua trajetória está ligada tanto ao ambiente escolar quanto às ações de estímulo à leitura e à literatura. Como escritora, encontra na poesia e no cordel uma forma de expressão que acompanha sua história desde a juventude.

As informações para esta matéria foram colhidas pelo Blog do Evaldo Neres junto ao Projeto Piauí em Letras e por meio de pesquisa na internet. 



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9/07/2026

Francisco de Almeida: do Direito à poesia, a história de um grande nome do cordel piauiense

Natural de Castelo do Piauí, Francisco de Almeida construiu uma trajetória que une a advocacia pública, a poesia popular, a cultura e a valorização da história e da identidade piauiense.


Imagem ilustrativa | Edição: I


A história da literatura piauiense é construída por diferentes vozes, estilos e trajetórias. Entre esses nomes está Francisco de Almeida, natural de Castelo do Piauí, nascido em 1956, cuja caminhada reúne a experiência no campo jurídico e uma expressiva produção dedicada à poesia popular e à literatura de cordel.

Aposentado como Advogado da União de Categoria Especial, Francisco de Almeida integrou a Advocacia-Geral da União (AGU), depois de ser aprovado em diversos concursos na área jurídica. Sua formação acadêmica inclui pós-graduação lato sensu em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho, pela Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal, além de pós-graduação em Direito Civil e Processual Civil, pela Universidade Católica Dom Bosco, em convênio com o Marcato Cursos Jurídicos.

Mas, além das atividades ligadas ao Direito, Francisco encontrou na literatura uma importante forma de expressão.

A poesia popular como instrumento de cultura e memória

Poeta popular com mais de duzentos cordéis, entre obras publicadas e inéditas, Francisco de Almeida desenvolve sua produção em diferentes estilos e temas, utilizando a métrica, as rimas e a linguagem característica da literatura de cordel para abordar assuntos culturais, históricos, sociais e institucionais.

Sua produção também alcança temas relacionados à Justiça e à Advocacia Pública. Em seus chamados cordéis institucionais, o escritor utiliza os versos populares para aproximar o leitor de acontecimentos, instituições e personagens ligados ao universo jurídico.

A literatura, nesse contexto, transforma temas muitas vezes considerados formais ou complexos em versos acessíveis, preservando o ritmo e a tradição da cultura popular nordestina.

Entre suas produções estão títulos como “Os Três Últimos Pedidos de Alexandre, o Grande”, “A Língua Ferina é a mesma que Nina”, “Consumidor Protegido tem o Direito Garantido”, “Condutor Capaz é Trânsito em Paz”, “Nosso Sofrimento é Proporcional ao Lamento”, “Não Existe Felicidade sem um Toque de Serenidade”, “Um Sorriso com Ternura não é Remédio mas Cura”, “Humildemente me Arrisco Louvar o Papa Francisco”, “Eis o Profeta Gentileza, José Datrino foi Beleza”, “Vou ao Estádio Satisfeito porque Torcedor tem Direito” e “Carlos Said Destemido, tão Forte quanto o Apelido”.

Presença em publicações e na literatura piauiense

A produção de Francisco de Almeida também ganhou espaço em importantes iniciativas de divulgação da literatura do Piauí.

Segundo informações reunidas pelo Projeto Piauí em Letras, o escritor integra o acervo de biografias comentadas do projeto, que registra e divulga a trajetória de escritores piauienses.

Seu nome também aparece em publicações oficiais do grupo, incluindo as coletâneas “Piauí em Letras VII, VIII & IX”, contribuindo para o registro da produção literária do Estado.
Piauí em Letras VII
Piauí em Letras VIII
Piauí em Letras IX
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Outro destaque é sua participação na Revista de Repente, da Fundação Nordestina de Cordel, na qual possui 66 publicações, evidenciando sua presença no cenário da poesia popular.

Membro de academias literárias

A atuação de Francisco de Almeida ultrapassa a produção individual. O escritor ocupa cadeiras em diferentes instituições acadêmicas e culturais.

