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1/19/2026

Janeiro Branco: um chamado coletivo ao cuidado com a saúde mental

 


A Campanha Janeiro Branco é um movimento social e cultural que nasceu no Brasil, em 2014, com um propósito claro e urgente: chamar a atenção da sociedade para a importância da saúde mental. Desde então, a iniciativa vem crescendo e, atualmente, mobiliza pessoas em diversas partes do mundo, reforçando a necessidade de falar, cuidar e agir em favor do bem-estar emocional.


Realizada anualmente no mês de janeiro, a campanha aproveita o simbolismo do início de um novo ano para convidar à reflexão sobre a vida, as emoções, os relacionamentos e os projetos pessoais e coletivos. Assim como uma folha em branco, janeiro representa a oportunidade de reescrever histórias, rever escolhas e priorizar o cuidado com a mente.


Ao longo do mês, milhares de voluntários, profissionais da saúde, educadores, comunicadores e instituições públicas e privadas promovem ações de conscientização, como palestras, rodas de conversa, campanhas educativas e atividades comunitárias. Essas iniciativas buscam quebrar tabus, combater o preconceito e incentivar o diálogo aberto sobre saúde mental em todos os espaços da sociedade.


Mais do que sensibilizar pessoas, o Janeiro Branco também atua para influenciar políticas públicas, defendendo a ampliação do acesso a serviços de saúde mental e a construção de estratégias de cuidado mais humanas, inclusivas e eficazes. A campanha reforça que saúde mental é um direito de todos e deve ser tratada como prioridade.


Cuidar da mente é essencial para uma vida mais equilibrada, saudável e com sentido. O Janeiro Branco nos lembra que falar sobre emoções, pedir ajuda e oferecer apoio são atitudes de responsabilidade individual e coletiva, fundamentais para a construção de uma sociedade mais consciente, solidária e humana.




1/10/2024

Manter a saúde mental inclui encontrar mecanismos para enfrentar adversidades, afirma psicólogo

 


Em 2024, a campanha Janeiro Branco completa 10 anos de existência e já mostra que alcançou um dos seus objetivos: a conscientização sobre a importância do bem estar mental

Metade dos brasileiros acredita que a saúde mental é, hoje, a principal pauta do país em termos de bem-estar da população. Segundo pesquisa realizada pela Ipsos, 52% mencionaram o tema como o de maior preocupação, acima do câncer, que é visto como a questão mais grave ligada à saúde por 38% dos entrevistados.

Mesmo assim, ainda existe muito equívoco quando o assunto é tratado porque muitos confundem ter saúde mental com não ter problemas ou estar livre de sofrimentos.

Manter a saúde mental não significa ficar livre de sofrimentos ou se blindar de situações difíceis. Assim explica o psicólogo da Hapvida NotreDame Intermédica, Carol Costa.  O especialista explica que a dificuldade em lidar com emoções e atribulações é uma porta aberta para depressão, ansiedade, síndrome do pânico, melancolia, dentre outras complicações.

“Nunca se falou tanto nesse assunto como nos últimos tempos, tendo em vista que passamos por uma pandemia que suscitou importantes debates sobre o tema. É importante ressaltar que saúde mental não está unicamente relacionada a coisas positivas. Ela também envolve lidar bem com as dificuldades da vida. É você estar bem, inclusive, na adversidade”, afirma, ressaltando que o grande objetivo é estar preparado para lidar melhor com as mais diversas situações. 

Dicas importantes

Compreender que o cotidiano é repleta de oscilações, estabelecer limites em relação a si e ao próximo, praticar atividades prazerosas e buscar ajuda especializada destacam-se entre alternativas viáveis diante da busca por equilíbrio.

 

Sobre a Hapvida NotreDame Intermédica

Com 78 anos de experiência a partir das aquisições durante sua história no país, a Hapvida NotreDame Intermédica é hoje a maior empresa de saúde e odontologia da América Latina.  A companhia, que possui mais de 66 mil colaboradores, atende cerca de 15,8 milhões de beneficiários de saúde e odontologia e tem à disposição a maior rede própria de atendimento com um sistema integrado que conecta as unidades das cinco regiões do país. Todo o aparato foi construído a partir de uma visão abrangente e integrada, voltada ao cuidado da saúde por meio de 87 hospitais, 77 prontos atendimentos, 331 clínicas médicas e 269 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.



