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5/16/2021

Polo Empresarial da Ferrovia Transnordestina favorece crescimento do Agronegócio no Piauí

 



O presidente da Associação dos Produtores de Soja do Piauí, Alzir Neto, participou de visita técnica ao Polo Empresarial da Transnordestina, na cidade de São Miguel do Fidalgo, mais de 400km sul de Teresina.

A comitiva, da qual também fez parte representes do Governo, recebeu na cidade de São Miguel do Fidalgo, o gerente comercial da Transnordestina Sostenes Moura e também José Carlos Frota, gerente Industrial da ferrovia.

O diretor do Instituto de Terras do Piauí, Interpi, Chico Lucas e o presidente da Investe Piauí, Victor Hugo Saraiva, também participaram da visita. Um dos objetivos da visita foi mostrar aos investidores como se dará a viabilidade econômica do polo de forma mais clara, através da visita e da apresentação do estudo de viabilidade que foi produzido pelos técnicos da Transnordestina.

Segundo Alzir Neto a atração de investimentos nessa região tem impacto direto para o desenvolvimento do agronegócio do Piauí. "É importante que tenhamos cada vez mais infraestruturas e investimentos que agreguem valor ao trabalho do produtor do Cerrado e ajudem no escoamento da nossa produção. A Ferrovia Transnordestina é de grande importância para a produção de grãos no sul do Piauí", explica.

Entre outros impactos a estrada de ferro vai reduzir o custo da produção porque poderá levar e trazer matéria prima e ampliar a produção.



Fonte: AI Comunicações

 


3/25/2021

Ex-Ministro pode atuar como advogado no braço da Operação Faroeste no Piauí

 


O Piauí pode virar palco para a atuação de dois ex-ministros da Justiça, que atuam agora na advocacia criminal. De um lado o ex-ministro do governo Dilma, José Eduardo Cardozo, e de outro Osmar Serraglio, ex-ministro do governo Temer. Cardozo é contratado pelo afamado falso cônsul da Guiné Bissau, envolvido em esquema de grilagem de terras, formação de quadrilha e corrupção passiva. Serraglio atuou fortemente para desarticular os suspeitos na Bahia e está sendo sondado pela Aprosoja (Associação Piauiense de Produtores de Soja).

A Faroeste apurou a venda de sentenças judiciais relacionadas à posse de terras no Oeste da Bahia. A influência da quadrilha teria chegado ao Piauí.  Na Bahia, a Operação Faroeste terminou com a prisão de uma desembargadora, suspeita de participação em esquemas de grilagem aqui no Piauí. 

“A Operação Faroeste, que já se desdobrou em várias fases, parece não ser suficiente para que pequena parte do Judiciário do Estado do Piauí tenha um cuidado redobrado com as demandas que envolvem o agronegócio. Grandes figurões (autoridades), parentes de magistrados, falsos diplomatas (cônsul ou vice), testas de ferro, corrupção, pessoas já suspeitas de participação em grilagem de terra, uma trilha completa para um bom romance policial, é a triste realidade que assombra os proprietários de terra nesta região”, afirma o presidente da Aprosoja, Alzir Neto.

Como exemplo de preocupação, ele cita dois casos ocorridos recentemente e que chamaram bastante atenção dos produtores do cerrado do Piauí. Em dezembro de 2020,  próximo ao recesso do judiciário, um processo esdrúxulo que tramitou por mais de 10 anos teve uma completa reversão, com uma estranha decisão, conferindo posse de 11.000 hectares a um pobre morador do Baixão de Baixa Grande do Ribeiro, que já teria vendido, antes mesmo do processo iniciar, o imóvel para supostos investidores do Mato Grosso, tudo com base em depoimento de pessoas que afirmaram que, “por ouvir dizer”, o autor da ação criava 30 cabeças de gado na área. “30 cabeças em uma área de 11.000 campos de futebol! É surreal”, complementa, espantado, o Presidente. O outro caso, mais recente, também contou com uma reversão estranha, após 15 anos de trâmite processual. No caso mais recente, uma pessoa que nunca teve na posse do imóvel – conforme consta nos autos – foi beneficiada de uma área de 2.000 hectares. “Esse caso mais recente, a decisão que reverteu tudo o que estava provado ao longo da tramitação processual, cita três depoimentos de testemunhas. Não se atentou o magistrado de segundo grau para perceber que das três testemunhas, duas eram suspeitas, ou seja, foram contraditadas pelo advogado e seus depoimentos não serviram de prova, e a outra foi categórica em afirmar que nunca houve posse pretérita dos autores. Infelizmente, nas duas decisões judiciais de segunda instância, temos várias e tristes coincidências: as provas são totalmente contrárias a quem fora beneficiado pela decisão; há laudo pericial contrário aos beneficiados pela decisão e as decisões ignoram todas as provas documentais e apegando-se somente a depoimentos totalmente frágeis ou sequer consideráveis”.

