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10/20/2026

Jardel Viana de Sousa integra o livro Piauí em Letras IX e se destaca na educação, música e literatura

Professor, escritor, músico e gestor público, Jardel Viana participa do projeto Piauí em Letras desde a sétima edição e reúne uma trajetória marcada pela educação, pela produção cultural e pelo compromisso com o conhecimento.


Jardel Viana • foto: Piauí em Letras | Edição: IA


O professor, escritor e músico Jardel Viana de Sousa é um dos integrantes do livro Piauí em Letras IX e participa do projeto desde a sua sétima edição. Sua trajetória reúne experiências na educação, na gestão pública, na produção literária e na valorização da música e da cultura.

Com formação acadêmica em diferentes áreas do conhecimento, Jardel construiu um percurso profissional que articula educação, filosofia, arte e iniciativas culturais, contribuindo para a formação de pessoas e para a difusão do conhecimento.

Formação acadêmica e atuação profissional

Jardel Viana é mestre em Gestão Pública pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) e especialista em Docência do Ensino Superior. Possui licenciatura plena em Pedagogia pela UFPI, licenciatura plena em Filosofia pela Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA) e bacharelado em Teologia pelo Instituto Teológico Franciscano.

Na área educacional, atua como professor de Filosofia, Sociologia e Arte da rede estadual do Maranhão, vinculado à Secretaria de Estado da Educação (SEDUC-MA), desde 2010. Desde 2014, também exerce a função de pedagogo no Centro de Educação Aberta e a Distância e de Formação de Professores (CAFS/UFPI), conforme informações biográficas divulgadas pelo projeto Piauí em Letras.

Ao longo da carreira, também atuou como professor da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), no campus Dra. Josefina Demes, em Floriano, e do Instituto Federal do Piauí (IFPI), no campus de Floriano.

Experiência na gestão pública

A trajetória de Jardel inclui passagens pela administração pública municipal de Floriano, no Piauí. Ele ocupou os cargos de secretário municipal de Comunicação, em 2005; de Desenvolvimento e Assistência Social, entre 2006 e 2008; e de Educação, no período de 2009 a 2012.

Na área sindical, exerce a função de diretor executivo do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal do Piauí (SINTUFPI), ampliando sua atuação para além dos campos educacional e cultural.


Música, filosofia e projetos culturais

A música ocupa lugar importante em sua trajetória. Jardel é autor de canções como Princesa do Sul, Piau, Conexão Sobral, Mousikeducação, Petrópolis, Alto Itapecuru, Mesopotâmia do Piauí e Vicissitude.

Também é membro-fundador do projeto universitário Mousikeducação, vinculado ao CAFS/UFPI, e fundador e coordenador do projeto de extensão Musicalização com Instrumentos Não Convencionais, ligado ao PRIL/CAFS/UFPI.

Sua atuação cultural inclui ainda a idealização de iniciativas como Diálogos Plurais, Ensaios de Sábado à Noite, Música na Praça, Música sem Fronteiras e Arte em Linguagem. Os projetos refletem seu interesse pela aproximação entre arte, educação, pensamento crítico e participação cultural.

Jardel também colabora com o portal Piauí Notícias, por meio da coluna Óculos de Sophya, e participa do projeto universitário Café com Filosofia.

Entre suas experiências no campo cultural, estão a participação no coletivo Artistas do Sertão, o convite para a V Mostra SESC Tremembé de Música, em 2021, e a atuação na comissão organizadora do I SALIMFLOR — Salão do Livro e da Música de Floriano.


Produção literária e participação em coletâneas

Na literatura, Jardel Viana de Sousa reúne participações em livros e coletâneas que contemplam diferentes campos do conhecimento e da expressão artística.

É autor participante da obra Estudos sobre Administração Pública, publicada em 2022 pela Editora Dialética, e organizador e autor do livro Pioneirismo da Gestão Pública na UFPI.

Também integra as coletâneas Escritos do Delta, Seleta 2, Ensaios do Rio Parnaíba, Piauí em Letras VII, Ateliê Poético, Antologia Piauí Poético, publicada pela Oxente, e Prelúdio: O Outubro de Minha Infância.