Entre elas estão a Academia de Mestres Maçons, na Cadeira nº 86, cujo patrono é Joel Borges; a Academia Piauiense de Literatura de Cordel (APLC), Cadeira nº 01, tendo como patrono Firmino Teixeira do Amaral; a Academia Piauiense de Trovas, Cadeira nº 33, patrono Bilé Carvalho; e a Academia Piauiense de Poesia, Cadeira nº 37, patrono Abdias da Costa Neves.

Também integra a Academia Longaense de Letras, Cultura, História e Ecologia (ALLCHE), na Cadeira nº 13, cujo patrono é Jacinto Bezerra Sobrinho, e a Academia Mundial de Letras da Humanidade, que tem como patrono Pedro Nonato da Costa.

Essas participações refletem o reconhecimento de sua atuação no universo das letras e da cultura.

Do cordel às emissoras de rádio e televisão

Francisco de Almeida também levou a literatura de cordel para além dos livros e folhetos.

Ao longo de sua trajetória, participou de diversos eventos e programas de rádio e televisão, apresentando e divulgando a poesia popular. Entre essas participações está a TV Justiça, de âmbito nacional, ampliando o alcance de sua produção e contribuindo para a divulgação da literatura de cordel.

Sua atuação demonstra como o cordel pode ocupar diferentes espaços, dialogando tanto com a cultura popular quanto com instituições e meios de comunicação.

Honrarias pelo trabalho desenvolvido

O trabalho desenvolvido ao longo dos anos também lhe rendeu diversas homenagens.

Entre as honrarias recebidas está a Comenda do Mérito Renascença do Estado do Piauí, concedida pelo Governo do Estado, com medalha e diploma.

Francisco de Almeida também recebeu a Medalha do Mérito Eleitoral “Desembargador José Vidal de Freitas”, Classe Especial, concedida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI), além da Medalha de Amigo do Exército, concedida pelo 25º Batalhão de Caçadores, em Teresina.

Na área acadêmica e literária, recebeu ainda o Diploma e Medalha de Doutor em Literatura de Cordel e o Título Honoris Causa, acompanhado de Diploma e Medalha de Doutor em Filosofia Universal, Ph. I. Filósofo Imortal, concedidos pela Academia Mundial de Letras da Humanidade, fundada e presidida pelo poeta Camilo Martins.

As raízes de Castelo do Piauí presentes nos versos

Nascido em Castelo do Piauí, Francisco de Almeida mantém em sua trajetória literária elementos ligados à memória, à cultura e à identidade piauiense.

A experiência vivida desde a infância no município aparece como parte da bagagem cultural que acompanha sua produção. Por meio dos versos, o escritor ajuda a preservar histórias, personagens, costumes e aspectos da cultura do Piauí.

Seu trabalho representa, dessa maneira, uma ponte entre diferentes mundos: o conhecimento jurídico, a tradição da poesia popular, a história e a identidade cultural de seu Estado.

Um nome respeitado entre os escritores piauienses

A atuação de Francisco de Almeida também se destaca pela contribuição a obras de outros escritores. Seu conhecimento e experiência fazem com que seja frequentemente convidado para prefaciar livros e produzir textos de orelha para publicações locais.
Essa participação amplia sua contribuição para além de sua própria obra, ajudando também na valorização e divulgação de outros autores da literatura piauiense.

Uma trajetória que une conhecimento e cultura

A história de Francisco de Almeida revela uma trajetória marcada pela diversidade. De um lado, uma carreira consolidada no Direito, construída com formação acadêmica e aprovação em concursos públicos. De outro, a dedicação à poesia popular, à literatura de cordel e à preservação da memória cultural.

Com centenas de cordéis publicados ou ainda inéditos, presença em revistas e coletâneas, participação em academias, eventos, rádios e televisão, o escritor se tornou uma referência entre aqueles que trabalham pela valorização da literatura popular no Piauí.

Sua caminhada mostra que Direito e poesia, conhecimento acadêmico e cultura popular podem caminhar lado a lado, produzindo uma obra que ultrapassa os limites de uma profissão e se transforma em registro de uma época, de um povo e de uma identidade.

