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6/04/2021

A médica ginecologista e obstetra da rede HapVida, Jeska Lima Verde, fala das causas dos partos prematuros e alerta para alguns cuidados

 




O caso recente do filho do youtuber piauiense Whindersson Nunes, que faleceu depois de nascer prematuramente chamou atenção de todo o país.  Classificado como prematuridade extrema, quando o parto acontece com menos de 28 semanas, trata-se de uma situação mais comum do que parece.  Segundo um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS), realizado em 2018, cerca de 15 milhões de bebês nascem antes do fim da gestação a cada ano e isso representa 10% do total de nascimentos no mundo. No Brasil a prematuridade é considerada, pela OMS, uma das principais causas de morte de crianças nos cinco primeiros anos de vida.






Fonte: AI Comunicações


12/30/2020

Especialista explica relação entre infecção pelo coronavírus em gestantes e partos prematuros

 


Doença relativamente nova, a infecção pelo coronavírus ainda é investigada e suas complicações continuam sendo descobertas. Recentemente, a esposa do DJ Alok, a médica Romana Novais, teve um parto prematuro que teria ocorrido em decorrência do vírus. A situação acendeu o alerta das gestantes, que podem ter problemas durante a gravidez por conta da covid-19.

Ginecologista do Hapvida, Romeu Menezes Neto explica que Romana apresentou problemas na coagulação sanguínea e teve o nascimento do bebê antes do tempo previsto, fatos que podem estar relacionados com as complicações causadas pela Covid. De acordo com o especialista, estudos têm apontado que além do parto prematuro, também há registros de aumento na incidência de pré-eclampsia – um distúrbio da pressão arterial - e até mesmo abortos em decorrência da contaminação pelo coronavírus.

Ainda assim, o cenário continua sendo de pesquisas e análises sobre o comportamento do vírus nas gestantes. A transmissão da mãe para o feto, por exemplo, ainda não é algo cientificamente comprovado. “Não podemos afirmar que há a contaminação”, explica o médico, que ressalta a importância de as mulheres grávidas tomarem cuidado durante a pandemia. “As gestantes foram incluídas no grupo de risco para a covid-19 e por isso, devem redobrar as recomendações das autoridades de saúde”, pontua.

Momento de novidades e surpresas, a gravidez nesse período pode causar inquietações e por isso, o profissional aconselha que as mães mantenham a calma: “A maioria dos casos que aconteceram em gestantes foram sintomas leves. Acalmem os corações e mantenham o pré-natal em dia, com todos os cuidados de higiene e isolamento social. Conversem com seu obstetra, tirem dúvidas. É um momento difícil, mas logo passará”, tranquiliza.

Regulamentação no país – O Ministério da Saúde orienta que gestantes e puérperas até o 14º dia de pós-parto devem ser consideradas grupo de risco para Covid-19. Ainda conforme a pasta, a vigilância epidemiológica no Brasil tem reportado casos de óbitos maternos decorrentes de complicações cardiopulmonares ou falência múltipla dos órgãos relacionados à Covid-19. As principais comorbidades associadas à letalidade foram obesidade, diabetes e doença cardiovascular, à semelhança da população geral.



Fonte: AI Comunicações

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