Sua participação no projeto Piauí em Letras desde a sétima edição, agora também no volume IX, reforça sua presença em uma iniciativa voltada à divulgação de autores e à valorização da produção literária piauiense.


Uma trajetória entre o conhecimento e a cultura

A caminhada de Jardel Viana de Sousa demonstra como educação, música, literatura, filosofia e gestão pública podem se relacionar na construção de uma atuação profissional diversificada.

Sua experiência em instituições de ensino, projetos de extensão, iniciativas culturais e publicações literárias evidencia o envolvimento com diferentes formas de produção e compartilhamento do conhecimento.

Ao integrar o Piauí em Letras IX, Jardel dá continuidade à sua participação no projeto e acrescenta mais um capítulo à trajetória dedicada à educação, à arte e à cultura.

Fonte: Projeto Piauí em Letras.


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10/02/2026

Literatura Piauiense | Glauce Barros reúne formação acadêmica e poesia em participação no Piauí em Letras IX

Doutora em Ensino, educadora e escritora, Glauce Barros Santos Sousa Araújo participa da obra com oito poesias que abordam sentimentos como dor, amor, esperança, superação e redenção


Imagem ilustrativa | Edição: Firefly


Uma trajetória entre a educação e a literatura

A educadora e escritora Glauce Barros Santos Sousa Araújo reúne em sua trajetória experiências nas áreas da educação, literatura e gestão educacional. Doutora e Mestra em Ensino pela Universidade do Vale do Taquari (UNIVATES-RS), ela também possui especializações em Teoria do Texto e Literatura de Língua Portuguesa, Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica e Psicopedagogia nos Processos de Ensino-Aprendizagem.

Licenciada em Letras Português e Pedagogia, Glauce atua como Gerente Regional de Educação da 10ª GRE e como docente e coordenadora do curso de Pedagogia EAD do Centro Universitário UNIFAESF.

Sua atuação também está ligada à produção literária. Glauce é sócia benemérita da Academia de Letras e Belas Artes (ALBEARTES) e possui participação em diversos livros e coletâneas que reúnem autores piauienses e de outras regiões.




Produção literária
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PIAUÍ EM LETRAS IX LANÇADO EM COCAL
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Piauí em Letras IX
Foto: Evaldo Neres / Arquivo

Entre suas obras está Olhares, Vozes e Poesias, publicada em 2019. A escritora também é coautora de diversas coletâneas, entre elas Piauí em Letras III (2020), Piauí em Letras IV (2021), Piauí em Letras V (2022), Piauí em Letras VI (2023), Piauí em Letras VII (2024) e Piauí em Letras VIII (2025).

A produção de Glauce inclui ainda participação na I Coletânea Piauí Poético (2021), na coletânea Taverna Poética, Entre o Vinho Byroniano e o Ultrarromantismo Moderno, da Editora Versejar (2021), além do especial 170 anos de Teresina-PI.

Também participou de obras como Antologia Cactus (2022), Novas Lendas Piauienses (2022), Oxente, poemas nordestinos (2023), Escritos do Delta (2023) e O outubro de minha infância (2023), entre outras publicações e coletâneas.

Oito poesias no Piauí em Letras IX

No livro Piauí em Letras IX, lançado em julho de 2026, na cidade de Cocal, no norte do Piauí, Glauce Barros presenteia os leitores com oito poesias: “Essência da Dor e Amor”, “Esperança”, “Superação”, “Estrelas e Amor”, “Versos Intensos”, “Corda Bamba”, “Fragmentos do Espírito” e “Sombra do Lamento”.

Os títulos revelam uma produção marcada pela abordagem de sentimentos, experiências humanas e reflexões sobre a existência, transitando entre a dor, o amor, a esperança e a capacidade de recomeçar.

Entre os poemas publicados está Sombra do Lamento, composição que apresenta a dor como uma experiência que, apesar do sofrimento, pode abrir espaço para o renascimento da esperança.

“Sombra do Lamento”

No poema, a autora constrói imagens relacionadas à tristeza, à desilusão e ao cansaço da alma, mas também introduz uma perspectiva de renovação. A “chama” que insiste em renascer aparece como símbolo de esperança diante das dificuldades.