Francisco de Almeida é, portanto, mais um dos nomes que ajudam a escrever, em versos e histórias, a rica trajetória cultural do Piauí.



Fonte pesquisada: Projeto Piauí em Letras.

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9/04/2026

Evelyne Ellene: entre a Psicologia, a Educação e a literatura, uma trajetória marcada pela arte

Professora, psicoterapeuta, escritora e palestrante, Evelyne Ellene Alves de Carvalho construiu uma trajetória acadêmica e literária marcada pelo conhecimento, pela sensibilidade e pelo incentivo recebido da mãe.


Foto: reprodução/Piauí em Letras | Edição: Firefly


Uma trajetória construída entre o conhecimento e a arte

A história de Evelyne Ellene Alves de Carvalho é marcada pelo encontro entre a educação, a Psicologia, a Filosofia e a literatura. Filha de Osmar e Asti, mãe de Clara Sophya e Francisco Emannuel, Evelyne reside em Floriano, no Piauí, onde também desenvolve parte de suas atividades profissionais e acadêmicas.

Sua formação reúne diferentes áreas do conhecimento. É graduada em Psicologia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e em Filosofia pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Também possui os títulos de mestra e doutora em Educação, consolidando uma trajetória acadêmica dedicada ao estudo, à formação e à produção do conhecimento.

Professora do quadro efetivo da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Evelyne também atua como palestrante, escritora e ministrante de cursos. Na área da Psicologia, trabalha ainda como psicoterapeuta clínica, conciliando a atividade profissional com sua produção intelectual e literária.


A literatura como espaço de expressão

A relação de Evelyne com a escrita começou ainda na adolescência. Segundo ela, esse caminho foi fortemente influenciado pela mãe, Asti, uma grande incentivadora das artes em geral e presença importante em sua aproximação com o universo artístico.

Ao longo dos anos, a escrita deixou de ser apenas uma experiência pessoal e passou a integrar sua trajetória cultural e literária. Evelyne tornou-se integrante dos coletivos Clube dos Poetas Mortais e Farol Literário, participando de diferentes projetos e publicações.

Entre as obras das quais participou estão “Seleta II” e “Seleta III”, “Prelúdio: O outubro da minha infância”, “Pequenas Grandes Coisas”, “O nome da minha saudade”, “Ensaios sobre o Rio Parnaíba” e “Piauí em Letras VII, VIII e IX”.

Capa do livro
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Presença na literatura piauiense

A participação na série “Piauí em Letras” representa mais um capítulo de sua contribuição para a produção literária do estado. A edição mais recente, Piauí em Letras IX, teve seu lançamento realizado recentemente na Câmara de Vereadores de Cocal-PI, reunindo escritores, leitores e representantes da cultura local.

O momento também reforçou a presença da literatura como instrumento de valorização da memória, da identidade e da produção intelectual piauiense.


Conhecimento, sensibilidade e inspiração

A trajetória de Evelyne Ellene demonstra como diferentes campos do conhecimento podem dialogar e se complementar. Psicologia, Filosofia, Educação e literatura aparecem, em sua caminhada, não como áreas isoladas, mas como diferentes formas de compreender o ser humano, a sociedade e as experiências que atravessam a vida.

Entre a sala de aula, os livros, as palestras, a clínica e os espaços literários, Evelyne segue construindo uma trajetória que tem na palavra uma importante ferramenta de reflexão e expressão.

E, nessa caminhada, permanece presente a influência de quem, ainda no início de sua vida, ajudou a despertar o gosto pela arte: sua mãe, Asti. Foi nesse incentivo familiar que nasceu uma relação com a escrita que atravessou a adolescência e chegou à vida acadêmica, profissional e literária.

Evelyne Ellene Alves de Carvalho representa, assim, uma dessas trajetórias em que conhecimento e sensibilidade caminham lado a lado — transformando experiências em aprendizado e palavras em memória.



Fonte: Projeto Piauí em Letras.