O clima de tensão no cerrado por decisões assim contrasta com a expectativa de uma ótima safra, mesmo diante das dificuldades logísticas que os produtores enfrentam e as chuvas tardias. “Seguramente os magistrados foram induzidos ao erro. Todos os produtores continuamos acreditando no judiciário do Piauí que dará resposta a altura para reverter esses erros e provar para grileiros que o Piauí não há faroeste” complementa o Presidente da Associação. 



Fonte: AI Comunicações

2/10/2020

Produtores do cerrado avaliam perspectivas de do setor em workshop

Encontro ocorrido em Uruçuí superou as expectativas.



A Aprosoja Piauí (Associação dos Produtores de Soja do Piauí) realizou em Uruçuí o 1º Workshop Tendências do Agro.  Durante todo o dia produtores ouviram e debateram vários temas relacionados ao agronegócio. Houve participação intensa em todas as 7 palestras e seis mesas redondas realizadas. O evento começou às 7 horas e terminou pouco mais das 20 horas quando foi realizada homenagem aos desembargadores Sebastião Ribeiro Martins e Hilo de Almeida Sousa. Eles foram agraciados com a comenda Ministro César Cals, pelo trabalho desenvolvido para a regularização fundiária no Cerrado do Piauí.  

Associativismo Empresarial, mecanismos de controle social, marcos fundiários, tendências do mercado da soja e do milho e o dólar, tributação no agronegócio, deliberação e processo legislativo, direito do trabalho, recuperação, transferência de crédito, seguro agrícola e conectividade no campo foram os temas abordados no evento.  O workshop contou com a parceria da Agrosul e Estogran e participação de várias autoridades do Piauí, como os deputados membros da Frente Parlamentar da Agropecuária do Piauí; Henrique Pires, presidente, Zé Santana, Gustavo Neiva e do presidente da Assembleia, Themístocles Filho. O evento aconteceu na última quinta-feira (6).

Para o presidente da Aprosoja Piauí, Alzir Neto, o evento superou todas as expectativas de público. “O evento foi um sucesso e procuramos trazer discussões importantes para os produtores questões importantes, questões de mercado, de seguro, trazer as novas tecnologias para o produtor, questão fundiária e questões políticas também, para neste ambiente de produtores, empresários e gestores a gente tentar avançar. Foi apenas o primeiro, pretendemos realizar mais eventos como este”, afirma Alzir Neto.

A produtora Rosangela Werner, da Cooperativa Nova Santa Rosa, que fica a cerca de 140km de Uruçuí, foi uma das participantes do evento e elogiou a iniciativa da Associação. “É uma oportunidade muito importante de adquirirmos conhecimento e espero que novos eventos assim aconteçam e que a participação do produtor e das mulheres cresça cada vez mais”, ressaltou.

Coronavírus não afetará exportação de grãos do Piauí

Os reflexos do novo coronavírus e do acordo econômico entre EUA e China foram abordados pelo consultor Danilo Moura da INT FCStone. Para o economista os reflexos, tanto do acordo EUA e China não serão imediatos em 2020 a exportação brasileira. “Em relação as exportações se soja o risco é mínimo na minha opinião dado que a gente tem uma comercialização já bem avançada no Estado, no entanto a gente sabe que o coronavírus pode reduzir demanda. A preocupação maior é em 2021, especialmente considerando o acordo entre China e Estados Unidos”, explica Danilo.