O texto encerra essa trajetória de sentimentos com a ideia de que o amor pode transformar a dor em possibilidade de redenção:

“Pois mesmo entre à treva e à agonia,
Brilha o amor, eterna melodia,
Que faz da dor semente de redenção.”

A participação de Glauce Barros no Piauí em Letras IX amplia sua presença na literatura produzida e reunida por escritores piauienses, ao mesmo tempo em que aproxima sua experiência como educadora de sua expressão poética.

Educação e literatura

A trajetória de Glauce Barros evidencia uma atuação que transita entre a formação educacional, a gestão, o ensino e a literatura. Em suas participações em livros e coletâneas, a autora mantém presença no cenário literário piauiense, levando aos leitores poemas marcados por sentimentos, reflexões e experiências humanas.

Com oito novas poesias publicadas no Piauí em Letras IX, a escritora soma mais um capítulo à sua produção literária e à trajetória de participação em projetos que valorizam a escrita e a produção cultural do Piauí.


Fonte: Piauí em Letras



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9/17/2026

Gilvane Lídia de Brito: literatura e educação em Alagoinha do Piauí

Educadora, escritora e incentivadora da leitura, Gilvane Lídia participa do Projeto Piauí em Letras desde a sétima edição


Imagem: Piauí em Letras | Edição: Firefly


Natural de Alagoinha do Piauí, Gilvane Lídia de Brito construiu sua trajetória profissional e cultural unindo educação, literatura e incentivo à leitura. Coordenadora da Unidade Escolar Francisco Teodoro de Brito, ela também atua em projetos voltados à formação de leitores e à valorização da produção literária.

Licenciada em Normal Superior pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Gilvane Lídia possui pós-graduação em Psicopedagogia Clínica e Institucional. Além da atuação na área educacional, exerce a função de coordenadora administrativa do Club de Leitura Patativa do Assaré, movimento social dedicado ao incentivo à leitura em sua cidade natal.

A educadora também é professora no município de Campo Grande do Piauí e já atuou como instrutora de literatura do Ponto de Cultura CRIARTE, espaço dedicado ao fomento da arte, da cultura e da inclusão social no município.


A poesia e o cordel

A literatura ocupa um espaço especial na trajetória de Gilvane Lídia. Apaixonada pela escrita e pelas produções de cordel, ela escreve versos poéticos desde cedo.

A relação com esse gênero literário também está ligada às suas origens. Gilvane mora no povoado Serra Velha, em Alagoinha do Piauí, onde vive com as duas filhas, Sofia e Ana Larissa.

Sua produção literária transita pelo universo da poesia e do cordel, mantendo uma relação com a cultura e as características da comunidade onde nasceu e vive.


Reconhecimento em concurso de poesia

Em 2022, Gilvane Lídia recebeu uma Menção Honrosa da Academia de Letras da Região de Picos (ALERP), na categoria adulto do concurso de poesia.

Na ocasião, participou com o soneto “Antes mil vezes perder-te”, obra que lhe rendeu o reconhecimento da instituição.

A premiação passou a integrar sua trajetória como escritora e representa um registro de sua participação em iniciativas de valorização da produção poética regional.


Participação no Projeto Piauí em Letras

A trajetória literária de Gilvane Lídia também está registrada no Projeto Piauí em Letras, iniciativa que reúne escritores e produções literárias do estado.

Sua primeira participação ocorreu no Livro VII, lançado em Floriano (PI), em 2024. No ano seguinte, participou da oitava edição, em 2025.


Imagem: Lançamento do livro VII | Edição: IA



Em 2026, Gilvane integrou a edição mais recente do projeto, lançada em Cocal (PI), apresentando três poesias: “Encenação Real”, “Ana Larissa” e “Indecifrável”.

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A participação em diferentes edições do projeto evidencia a continuidade de sua produção e sua presença em espaços de divulgação da literatura piauiense.


Educação e literatura como caminhos

A atuação de Gilvane Lídia de Brito reúne diferentes frentes: o trabalho na educação, o incentivo à leitura, a participação em iniciativas culturais e a produção de poesia.