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9/01/2026

Eva Graça Maria de Brito: uma trajetória dedicada à educação, à leitura e à literatura piauiense

Natural de Alagoinha do Piauí e radicada em Picos, professora e escritora se destaca pelo incentivo à leitura, pela produção literária e pela participação em importantes projetos e coletâneas da literatura piauiense.


Imgem ilustrativa: Piauí em Letras • Edição: IA




Da educação à literatura

A educação, a leitura e a literatura fazem parte da trajetória de Eva Graça Maria de Brito, natural de Alagoinha do Piauí e atualmente residente em Picos, onde construiu uma trajetória profissional ligada à educação e à promoção da leitura.

Professora do quadro efetivo da Secretaria de Estado da Educação, Eva Graça Maria de Brito também desenvolve trabalhos voltados ao incentivo à leitura, aproximando a literatura de leitores e comunidades e contribuindo para a valorização da produção cultural piauiense.

Seu percurso reúne, portanto, duas áreas que caminham lado a lado: a educação e a literatura.

Reconhecimento como cidadã picoense

A atuação desenvolvida em Picos também lhe rendeu um importante reconhecimento público.
Em 2023, Eva Graça Maria de Brito recebeu, honrosamente, o título de “Cidadania Picoense”, distinção que representa o reconhecimento de sua ligação com o município e de sua contribuição para a sociedade local.

A homenagem se soma à trajetória construída ao longo dos anos por meio da educação, da literatura e das ações de incentivo à leitura.

Uma escritora presente em diferentes projetos literários

Na literatura, Eva Graça Maria de Brito possui produção diversificada e participação em diferentes projetos, coletâneas e antologias.

Entre suas produções está o cordelivro “Uma Violência Chamada Bullying”, obra que aborda uma temática de relevância social e educacional, especialmente no ambiente escolar, onde o enfrentamento à violência e ao bullying constitui um desafio permanente.

A escritora também é coautora de Piauí em Letras, projeto que reúne escritores e escritoras em torno da valorização da literatura produzida no estado.

Sua participação se estende ainda à coletânea Literarte Celebra o Nordeste Brasileiro e a outras publicações que reúnem diferentes vozes da literatura.

Presença em antologias

Eva Graça Maria de Brito também integra diversas antologias literárias, ampliando sua presença no cenário da produção escrita.

Entre as obras das quais participa estão Vozes Femininas, Enamorados, Mil Poemas que Marcaram uma Época, Da Sujeição à Ascensão: Pulgores do Empoderamento Feminino, Ser Mulher, Oxente Poemas Nordestinos, Antologia do Piauí Poético e a coleção Vozes do Piauí.

A participação em diferentes publicações evidencia uma trajetória literária marcada pela diversidade temática e pela disposição em integrar iniciativas coletivas de valorização da literatura.

Incentivo à leitura e participação cultural

Além da produção literária, um dos aspectos que se destacam na trajetória de Eva Graça Maria de Brito é seu envolvimento com o incentivo à leitura.

Em Alagoinha do Piauí, integra o Club de Leitura Patativa do Assaré, espaço dedicado à leitura, à discussão literária e à aproximação da comunidade com os livros e seus autores.

A atuação em clubes e projetos de leitura reforça o papel da literatura como instrumento de formação, conhecimento e transformação social.

Academia Letras do Vale do Riachão

A trajetória literária de Eva Graça Maria de Brito também está representada na Academia Letras do Vale do Riachão (ALVAR).

A escritora ocupa a cadeira nº 13 da instituição, passando a integrar um espaço dedicado à preservação, valorização e divulgação da literatura e da cultura regional.

A participação em uma academia de letras representa mais uma etapa de sua caminhada no universo literário e cultural do Piauí.

Uma voz da literatura piauiense

Entre a sala de aula, os projetos de incentivo à leitura, os clubes literários, as academias e as publicações coletivas, Eva Graça Maria de Brito vem construindo uma trajetória que une educação e literatura.

Natural de Alagoinha do Piauí, residente em Picos e com atuação profissional na educação pública, a escritora mantém vínculos com diferentes iniciativas literárias e culturais, contribuindo para que a produção de autores piauienses alcance novos leitores.

