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9/09/2026

Gente da Gente: Jefferson Ricardo, o “Catitão”, uma vida marcada pelo amor ao futebol e por histórias que emocionam

Conhecido carinhosamente como “Catitão”, Jefferson Ricardo Azevedo e Silva é cocalense, autônomo e apaixonado por futebol, esporte que lhe proporcionou um dos momentos mais emocionantes de sua vida.


Foto: Anônima | Edição: Firefly


Nascido em 27 de julho de 1987, em Cocal-PI, Jefferson é profissional autônomo e atualmente solteiro. 

Filho da terra, mantém uma forte ligação com sua cidade e, principalmente, com uma de suas maiores paixões: o futebol.


Catitão: apelido que virou identidade

Para muitos, talvez o nome Jefferson Ricardo Azevedo e Silva seja pouco conhecido quando comparado ao apelido que o acompanha no cotidiano.

Catitão é seu apelido carinhoso e também seu “nome de guerra”, como ele próprio define. É assim que é reconhecido por amigos e companheiros, especialmente no meio esportivo.

E quando o assunto é esporte, não há dúvida sobre qual é a preferência de Jefferson.

“Minha maior paixão é o futebol.”

A frase resume uma relação que vai muito além de simplesmente acompanhar partidas. 

O futebol faz parte de sua vida, de suas amizades e de momentos importantes de sua trajetória.


Uma história também marcada pela dor

Como acontece com todas as pessoas, a caminhada de Jefferson também é formada por momentos de alegria e de profunda tristeza.

Entre os fatos mais marcantes de sua vida está um dos momentos mais dolorosos que alguém pode enfrentar: 

receber a notícia de que seu primeiro filho havia ido a óbito ainda no seio materno.

Uma experiência difícil, que deixou marcas e passou a fazer parte de sua história pessoal.

Mesmo diante de uma perda tão dolorosa, Jefferson seguiu sua caminhada, carregando consigo as lembranças e os sentimentos daquele momento.


A emoção de vestir a camisa de Cocal

Se existe uma paixão que ocupa lugar especial na vida de Jefferson, é o futebol. 

E essa paixão ganhou um significado ainda maior quando ele passou a integrar a Seleção de Cocal.

Foi justamente defendendo as cores de sua cidade que viveu um dos momentos mais emocionantes de sua trajetória esportiva.

Em 2026, a equipe cocalense conquistou o Campeonato da Planície Litorânea, promovido pela Associação Piauiense de Municípios (APPM).

A decisão aconteceu na cidade de Parnaíba-PI, diante da equipe de Buriti dos Lopes.

E o resultado não poderia ser melhor para os cocalenses: Seleção de Cocal 2 x 0 Buriti dos Lopes.

A vitória garantiu o título para Cocal e proporcionou aos jogadores, à comissão técnica e aos torcedores um momento inesquecível.

Para Jefferson, que fazia parte da equipe, aquela conquista teve um significado ainda mais especial.


Um título para guardar na memória

Vestir a camisa da Seleção de Cocal e participar de uma conquista representando sua própria cidade é, certamente, uma experiência que permanece na memória.

Para quem tem no futebol sua maior paixão, levantar um troféu defendendo as cores do município onde nasceu representa muito mais do que uma simples vitória dentro de campo.

É orgulho.

É emoção.

É pertencimento.

É poder dizer que, de alguma maneira, também ajudou a escrever uma página importante da história esportiva de Cocal.

O título da Planície Litorânea 2026 passou a ocupar um lugar especial entre as lembranças de Jefferson Ricardo, o nosso Catitão.


Gente como a gente

O “Gente da Gente” busca justamente histórias como a de Jefferson: pessoas comuns, que fazem parte do cotidiano da comunidade e que, através de suas experiências, ajudam a construir a identidade de Cocal.


Catitão é um desses personagens.

Autônomo, cocalense, amigo, companheiro de equipe e apaixonado pelo futebol, 

Jefferson carrega uma história que mistura superação, emoção, amizade, paixão pelo esporte e orgulho de representar sua terra.

Entre as dores que a vida impôs e as alegrias que o futebol lhe proporcionou, ele segue escrevendo sua própria história.

