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4/19/2024

Dermatologista alerta para os prejuízos do tabagismo à saúde da pele

 

Diogo Pazzini

O tabagismo é conhecido por seus efeitos nocivos à saúde, sendo amplamente associado a problemas cardiovasculares. No entanto, os danos não se limitam apenas ao coração, é o que explica o dermatologista da Hapvida NotreDame Intermédica Diogo Pazzini. O profissional indica que o hábito de fumar afeta diretamente a saúde da pele.

Pazzini explica que o tabagismo acelera o processo de envelhecimento da pele, levando à flacidez e ao surgimento de manchas. "A nicotina destrói e atrapalha a produção natural de colágeno e elastina, e assim surgem os sinais de flacidez e as rugas". Além disso, os poros tendem a se tornar mais dilatados e propensos a cravos devido aos componentes prejudiciais encontrados no cigarro.

Ao abordar possíveis diferenças entre homens e mulheres nos efeitos do tabagismo na pele, o dermatologista destaca que, nas mulheres, pode ocorrer uma piora da acne, conhecida como acne da mulher adulta.

Embora o ideal seja abandonar completamente o hábito de fumar, o especialista da Hapvida NotreDame Intermédica ressalta que existem medidas que podem ser tomadas para minimizar os danos à pele para aqueles que têm dificuldade em parar. "Para ajudar nos dados causados na pele, indico o uso do protetor solar e hidratantes adequados. Alguns medicamentos tópicos também podem contribuir para melhora de manchas e acne, como ácido azelaico, ácido glicólico e retinóides, sempre com prescrição do dermatologista", ressalta.

Além disso, ele menciona que procedimentos dermatológicos como lasers, ultrassom microfocado e bioestimuladores injetáveis podem auxiliar na restauração do colágeno e na melhoria da saúde geral da pele.



Fonte: AI Comunicação

8/26/2022

Aumenta o número de jovens vítimas de doenças causadas pelo tabagismo

 


Cigarro comum, narguilé e cigarro eletrônico são extremamente prejudiciais à saúde em sua totalidade, mas os danos à saúde cardiovascular causados pelo uso do cigarro tem sido cada vez mais relatados por pessoas jovens. É o que relata o cardiologista Ricardo Nogueira, do Sistema Hapvida. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o mundo apresenta, anualmente, 40 milhões de novos jovens fumantes entre 13 e 15 anos.

“É muito frequente no consultório do cardiologista os casos de pacientes jovens, com menos de 40 anos que chegam a enfartar e o único fator de risco identificado é o tabagismo”, afirma o médico.  Segundo o cardiologista são pacientes que não tem histórico familiar, não sofrem de diabetes, não sofrem de nenhuma outra comorbidade, não possuem nenhum fator para doença cardiovascular, mas fumam. O fumo pode causar cerca de 50 tipos de doenças. 

Uma situação que preocupa os especialistas é o aumento do uso do cigarro eletrônico, que foi um instrumento utilizado para as pessoas deixarem de fumar, mas que agora tem sido usado como cigarro convencional. O coração é um dos órgãos mais atingidos pelas 4.700 substâncias tóxicas existentes no cigarro. O médico do Sistema Hapvida lembra que o uso do cigarro eletrônico é tão prejudicial à saúde quanto qualquer outro tipo de cigarro.

“Aumenta, também, o risco de doenças cardiovasculares”, acrescenta Ricardo Nogueira, lembrando que o tabagismo reduz em onze anos a expectativa de vida da mulher e em 12 anos a expectativa de vida dos homens. Entre as doenças causadas pelo fumo estão a angina; infarto agudo do miocárdio; hipertensão arterial; aneurismas; acidente vascular cerebral e tromboses.




Fonte: AI Comunicação

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