Sua história representa, sobretudo, a presença da mulher piauiense na literatura e a importância de professores e escritores na formação de novos leitores.

A trajetória de Eva Graça Maria de Brito integra, assim, o conjunto de histórias que ajudam a contar a diversidade e a riqueza da literatura produzida no Piauí.



Fonte das informações
As informações biográficas e literárias foram fornecidas pelo Projeto Piauí em Letras, complementadas por pesquisa realizada nas plataformas Escavador, Cidades na Net e Recanto das Letras.

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8/29/2026

Dila Coutinho: poesia, memória e identidade piauiense em destaque no Piauí em Letras IX

Professora, escritora e poetisa de Marcolândia reúne trajetória dedicada à literatura, educação e valorização das raízes piauienses 



Uma trajetória dedicada à educação, à literatura e à cultura

A literatura piauiense ganha mais uma contribuição de destaque com a participação da escritora e poetisa Dila Anizete Coutinho na edição IX do projeto Piauí em Letras. Natural de Marcolândia, no Piauí, Dila mantém uma trajetória ligada à educação, à produção literária, à poesia e à valorização das memórias e características de sua terra natal.

Nascida em 12 de março de 1970, Dila Coutinho é professora, escritora, poetisa e fotógrafa da natureza. Graduada em Geografia e Filosofia, possui especializações em Geografia e Psicopedagogia — áreas que dialogam com sua atuação profissional e com seu olhar atento à cultura, à educação e ao conhecimento.

Sua produção também ultrapassa as fronteiras do Piauí. Dila é Delegada-membro do Portal ESCBRAS, de Contagem (Minas Gerais), e membro correspondente da ARTPOP, de Cabo Frio (Rio de Janeiro). A escritora também participou do documentário Fatos e fotos fazem a História, dedicado à sua terra natal, contribuindo para o registro de aspectos da história e da memória de Marcolândia. 


Presença em antologias e obras autorais

A trajetória literária de Dila Coutinho inclui participação em diversas coletâneas e projetos voltados à poesia e à produção cultural. Entre os trabalhos dos quais participou:

Antologia Poesias Encantadas – volumes III a VIII (São Paulo)

Antologia Intercâmbio Cultural entre Países (Paraíba)

Antologia Talento Poético (São Paulo)

Antologia Desafio Dez Dias de Poesias; Emoções (organizadas por Maria Socorro)


Edições VII e VIII do projeto Piauí em Letras

Sua produção individual reúne os títulos: Brincando com as Letras, Éramos, Superação, Marcolândia sob a Luz da Poesia I, Marcolândia sob a Luz da Poesia II e Fragmentos de uma História: Mariano da Silva Neto. Também é coautora do livro Elo Poético.


Cinco poesias no Piauí em Letras IX

Na nona edição do projeto, Dila Coutinho contribuiu com cinco poesias, reafirmando sua presença na produção literária piauiense e sua ligação com o projeto. Entre os textos selecionados está “A Cor da Poesia”, poema que utiliza imagens, cores, sentimentos e referências ao próprio fazer poético para construir uma homenagem à sensibilidade de quem transforma experiências em versos.

No poema, a autora percorre elementos como amizade, saudade, sonhos, esperança, amor e memória — aproximando a poesia da própria trajetória de uma mulher dedicada à escrita e à educação.


A Cor da Poesia

Em A Cor da Poesia, Dila Coutinho apresenta uma composição marcada por imagens poéticas e pela valorização da palavra como instrumento de expressão e de transformação. O poema conduz o leitor por diferentes dimensões da criação literária: pela imaginação, pelas rimas, pelos versos e pelas emoções que se tornam poesia.

A obra também estabelece uma relação entre a escrita e as experiências de vida, destacando dedicação, amizade, maternidade e compromisso com a família. Ao final, associa a arte de escrever a uma verdadeira missão — reforçando a literatura como forma de expressão pessoal e de compartilhamento de sentimentos e histórias.


Literatura como ponte entre memória e identidade

A produção de Dila Coutinho revela uma forte ligação com a história e a identidade de Marcolândia. Esse vínculo aparece não apenas em sua atuação como escritora, mas em títulos dedicados à cidade e à memória de personagens de sua terra. A literatura se apresenta, em suas mãos, como instrumento de registro, preservação e valorização da memória local.