Em Alagoinha do Piauí, sua trajetória está ligada tanto ao ambiente escolar quanto às ações de estímulo à leitura e à literatura. Como escritora, encontra na poesia e no cordel uma forma de expressão que acompanha sua história desde a juventude.

As informações para esta matéria foram colhidas pelo Blog do Evaldo Neres junto ao Projeto Piauí em Letras e por meio de pesquisa na internet. 



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9/07/2026

Francisco de Almeida: do Direito à poesia, a história de um grande nome do cordel piauiense

Natural de Castelo do Piauí, Francisco de Almeida construiu uma trajetória que une a advocacia pública, a poesia popular, a cultura e a valorização da história e da identidade piauiense.


Imagem ilustrativa | Edição: I


A história da literatura piauiense é construída por diferentes vozes, estilos e trajetórias. Entre esses nomes está Francisco de Almeida, natural de Castelo do Piauí, nascido em 1956, cuja caminhada reúne a experiência no campo jurídico e uma expressiva produção dedicada à poesia popular e à literatura de cordel.

Aposentado como Advogado da União de Categoria Especial, Francisco de Almeida integrou a Advocacia-Geral da União (AGU), depois de ser aprovado em diversos concursos na área jurídica. Sua formação acadêmica inclui pós-graduação lato sensu em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho, pela Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal, além de pós-graduação em Direito Civil e Processual Civil, pela Universidade Católica Dom Bosco, em convênio com o Marcato Cursos Jurídicos.

Mas, além das atividades ligadas ao Direito, Francisco encontrou na literatura uma importante forma de expressão.

A poesia popular como instrumento de cultura e memória

Poeta popular com mais de duzentos cordéis, entre obras publicadas e inéditas, Francisco de Almeida desenvolve sua produção em diferentes estilos e temas, utilizando a métrica, as rimas e a linguagem característica da literatura de cordel para abordar assuntos culturais, históricos, sociais e institucionais.

Sua produção também alcança temas relacionados à Justiça e à Advocacia Pública. Em seus chamados cordéis institucionais, o escritor utiliza os versos populares para aproximar o leitor de acontecimentos, instituições e personagens ligados ao universo jurídico.

A literatura, nesse contexto, transforma temas muitas vezes considerados formais ou complexos em versos acessíveis, preservando o ritmo e a tradição da cultura popular nordestina.

Entre suas produções estão títulos como “Os Três Últimos Pedidos de Alexandre, o Grande”, “A Língua Ferina é a mesma que Nina”, “Consumidor Protegido tem o Direito Garantido”, “Condutor Capaz é Trânsito em Paz”, “Nosso Sofrimento é Proporcional ao Lamento”, “Não Existe Felicidade sem um Toque de Serenidade”, “Um Sorriso com Ternura não é Remédio mas Cura”, “Humildemente me Arrisco Louvar o Papa Francisco”, “Eis o Profeta Gentileza, José Datrino foi Beleza”, “Vou ao Estádio Satisfeito porque Torcedor tem Direito” e “Carlos Said Destemido, tão Forte quanto o Apelido”.

Presença em publicações e na literatura piauiense

A produção de Francisco de Almeida também ganhou espaço em importantes iniciativas de divulgação da literatura do Piauí.

Segundo informações reunidas pelo Projeto Piauí em Letras, o escritor integra o acervo de biografias comentadas do projeto, que registra e divulga a trajetória de escritores piauienses.

Seu nome também aparece em publicações oficiais do grupo, incluindo as coletâneas “Piauí em Letras VII, VIII & IX”, contribuindo para o registro da produção literária do Estado.
Piauí em Letras VII
Piauí em Letras VIII
Piauí em Letras IX
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Outro destaque é sua participação na Revista de Repente, da Fundação Nordestina de Cordel, na qual possui 66 publicações, evidenciando sua presença no cenário da poesia popular.

Membro de academias literárias

A atuação de Francisco de Almeida ultrapassa a produção individual. O escritor ocupa cadeiras em diferentes instituições acadêmicas e culturais.