E agora, essa história também fica registrada nas páginas do Blog Evaldo Neres, através do quadro “Gente da Gente”.

Jefferson Ricardo Azevedo e Silva — Catitão

Nascimento: 27 de julho de 1987

Naturalidade: Cocal-PI

Profissão: Autônomo

Estado civil: Solteiro

Apelido: Catitão

Esporte preferido: Futebol

Paixão: Futebol

Equipe: Seleção de Cocal

Momento marcante no esporte: Conquista do Campeonato da Planície Litorânea 2026, em Parnaíba-PI, com vitória de Cocal por 2 a 0 sobre Buriti dos Lopes.



🟡 Blog Evaldo Neres — Informação que acontece, notícia que chega até você.

8/09/2026

Seu Chaga: uma vida dedicada à família, ao trabalho e à fé

Aos 100 anos, Francisco das Chagas de Oliveira, conhecido como Seu Chaga, carrega uma história marcada pelo trabalho no campo, pela convivência familiar e pela participação na comunidade católica de Cocal




A história de uma comunidade também é construída por pessoas que, muitas vezes, levam uma vida simples, dedicada ao trabalho, à família e à fé. É nesse espírito que o Blog Evaldo Neres apresenta mais um personagem da série “Gente da Gente”: Francisco das Chagas de Oliveira, conhecido carinhosamente na família e na vizinhança como Seu Chaga.

Nascido em 6 de agosto de 1926, na comunidade de Campestre, zona rural de Cocal-PI, Seu Chaga chega aos 100 anos de vida com uma trajetória ligada às raízes do campo e à convivência familiar.

Segundo informações repassadas pela família, ele mora em Cocal há cerca de 50 anos, onde construiu parte significativa de sua história e estabeleceu vínculos com familiares, amigos e pessoas da comunidade.


A vida no campo

Durante sua trajetória, Seu Chaga teve como profissão o trabalho de lavrador, atividade que marcou sua vida e representa uma realidade vivida por muitas gerações de homens e mulheres da zona rural.

O trabalho na agricultura, além de garantir o sustento da família, fez parte de uma rotina de dedicação e simplicidade, característica de quem aprendeu, desde cedo, a lidar com a terra e com os desafios da vida no campo.

Sua história também se mistura à própria memória de uma época em que o trabalho rural ocupava um espaço ainda mais significativo na vida das famílias.


Família: uma história construída ao longo dos anos

Ao longo de sua vida, Seu Chaga formou uma família que hoje reúne diferentes gerações.

São seis filhos, sendo dois deles já falecidos, além de três noras, seis netos, também com perdas na família, e seis bisnetos.

Essa descendência representa uma história que continua sendo construída e que mantém viva a memória e os valores transmitidos ao longo das gerações.


Fé que acompanha sua caminhada

A religiosidade também ocupa um lugar importante na vida de Francisco das Chagas de Oliveira.

Católico e praticante, Seu Chaga participa do Apostolado da Oração, movimento presente na vida de muitos católicos e que integra sua caminhada de fé.

A participação religiosa, segundo a família, faz parte de sua história e de sua relação com a comunidade.


Um passatempo simples e tradicional

Entre as atividades que aprecia nos momentos de lazer está uma prática bastante conhecida e tradicional: jogar baralho.

O passatempo, além de servir como entretenimento, também pode representar momentos de convivência e descontração, especialmente quando compartilhado com familiares, amigos e conhecidos.


Um século de memórias

Chegar aos 100 anos é atravessar diferentes períodos da história e testemunhar profundas transformações na sociedade, nas famílias e na própria comunidade.

A trajetória de Seu Chaga, marcada pelo trabalho como lavrador, pela construção de uma família e pela vivência da fé católica, representa uma dessas histórias que ajudam a preservar a memória de Cocal e de sua gente.

Mais do que registrar uma idade, a série “Gente da Gente” busca valorizar pessoas que fazem parte da história cotidiana do município — personagens que, com suas experiências, contribuem para formar a identidade de uma comunidade.