A participação dos produtores no processo decisivo de novas políticas foi abordada pelo ex-presidente da Aprosoja Brasil e atual vice-presidente do IPA (Instituto Pensar Agro), Marcos da Rosa. Em sua palestra, Marcos abordou a necessidade de fortalecimento do associativismo e da participação efetiva do setor produtivo na tomada de decisões sobre as políticas de desenvolvimento do setor através da organização dos produtores.

Outro tema que foi bastante debatido com a participação do diretor geral do Interpi (Instituto de Terras do Piauí), Chico Lucas, e dos próprios produtores, foi a questão da regularização fundiária no Piauí que passou recentemente por mudanças que foram consideradas evolutivas, embora não tenham resolvido todas as questões. Para o conselheiro consultivo da Aprosoja Piauí, Moyses Barjud, a nova lei foi a melhor possível alcançada desde o início do processo de debate entre Governo e produtores. Ele destacou que efetivamente hoje há a segurança na Constituição do Piauí de que produtores poderão se proteger diante de futuras contestações que possam surgir. Segundo Chico Lucas a sua participação no evento foi positiva no sentido de esclarecer aos produtores como eles podem acionar o Governo para que tenham o documento que garanta a eles o domínio pleno. “E possam produzir sem a insegurança que reinou durante muito tempo no Cerrado. A lei vem privilegiar aquele que produz e ela traz estes marcos temporais, tem que ser de antes de 2014, com base nisto vamos afastar aqueles que eram apenas aventureiros e fixar aqueles que realmente produzem”, explica.



























Fonte: AI comunicações

1/30/2020

Produtores pedem melhorias na PI-247



Imagem: reprodução G1

A situação das vias no Piauí continua preocupando os produtores. Nesta semana veio à tona um vídeo que mostra um caminhão tombado na PI-247. O acidente foi ocasionado após o motorista tentar desviar dos buracos na estrada, prática corriqueira na rodovia. 

O acidente, que ocorreu no trecho que liga Bertolínia a Uruçuí, acendeu o alerta vermelho sobre a situação da PI-247, que é imprescindível para o escoamento da produção no Estado. Neste sentido, o diretor executivo da Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja do Piauí), Rafael Maschio, pediu melhorias na via, que tem sua situação agravada durante o período chuvoso. "O governo sempre promete que vai melhorar o trecho, fazer um tapa-buraco, mas nada é feito, e quando chove piora. Já perdemos a esperança", sinalizou. 

Com as chuvas acima da média na região, a situação é complicada, já que além de prejudicar a saída da produção para os polos consumidores, impede a entrada de insumo.  "Nossa rotina é fazer a reparação dessas estradas três vezes por ano, porque se não fazemos, não pode entrar insumo, não pode sair produção. A gente para a atividade do produtor para fazer vaquinha e mutirão e consertar a estrada por nós mesmos", sintetizou. 

Rafael Maschio destaca que o problema também eleva o preço do frete, o que causa grande prejuízo para a produção local, afetando bastante a economia piauiense.

"Estamos a mil quilômetros do Porto de São Luís, no Maranhão. O custo normal do frete é R$ 220 por tonelada. Mas para chegar em algumas fazendas é preciso pegar 50, 100, 200 quilômetros de estrada de chão (carroçal) e, por causa disso, o caminhoneiro está cobrando muito mais caro, entre R$ 50 e R$ 150 a mais por tonelada, dependendo da distância. Isso quando tem quem queira vir, porque é comum o caminhoneiro não aceitar, por medo de ficar atolado e passar uma semana lá", apontou.


Assista aos vídeos gravado na PI-247 (AI Comunicações).