Entre elas estão a Academia de Mestres Maçons, na Cadeira nº 86, cujo patrono é Joel Borges; a Academia Piauiense de Literatura de Cordel (APLC), Cadeira nº 01, tendo como patrono Firmino Teixeira do Amaral; a Academia Piauiense de Trovas, Cadeira nº 33, patrono Bilé Carvalho; e a Academia Piauiense de Poesia, Cadeira nº 37, patrono Abdias da Costa Neves.

Também integra a Academia Longaense de Letras, Cultura, História e Ecologia (ALLCHE), na Cadeira nº 13, cujo patrono é Jacinto Bezerra Sobrinho, e a Academia Mundial de Letras da Humanidade, que tem como patrono Pedro Nonato da Costa.

Essas participações refletem o reconhecimento de sua atuação no universo das letras e da cultura.

Do cordel às emissoras de rádio e televisão

Francisco de Almeida também levou a literatura de cordel para além dos livros e folhetos.

Ao longo de sua trajetória, participou de diversos eventos e programas de rádio e televisão, apresentando e divulgando a poesia popular. Entre essas participações está a TV Justiça, de âmbito nacional, ampliando o alcance de sua produção e contribuindo para a divulgação da literatura de cordel.

Sua atuação demonstra como o cordel pode ocupar diferentes espaços, dialogando tanto com a cultura popular quanto com instituições e meios de comunicação.

Honrarias pelo trabalho desenvolvido

O trabalho desenvolvido ao longo dos anos também lhe rendeu diversas homenagens.

Entre as honrarias recebidas está a Comenda do Mérito Renascença do Estado do Piauí, concedida pelo Governo do Estado, com medalha e diploma.

Francisco de Almeida também recebeu a Medalha do Mérito Eleitoral “Desembargador José Vidal de Freitas”, Classe Especial, concedida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI), além da Medalha de Amigo do Exército, concedida pelo 25º Batalhão de Caçadores, em Teresina.

Na área acadêmica e literária, recebeu ainda o Diploma e Medalha de Doutor em Literatura de Cordel e o Título Honoris Causa, acompanhado de Diploma e Medalha de Doutor em Filosofia Universal, Ph. I. Filósofo Imortal, concedidos pela Academia Mundial de Letras da Humanidade, fundada e presidida pelo poeta Camilo Martins.

As raízes de Castelo do Piauí presentes nos versos

Nascido em Castelo do Piauí, Francisco de Almeida mantém em sua trajetória literária elementos ligados à memória, à cultura e à identidade piauiense.

A experiência vivida desde a infância no município aparece como parte da bagagem cultural que acompanha sua produção. Por meio dos versos, o escritor ajuda a preservar histórias, personagens, costumes e aspectos da cultura do Piauí.

Seu trabalho representa, dessa maneira, uma ponte entre diferentes mundos: o conhecimento jurídico, a tradição da poesia popular, a história e a identidade cultural de seu Estado.

Um nome respeitado entre os escritores piauienses

A atuação de Francisco de Almeida também se destaca pela contribuição a obras de outros escritores. Seu conhecimento e experiência fazem com que seja frequentemente convidado para prefaciar livros e produzir textos de orelha para publicações locais.
Essa participação amplia sua contribuição para além de sua própria obra, ajudando também na valorização e divulgação de outros autores da literatura piauiense.

Uma trajetória que une conhecimento e cultura

A história de Francisco de Almeida revela uma trajetória marcada pela diversidade. De um lado, uma carreira consolidada no Direito, construída com formação acadêmica e aprovação em concursos públicos. De outro, a dedicação à poesia popular, à literatura de cordel e à preservação da memória cultural.

Com centenas de cordéis publicados ou ainda inéditos, presença em revistas e coletâneas, participação em academias, eventos, rádios e televisão, o escritor se tornou uma referência entre aqueles que trabalham pela valorização da literatura popular no Piauí.

Sua caminhada mostra que Direito e poesia, conhecimento acadêmico e cultura popular podem caminhar lado a lado, produzindo uma obra que ultrapassa os limites de uma profissão e se transforma em registro de uma época, de um povo e de uma identidade.

Francisco de Almeida é, portanto, mais um dos nomes que ajudam a escrever, em versos e histórias, a rica trajetória cultural do Piauí.