Fonte: A I Comunicação

1/30/2023

Cocal: Saúde realiza culminância da campanha Janeiro Branco

 


A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), através do CAPS e com total apoio da Prefeitura de Cocal, realizou na manhã da última sexta-feira, dia vinte e sete, uma ação alusiva a campanha Janeiro Branco.



Estiveram presentes a secretária de Saúde Fabrícia Vieira, as coordenações do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF), Atenção Básica e os agentes comunitários de saúde.




A campanha Janeiro Branco, busca ampliar a conscientização do cuidado com a saúde mental e, portanto, as ações das equipes de saúde durante esse período têm como objetivo demonstrar a importância das pessoas não deixarem o cuidado com sua saúde mental para depois. Por isso o município dispõe de profissionais qualificados para atender qualquer situação necessária, não apenas durante a referida campanha, mas em todos os meses do ano, tanto na sede do CAPS, Centro de Especialidades e na Unidade Básica de Saúde São Francisco.











Por Evaldo Neres

Fonte: Secretaria de Saúde

 

1/07/2022

Organização e desorganização: excesso são sinais de alerta para a saúde mental

 


Imagem: Reprodução - Revista Amanhã


É comum pessoas que sofrem de ansiedade ter que lidar com a desorganização e bagunça do espaço quando a sua ansiedade está no auge.  Os casos de pessoas que se veem em um labirinto em meio a desordem são comuns, porque ansiedade e desordem frequentemente andam juntas. Estudo publicado no Boletim de Personalidade e Psicologia Social, concluiu que a confusão às vezes se traduz em um sentimento de depressão, especialmente se outras pessoas comentarem a bagunça. A desordem muitas vezes significa que há muitos estímulos em seu ambiente, o que por sua vez, torna difícil se concentrar.

O problema central, segundo profissionais da saúde, não é a desordem em si, mas como a pessoa reage à situação. Se a desordem é paralisante e impede as pessoas de realizar atividades corriqueiras precisa de investigação profissional, pois pode existir tanto um quadro de transtorno obsessivo compulsivo grave como um caso de ansiedade que precisam ser tratados.

Segundo o psicólogo Carol Costa Júnior, do Sistema Hapvida, a desorganização pode ser indicadora até de uma depressão. “A pessoa fica muito largada, não se preocupa com as coisas, muito jogado, começa a inclusive a não prestar atenção na própria higiene pessoal. Desorganizado com si próprio, com questões de horário, com as relações interpessoais, aí talvez sim, seja um comportamento patológico no sentido de que as coisas não estão indo bem”, explica

Ele explica ainda que é importante essa percepção por parte dos pais no caso das crianças e dos adolescentes, dos amigos para que o apoio se faça efetivo. “Perceber, tentar chegar nessa pessoa da melhor forma possível para que essa pessoa busque ajuda”, acrescenta.


Excessos devem ser investigados

Seja na organização ou na desorganização, o equilíbrio, segundo o psicólogo, é chave na identificação do problema. Desorganização demais e obsessão por organização não são bons sinais. “O excesso na busca dessa organização também é indicativo de ansiedade. Então você começa a transferir aquela angústia para uma atividade e essa atividade pode ser a busca da organização. Lembrando que há um estado natural onde nós buscamos organizar o ambiente, mas quando isso se torna obsessão já se torna um comportamento patológico. Se você apresenta um excesso determinado comportamento já é um sinal. Então há um desequilíbrio já é o indicativo de algo que esteja acontecendo”, afirma.  Além de buscar ajuda profissional é possível tomar algumas atitudes que podem ajudar com o problema:


Analise como a confusão lhe prejudica

Pensar em como, especificamente, a desordem está interferindo nas atividades e objetivos. Diminui o seu espaço? Interfere que encontre objetos importantes? É importante ter o seu espaço arrumado para se sentir bem no local? Assim será possível concentrar os esforços na organização do espaço correto pelos motivos certos.


Peça ajuda

Pode parecer bobagem pedir ajuda para se organizar, mas não é. Pelo contrário, é recomendado por profissionais que o problema seja dividido com alguém. Na falta de um profissional procure ler sobre o tema e pôr em prática as orientações de artigos confiáveis.


Um passo por vez

Não tentar fazer tudo de uma vez e ir ultrapassando etapas. Começar por pequenos passos como escolher uma área menor para organizar. Se você se sentir ansioso enquanto está em meio a organização, tente fazê-lo em intervalos curtos de tempo, seja 15 minutos por dia, ou 1 hora, uma vez por semana, ou melhor, o que funcionar para sua programação. Expandir lentamente a duração das sessões de organização.



Fonte: AI Comunicações


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