Fonte: AI comunicações

9/17/2019

Estudo mostra valor investido por produtores em preservação


Foi apresentada nesta segunda-feira (16) em Teresina a Análise Territorial do Cadastro Ambiental Rural do Piauí. O estudo foi feito pela Embrapa Territorial, em parceria com a Aprosoja Piauí com um levantamento que mapeou, no Piauí, 25 milhões de hectares. O evento foi realizado no Cine Teatro Alepi, quando também foi lançada a Frente Parlamentar da Agropecuária do Piauí.



Produtores do Piauí e de outros estados, autoridades políticas, representantes de entidade ambientais e da sociedade civil puderam acompanhar a apresentação dos dados que comprovam o cumprimento da legislação ambiental e o alto nível de preservação da vegetação nativa praticado pelo agronegócio do Piauí. Os dados foram apresentados pelo pesquisador da Embrapa Territorial com sede em Campinas, São Paulo, Gustavo Spadotti. Entre os vários dados positivos que o estudo trouxe está a comprovação de que as áreas destinadas pelo agronegócio á preservação, no Brasil como um todo, formam verdadeiros corredores de biodiversidade.

Também consta no estudo o custo de preservação destas áreas, que foi calculado pelo valor da terra protegida e sua distribuição por município e microrregião.  São R$ 2,4 trilhões no Brasil e no Nordeste são R$ 330 milhões de valor em áreas preservadas. Hoje, 66,3% do território brasileiro é destinado à preservação e a utilização para a agricultura corresponde a 7,8%. No Piauí, em média 63,2% da área dos 140.928 imóveis rurais, registrados no Cadastro Ambiental Rural (CAR) até agosto, são destinadas à preservação da vegetação nativa.
Gustavo Spadotti ressaltou em sua apresentação que estes dados foram confirmados por estudo feito pela NASA, com uma variação para 7,6%. No Brasil todo mais de 5 milhões de propriedades rurais já foram analisadas.


O presidente da Aprosoja Piauí, Alzir Neto, a importância da pesquisa apresentada está exatamente no fato de que "com  pesquisas concretas,  o debate sobre o agronegócio e a preservação ambiental fica enriquecido com informações técnicas e científicas, informações que comprovam a busca do equilíbrio entre produção e preservação, algo que os produtores tem buscado cada vez mais; seja através do uso da tecnologia, seja respeitando a legislação ambiental, isso demonstra que há ainda muita informação equivocada e injustiças cometidas contra os produtores que no fundo são os maiores interessados no equilíbrio e sustentabilidade", afirma.



Microrregião de Floriano é a que mais preserva



Segundo os dados apresentados por Gustavo Spadotti, nos 140 mil imóveis estudados, a microrregião de Floriano com 73,8%,  é a que tem maior percentual de áreas destinadas a preservação. O estudo apresenta os dados dos 224 municípios e suas respectivas áreas de preservação de mata nativa que totaliza 31% do território.

"Não importa quanto se produza daqui para frente no Piauí, no mínimo a metade da área do Estado já está garantida para a preservação da vegetação nativa", ressaltou Spadotti.



Segundo o deputado estadual Henrique Pires, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária do Estado do Piauí (FPA-PI) de posse dos dados apresentados é possível se estabelecer o correto debate e ter mais subsídios para defender o desenvolvimento proporcionado pelo agronegócio no Piauí.

Participaram do evento; Antonio Galvão, vice-presidente da Aprosoja Brasil, Alzir Neto, presidente da Aprosoja Piauí, deputado federal Júlio César (PSD), Simone Pereira,secretária estadual do Agronegócio e os deputados estaduais Themístocles Filho (MDB), Henrique Pires (MDB),Georgiano Neto (PSD),Júlio Arcoverde (PP),Zé Santana (MDB), Francisco Costa (PT), Gustavo Neiva (PSB), Firmino Paulo (PP) e Nerinho (PDT).













Fonte: AI Comunicações


















Gente da Gente: Fernando Lima de Carvalho — A Voz de Cocal que Leva o Piauí para Todo o Brasil

Nascido em São Paulo, criado no Piauí: a história de fé, talento e raízes de Fernando Lima, artista que levanta multidões e carrega Cocal no...