A participação no documentário e as obras Marcolândia sob a Luz da Poesia I e II são exemplos claros dessa relação entre criação artística e identidade cultural.


Uma voz feminina que enriquece a literatura piauiense

A trajetória de Dila Coutinho reúne educação, filosofia, geografia, fotografia e literatura — campos que se entrelaçam em uma produção sensível, atenta ao cotidiano e profundamente enraizada nas raízes piauienses. Sua presença no Piauí em Letras IX não é apenas uma participação em mais uma coletânea: é a continuidade de uma caminhada construída ao longo dos anos, com livros publicados, antologias e um trabalho constante de preservar a memória e a cultura.

A poesia, em sua trajetória, permanece como espaço de expressão, memória e identidade — uma forma de transformar experiências, sentimentos e lembranças em palavras que tocam e inspiram novos leitores.




Fonte: Projeto Piauí em Letras.

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8/20/2026

Claucio Ciarlini: escritor, professor e jornalista cultural que fortalece a literatura piauiense

Com trajetória iniciada na década de 1990, Claucio Ciarlini reúne atuação na literatura, educação, jornalismo cultural, edição e produção audiovisual no Piauí.



Claudio Ciarlini • Foto: Piauí em Letras | Edição: Firefly


Uma trajetória dedicada à literatura e à cultura

A literatura piauiense tem entre seus nomes contemporâneos o escritor, professor, editor e jornalista cultural Claucio Ciarlini, cuja trajetória reúne produção literária, atuação educacional, jornalismo cultural e iniciativas voltadas à valorização da cultura e da memória do Piauí.

Claucio Ciarlini nasceu em Teresina, em 1981, e atualmente tem 45 anos. Reside em Parnaíba desde a infância, com algumas passagens pelo Ceará, cidade onde consolidou grande parte de sua trajetória intelectual e cultural. Ao longo dos anos, também manteve vínculos com o Ceará, ampliando suas experiências pessoais e culturais.

Sua aproximação com a literatura começou ainda em 1996. Três anos depois, em 1999, passou a se apresentar como escritor, inicialmente por meio de textos encadernados que eram distribuídos entre amigos, colegas e professores.

A experiência inicial se transformaria, posteriormente, em uma trajetória marcada pela publicação de livros, participação em coletâneas, edição de periódicos e envolvimento em projetos de incentivo à literatura.


O Piaguí e o jornalismo cultural

Um dos capítulos importantes dessa trajetória está relacionado ao Jornal Cultural O Piaguí, criado em 2007 e mantido até 2022.

Ciarlini participou da criação e atuou como editor do periódico, que se tornou um espaço de circulação para manifestações literárias e culturais.

Sua atuação como jornalista cultural também inclui colaboração com publicações como os jornais Norte do Piauí, Correio do Norte e Voz do Igaraçu, além de plataformas digitais.

O trabalho editorial representa uma extensão de sua própria produção literária, aproximando escritores, leitores e diferentes manifestações culturais.


Piauí Poético amplia espaço para a literatura

Em 2022, Claucio Ciarlini passou a integrar outra iniciativa voltada à produção literária: a Revista Piauí Poético, da qual é editor.

A publicação surgiu dentro de um movimento de valorização da poesia e da literatura produzidas no estado.

Ciarlini também criou, juntamente com o escritor Wilson Maldonado, o grupo Piauí Poético, ampliando as ações destinadas à divulgação da produção literária piauiense.

A iniciativa se soma a outras experiências desenvolvidas pelo escritor ao longo dos anos, sempre com a literatura como um dos principais eixos de sua atuação cultural.


Claucio Ciarlini e sua trajetória no Piauí em Letras

A trajetória de Claudio Ciarlini também está ligada ao projeto Piauí em Letras, do qual participa desde a IV edição, realizada em 2019. Integrante do elenco de escritores da iniciativa, o autor vem acompanhando diferentes edições de uma coletânea que reúne representantes de diversas regiões do estado e evidencia a diversidade da produção literária piauiense contemporânea.