Fonte pesquisada: Projeto Piauí em Letras.

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9/04/2026

Evelyne Ellene: entre a Psicologia, a Educação e a literatura, uma trajetória marcada pela arte

Professora, psicoterapeuta, escritora e palestrante, Evelyne Ellene Alves de Carvalho construiu uma trajetória acadêmica e literária marcada pelo conhecimento, pela sensibilidade e pelo incentivo recebido da mãe.


Foto: reprodução/Piauí em Letras | Edição: Firefly


Uma trajetória construída entre o conhecimento e a arte

A história de Evelyne Ellene Alves de Carvalho é marcada pelo encontro entre a educação, a Psicologia, a Filosofia e a literatura. Filha de Osmar e Asti, mãe de Clara Sophya e Francisco Emannuel, Evelyne reside em Floriano, no Piauí, onde também desenvolve parte de suas atividades profissionais e acadêmicas.

Sua formação reúne diferentes áreas do conhecimento. É graduada em Psicologia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e em Filosofia pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Também possui os títulos de mestra e doutora em Educação, consolidando uma trajetória acadêmica dedicada ao estudo, à formação e à produção do conhecimento.

Professora do quadro efetivo da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Evelyne também atua como palestrante, escritora e ministrante de cursos. Na área da Psicologia, trabalha ainda como psicoterapeuta clínica, conciliando a atividade profissional com sua produção intelectual e literária.


A literatura como espaço de expressão

A relação de Evelyne com a escrita começou ainda na adolescência. Segundo ela, esse caminho foi fortemente influenciado pela mãe, Asti, uma grande incentivadora das artes em geral e presença importante em sua aproximação com o universo artístico.

Ao longo dos anos, a escrita deixou de ser apenas uma experiência pessoal e passou a integrar sua trajetória cultural e literária. Evelyne tornou-se integrante dos coletivos Clube dos Poetas Mortais e Farol Literário, participando de diferentes projetos e publicações.

Entre as obras das quais participou estão “Seleta II” e “Seleta III”, “Prelúdio: O outubro da minha infância”, “Pequenas Grandes Coisas”, “O nome da minha saudade”, “Ensaios sobre o Rio Parnaíba” e “Piauí em Letras VII, VIII e IX”.

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Presença na literatura piauiense

A participação na série “Piauí em Letras” representa mais um capítulo de sua contribuição para a produção literária do estado. A edição mais recente, Piauí em Letras IX, teve seu lançamento realizado recentemente na Câmara de Vereadores de Cocal-PI, reunindo escritores, leitores e representantes da cultura local.

O momento também reforçou a presença da literatura como instrumento de valorização da memória, da identidade e da produção intelectual piauiense.


Conhecimento, sensibilidade e inspiração

A trajetória de Evelyne Ellene demonstra como diferentes campos do conhecimento podem dialogar e se complementar. Psicologia, Filosofia, Educação e literatura aparecem, em sua caminhada, não como áreas isoladas, mas como diferentes formas de compreender o ser humano, a sociedade e as experiências que atravessam a vida.

Entre a sala de aula, os livros, as palestras, a clínica e os espaços literários, Evelyne segue construindo uma trajetória que tem na palavra uma importante ferramenta de reflexão e expressão.

E, nessa caminhada, permanece presente a influência de quem, ainda no início de sua vida, ajudou a despertar o gosto pela arte: sua mãe, Asti. Foi nesse incentivo familiar que nasceu uma relação com a escrita que atravessou a adolescência e chegou à vida acadêmica, profissional e literária.

Evelyne Ellene Alves de Carvalho representa, assim, uma dessas trajetórias em que conhecimento e sensibilidade caminham lado a lado — transformando experiências em aprendizado e palavras em memória.



Fonte: Projeto Piauí em Letras.

Blog Evaldo Neres — Informação que acontece, notícia que chega até você.

Jardel Viana de Sousa integra o livro Piauí em Letras IX e se destaca na educação, música e literatura

Professor, escritor, músico e gestor público, Jardel Viana participa do projeto Piauí em Letras desde a sétima edição e reúne uma trajetória...