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5/30/2026

José Paraguassú: a voz da cultura piauiense que transforma arte em legado

 

Escritor, músico, compositor e agente cultural dedica sua trajetória à valorização da literatura, da música e das artes no Piauí




Imagem ilustrativa

A cultura piauiense é marcada por grandes talentos que ajudam a preservar a identidade e a memória do povo. Entre esses nomes está José Paraguassú, um artista multifacetado que se destaca como escritor, músico, compositor, poeta, letrista e agente cultural, contribuindo de forma significativa para o fortalecimento das artes e da literatura no estado.

Com uma trajetória construída por meio da sensibilidade artística e do compromisso com a cultura, José Paraguassú tem se consolidado como uma referência no cenário cultural piauiense, reunindo em sua obra elementos da poesia, da música e da valorização das tradições brasileiras.


Uma vida dedicada à arte e à cultura

Ao longo dos anos, José Paraguassú desenvolveu um trabalho marcado pela diversidade artística. Sua atuação ultrapassa os limites da escrita e da música, alcançando também o incentivo à produção cultural e o fortalecimento de espaços dedicados às artes.

Como poeta e letrista, transforma sentimentos, histórias e reflexões em versos que dialogam com diferentes públicos. Já como compositor e músico, utiliza a arte como instrumento de expressão e conexão com as pessoas.


Reconhecimento em importantes instituições culturais

A relevância de sua atuação pode ser observada por sua participação em diversas entidades ligadas à literatura e à cultura brasileira. José Paraguassú é membro da Academia de Letras e Belas Artes de Floriano e Vale do Parnaíba (ALBEARTES), da Academia de Letras do Brasil – Seccional Piauí (ALB/PI), da Associação Brasileira de Música e Artes (ABRAMUS), da Sociedade Piauiense de Escritores (SOPIPO) e da União Brasileira de Escritores do Piauí (UBE/PI).

Essas participações demonstram seu envolvimento constante com o desenvolvimento cultural, a promoção da literatura e a valorização dos artistas brasileiros.


A poesia como forma de expressão

Uma das características mais marcantes do trabalho de José Paraguassú é sua relação com a poesia. Seus textos costumam reunir emoção, sensibilidade e observações sobre a vida cotidiana, permitindo que os leitores se identifiquem com os temas abordados.

A poesia, em sua obra, torna-se um espaço para reflexão, contemplação e diálogo, aproximando a arte das experiências humanas mais simples e profundas.


Confira um poema de José Paraguassú.



Felicidade de Verdade

Eu lhe desejo, de coração,
Que você seja muito feliz,
Que encontre um amor sincero
Que lhe queira e sempre quis.


Que lhe faça companhia
Nas manhãs de todo dia,
Que acorde ao seu ladinho
E lhe encha de alegria.


Que Deus lhe dê muitos filhos,
E um lar pra se abrigar,
Uma família bem formada
Pra juntos poder caminhar.


Mas escute o que eu lhe digo,
Preste bem atenção:
Felicidade não é só
Amor, luxo ou ostentação.
Ser feliz é ter coragem


De às vezes saber ceder,
Compreender e respeitar
Pra o amor não se perder.
Sem viver se humilhando,
Nem querendo agradar
Fazendo o que não gosta
Só pra alguém se contentar.


A felicidade, meu bem,
Se constrói no dia a dia,
Com respeito, com carinho,
Com verdade e parceria.

E a gente só reconhece
Quando ela vem sem avisar,
Sem cobrança, nem aperreio,

Livre, leve pra ficar.


Importância para a cultura piauiense

Em um momento em que a valorização da cultura regional se torna cada vez mais necessária, artistas como José Paraguassú desempenham papel fundamental na preservação da memória cultural e no incentivo às novas gerações de escritores, músicos e produtores culturais.

Seu trabalho demonstra que a arte continua sendo uma poderosa ferramenta de transformação social, educação e fortalecimento da identidade de um povo.

José Paraguassú representa a força da produção cultural piauiense. Com atuação destacada na literatura, na música e na promoção das artes, ele segue construindo um legado que inspira artistas e leitores. Sua trajetória reforça a importância de apoiar e valorizar aqueles que dedicam suas vidas à cultura, contribuindo para que a arte continue viva e acessível a todos. 



Fonte: José Paraguassú/Rota 343

8/31/2019

José Murilo de Carvalho lança título em Teresina e recebe Medalha da APL



Na próxima segunda-feira, 02 de setembro, às 11h, o escritor José Murilo de Carvalho estará em Teresina e receberá da Academia Piauiense de Letras a Medalha do Centenário, honraria em homenagem a sua contribuição com a literatura. O evento acontece na sede da APL, localizada na Av. Miguel Rosa.

O autor também lançará seu mais recente livro “Jovita Alves Feitosa: Voluntária da Pátria, Voluntária da Morte”, no qual reproduz e analisa preciosos documentos de época, que compõem um quadro rico e complexo da trajetória da jovem cearense de 17 anos que decidiu alistar-se, vestindo-se de homem, para atender ao chamado do Governo brasileiro que recrutava voluntários para lutar na Guerra do Paraguai.

Além de receber a Medalha do Centenário da APL, José Murilo de Carvalho também participará de uma série de ações no Theatro 4 de Setembro.

José Murilo de Carvalho é professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Publicou e organizou 19 livros e mais de cem artigos em revistas. É membro da Academia Brasileira de Ciências e da Academia Brasileira de Letras.

Sobre o livro: Em Jovita Alves Feitosa: Voluntária da Pátria, Voluntária da Morte

Em 1865, chegou a Jaicós, no interior do Piauí, a notícia de que o Governo brasileiro recrutava voluntários para lutar na Guerra do Paraguai. Ali, a cearense Jovita Alves Feitosa, de dezessete anos, decidiu alistar-se, vestindo-se de homem. Seu desejo era ir a campo vingar as mulheres brasileiras maltratadas pelos paraguaios no Mato Grosso.

Descoberto o disfarce, Jovita foi, ainda assim, aceita como voluntária pelo presidente da província, no posto de segundo-sargento. Transformada em celebridade do dia para a noite, fez um percurso triunfal de Teresina ao Rio de Janeiro. Mas, por fim, a Secretaria da Guerra recusou sua incorporação como combatente: às mulheres cabia somente o trabalho voluntário como enfermeiras.



Fonte: AI Comunicações












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