Essa participação teve um momento especial em 18 de julho de 2023, quando Ciarlini esteve em Cocal-PI para o lançamento do livro Piauí em Letras IX, realizado na Câmara Municipal de Vereadores. O evento reuniu escritores e leitores em torno de uma publicação que apresenta textos de diferentes gêneros, entre eles poesia, conto, crônica e prosa.


Claudio Ciarlini • Imagem: Piauí em Letras | Edição: Dola AI

O Piauí em Letras IX integra uma proposta voltada à difusão da cultura escrita e à valorização dos autores piauienses. Ao reunir escritores com diferentes trajetórias e estilos em uma mesma publicação, o projeto favorece o intercâmbio cultural e amplia a circulação da produção literária do estado.

Mais do que reunir textos em uma coletânea, a iniciativa contribui para preservar e divulgar diferentes perspectivas sobre a identidade, a memória e a realidade do Piauí, além de aproximar escritores e leitores.

A presença de Claudio Ciarlini em Cocal, portanto, representa um capítulo de uma participação iniciada anos antes e que se soma às diversas frentes de atuação do escritor na promoção da literatura e da cultura piauiense.


Produção literária

Claucio Ciarlini possui livros publicados tanto em produções individuais quanto coletivas.

De acordo com as informações reunidas para esta matéria, são 10 livros publicados, sendo cinco de autoria própria e cinco coletâneas idealizadas e organizadas por ele.

Além da produção editorial, o escritor também participa de entidades literárias. É membro da Academia Parnaibana de Letras (APAL), da Academia de Letras do Brasil (ALB) e da Academia Mundial de Letras da Humanidade (AMLH).

Também está entre os organizadores do Almanaque da Parnaíba, publicação de relevância para a preservação e divulgação da memória cultural da região.


Literatura, educação e história

A atuação de Ciarlini não se limita à produção literária. Professor, ele também desenvolve atividades relacionadas à educação e à história.

É mestre em Ensino de História pelo ProfHistória, da UESPI, e atua como supervisor do projeto Cinema e História, desenvolvido na escola estadual Cândido Oliveira.

A experiência com o audiovisual também aparece em sua trajetória como cineasta amador, aproximando cinema, educação, história e cultura.

Essa diversidade de áreas de atuação contribui para uma trajetória que transita entre a sala de aula, a literatura, o jornalismo e os projetos culturais.


Reconhecimento pela contribuição à cultura piauiense

O trabalho desenvolvido por Claucio Ciarlini também recebeu reconhecimento institucional.

Em 2023, recebeu o Título de Cidadão Parnaibano, em reconhecimento à sua ligação com Parnaíba e à contribuição para a vida cultural do município.

No ano seguinte, em 2024, foi agraciado com a Medalha da Ordem do Mérito Renascença, em reconhecimento aos serviços prestados à Literatura, à Cultura e à Educação no Piauí.

Em 2025, foi homenageado como escritor na 4ª Feira Literária de Barra Grande, reforçando o reconhecimento de sua atuação no cenário cultural piauiense.


Um trabalho construído ao longo de décadas

Da primeira experiência literária, iniciada em 1996, às atividades como escritor, professor, editor e jornalista cultural, Claucio Ciarlini construiu uma trajetória marcada pela participação em diferentes frentes da cultura piauiense.

Sua atuação em projetos editoriais, academias literárias, iniciativas educacionais e movimentos de valorização da literatura demonstra a amplitude de seu trabalho e sua presença no cenário cultural de Parnaíba e do Piauí.

Mais do que uma produção individual, sua trajetória também está associada à criação de espaços para que outros escritores e produtores culturais possam publicar, divulgar e compartilhar suas obras.



Por Blog Evaldo Neres

Esta matéria foi produzida a partir de informações biográficas e fontes de pesquisa relacionadas à trajetória de Claucio Ciarlini, incluindo registros da Academia Parnaibana de Letras (APAL), O Piaguí, Piauí em Letras e redes sociais.




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