Neste 6 de agosto de 2026, quando Francisco das Chagas de Oliveira completa 100 anos, familiares e pessoas próximas têm a oportunidade de celebrar não apenas o aniversário de Seu Chaga, mas também uma caminhada de um século de vida.

Seu Chaga é, sobretudo, parte da memória viva de sua família, de sua comunidade e de Cocal.


Gente da Gente

A série “Gente da Gente”, do Blog Evaldo Neres, busca contar histórias de pessoas que fazem parte da vida e da memória de Cocal e região, valorizando suas trajetórias, experiências, famílias, profissões, costumes e participação na comunidade.


Confira mais na página de fotos.👇

https://draft.blogger.com/blog/page/edit/5669040330821455548/9038058369923486380




Informações para esta matéria foram repassadas pela família de Francisco das Chagas de Oliveira.


8/04/2026

Gente da Gente | Maria da Graça França de Carvalho: uma educadora que ajudou a formar gerações em Cocal

Pedagoga, ex-diretora e professora, Dona Graça marcou a história da educação cocalense e permanece como uma referência de dedicação ao ensino e à comunidade. 




Professora Graça França • Foto: Ilustrativa | Edição: ChatGPT


Uma vida dedicada à educação
A história de Maria da Graça França de Carvalho está diretamente ligada ao desenvolvimento da educação em Cocal, no Norte do Piauí. Nascida em 26 de abril, no próprio município, ela construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com o ensino, a formação de jovens e a valorização da escola pública.
Graduada em Pedagogia pela Escola Normal Francisco Correia, em Parnaíba (PI), Dona Graça dedicou grande parte de sua vida profissional à educação, tornando-se uma das professoras mais lembradas por diferentes gerações de estudantes.

Atuação profissional
Ao longo de sua carreira, Maria da Graça exerceu importantes funções na rede de ensino. Foi diretora da CETI José Basson e também atuou como professora de Estudos Sociais, ministrando conteúdos de História e Geografia.
Seu trabalho foi reconhecido pelo compromisso com a aprendizagem, pela disciplina em sala de aula e pelo incentivo constante ao desenvolvimento dos alunos.

Reconhecimento
Entre as lembranças que guarda com carinho está o fato de ter sido a professora mais homenageada da cidade durante as celebrações do Dia do Professor, reconhecimento que simboliza o carinho e o respeito conquistados ao longo de sua trajetória.


Emanuel de Jesus Sousa  • Foto: Evaldo Neres | Edição: Firefly


A lembrança dos ex-alunos
O carinho dos antigos estudantes permanece vivo. Um dos depoimentos mais marcantes é do ex-aluno Manim Belo, que recorda com emoção os tempos de sala de aula:
"Dona Graça era uma grande personalidade. Pessoa bacana. Quando as meninas vinham pra ficar com ela... de pé escrevendo. Ela escrevia tão rápido e eu lá atrás, brincando, não dava tempo nem escrever tudo e ela falava: 'Vou apagar!'. Grande personalidade. Eu adoro minha ex-professora, Dona Graça."

O relato traduz o respeito e a admiração construídos ao longo de décadas de dedicação ao magistério.

Vida atualmente
Mesmo aposentada da atividade profissional, Maria da Graça continua residindo em Cocal (PI), onde permanece participando da vida comunitária.
Ela integra o Apostolado da Oração, movimento da Igreja Católica voltado à espiritualidade e ao serviço cristão, mantendo seu compromisso com a fé e com a comunidade.

Gente da Gente
A trajetória de Maria da Graça França de Carvalho demonstra como a educação transforma vidas e deixa marcas permanentes. Seu trabalho ultrapassou os limites da sala de aula, tornando-se parte da história de inúmeras famílias cocalenses.
Mais do que ensinar conteúdos, Dona Graça ajudou a formar cidadãos, conquistando o reconhecimento de colegas, ex-alunos e da comunidade. Sua história representa a dedicação silenciosa de tantos educadores que fizeram da escola um espaço de aprendizado, respeito e construção de valores.
Redes sociais: Instagram: @graça.frança.oficial | WhatsApp (uso pessoal).



Fontes consultadas: Informações fornecidas pela homenageada e por pessoas de sua convivência para esta reportagem.


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