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11/26/2021

Saúde: Infectologista reforça importância da imunização no combate à meningite

 




A meningite é bastante grave na população pediátrica devido à alta letalidade- levando a cerca de 250 mil mortes por ano- e seu poder de causar epidemias de rápida propagação. No entanto, a doença pode ser prevenida pela vacinação disponibilizada pelo Programa Nacional de Imunização (PNI) e nas unidades particulares de saúde.

Um fator que tem deixado a comunidade médica em alerta é a queda da procura pela imunização. Segundo uma pesquisa realizada pela farmacêutica GSK, 50% dos pais brasileiros adiaram a vacina nos últimos meses.

“Antigamente, víamos uma frequência de casos e epidemias de meningite bacteriana em crianças abaixo dos cinco anos de idade. Com a vacinação, isso praticamente desapareceu. A comunidade médica e os governos precisam conscientizar a população urgentemente para que os cartões de vacinação voltem a ser colocados em dia”, pontua o infectologista credenciado pelo Sistema Hapvida, membro da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Dr. Igor Thiago Queiroz.

A queda na imunização contra a doença incentivou a Organização Mundial da Saúde (OMS) e seus parceiros a lançarem a primeira estratégia global para derrotar a doença. Até 2030, as metas são eliminar epidemias de meningite bacteriana - a forma mais letal da doença - e reduzir as mortes em 70%, além de diminuir pela metade o número de casos. As organizações estimam que, no total, a estratégia pode salvar mais de 200 mil vidas anualmente e reduzir significativamente as incapacidades causadas pela doença.

Segundo  Queiroz, a pandemia de Covid-19 e a queda na cobertura vacinal nesse período estão entre os componentes que podem ter contribuído para desequilibrar a imunização de crianças e adolescentes. “O temor da baixa imunização é que doenças erradicadas sejam ressuscitadas no país”, alerta o infectologista.

A constatação do especialista foi corroborada pelo relatório divulgado pelo (IEPS) Instituto de Estudos para Políticas de Saúde de São Paulo. O documento aponta que o distanciamento social necessário para reduzir a transmissão Covid-19, somada ao receio de comparecer aos serviços de saúde, diminuiu a vacinação de rotina.  O relatório revela, ainda, que com exceção da pneumocócica, os percentuais de cobertura de todas as vacinas analisadas foram inferiores a 80% em 2020.

Entretanto, o infectologista observa que “no caso da meningite, graças à imunização, crianças vacinadas protegem indiretamente aquelas que ainda não se vacinaram, criando uma barreira que interrompe a transmissão. É por isso que a situação ainda permanece controlada”, diz.

Contudo, ele alerta para a importância da prevenção contra a doença, que é definida pela inflamação das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, chamadas meninges, causada por bactérias, vírus, fungos ou parasitas.

Além das vacinas contra alguns tipos de meningite, medidas preventivas, como lavar as mãos frequentemente, manter ambientes ventilados e arejados ajudam a interromper a disseminação de vírus e bactérias causadoras da doença.

Sintomas e Tratamentos

Casos de meningite ocorrem ao longo de todo o ano, segundo o infectologista. Todavia, a transmissão por via respiratória aumenta onde as pessoas se aglomeram em ambientes fechados.

“No caso de uma pessoa infectada, o primeiro passo é o isolamento social. Em seguida é feito um mapeamento das outras pessoas que tiveram contato com a infectada, para que seja feita a profilaxia medicamentosa nelas”, esclarece o infectologista.

Os sintomas da meningite podem surgir de forma repentina e se caracterizam por febre, dor de cabeça, rigidez ou dor no pescoço, náuseas e vômitos.

Devido à gravidade, ao se suspeitar da doença, é fundamental a ida até a urgência ou emergência mais próxima para avaliação médica. O atraso no diagnóstico pode contribuir para o óbito.

 

Para o tratamento das meningites bacterianas, virais e fúngicas são administrados antibióticos, antivirais, dependendo da avaliação médica e em ambiente hospitalar.

 

Sobre o Sistema Hapvida

 

Com mais de 7,1 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como um dos maiores sistemas de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do RN Saúde, Medical, Grupo São José Saúde, Grupo Promed, Premiun Saúde, além da operadora Hapvida e da healthtech Maida. Atua com mais de 37 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais de 15 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 47 hospitais, 199 clínicas médicas, 47 prontos atendimentos, 172 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.

Outras informações sobre atendimentos, consultas e unidades credenciadas estão disponíveis no site https://www.hapvida.com.br/site/.



Fonte: AI Comunicações


10/01/2019

Crianças e idosos são mais vulneráveis a meningite, explica pediatra


O caso do jornalista Egídio Brito, 32 anos, internado com suspeita de meningite comoveu e chamou atenção dos teresinenses pela velocidade com o jovem foi parar na UTI. Mas é importante chamar atenção que a doença acomete principalmente crianças.

A meningite, ou infecção nas meninges que se instala quando um vírus ou bactéria consegue vencer as defesas do organismo. As meninges são membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal.

Segundo a pediatra da HapClínica, Ana Karine Freire, sintomas como vômito, febre alta e rigidez na nuca, devem ser levados em consideração nos primeiros anos de vida. No caso dos idosos estes sintomas também devem chamar atenção. “Quando as meninges se inflamam, podem produzir pus e a infecção se espalha por todo o sistema nervoso central”, explica.

Segundo ela no exame clínico é possível perceber que a nuca está um pouco rígida e que a reação é de dor, quando se tenta dobrá-la.  “Uma vez que os exames tenham comprovado que se trata de meningite viral, a conduta é esperar que o caso se resolva sozinho como se faz com os resfriados”, acrescenta a médica do Hapvida.

A maior diferença entre as meningites virais e bacterianas está no fato de que o segundo tipo deve ser tratado imediatamente com uso de antibióticos. A vacina contra o Haemophilus influenzae tipo B também protege contra a meningite e faz parte do calendário oficial de vacinação. 

Desde 2011, a vacina conjugada contra meningite por meningococo C  faz parte do Calendário Básico de Imunização. O esquema de vacinação obedece aos critérios de uma dose que deve ser aplicada aos três meses; outra, aos cinco meses e a dose de reforço, aos doze meses.



Fonte: AI Comuicações

3/18/2019

Médico alerta para os riscos da meningite






Doença que provocou a morte do neto do ex-presidente Lula, a meningite é caracterizada como o processo inflamatório das meninges (membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal), podendo ser causada por diversos agentes infecciosos, como bactérias, vírus, parasitas e fungos, ou também por processos não infecciosos. No Piauí, segundo dados da Secretaria de Saúde foram confirmados 170 casos no biênio 2016/2017. O problema exige muito cuidado, já que dependendo do agente causador pode provocar a morte em poucas horas.
Diante disso, o infectologista do Hapvida, Fernando Chagas, faz um alerta sobre a doença e elenca as medidas que podem ajudar a prevenir a doença. “Uma medida que reduz bastante a transmissão da meningite é a lavagem das mãos e também evitar grandes aglomerados de pessoas. Tendo contato com alguém que esteja com alguma doença respiratória é importante sempre lavar as mãos e usar máscaras. Também existem vacinas para algumas formas da doença”, completa.
Para identificar a meningite, o infectologista do Hapvida Saúde aponta que os principais sintomas são: febre alta, dor de cabeça e rigidez do pescoço ou da nuca. Também é normal o paciente ter mal estar, náusea, vômito, fotofobia (aumento da sensibilidade à luz) e confusão mental.
O tratamento das meningites bacterianas, segundo o médico, é feito com antibióticos, associados ou não a corticoides e a internação sempre é necessária. “Nas virais, geralmente o tratamento é com antivirais e corticoides e nas fúngicas com antifúngicos”, afirma.

Fonte: AI Comunicações
Imagem: Cura Natural

Gente da Gente: Fernando Lima de Carvalho — A Voz de Cocal que Leva o Piauí para Todo o Brasil

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