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4/23/2025

Álcool e remédios: o que é verdade e o que é mito?


Muita gente já ouviu que não pode misturar bebida alcoólica com remédio. Mas será que isso é sempre verdade? Será que uma taça de vinho ou uma cervejinha realmente atrapalha? Neste post, vamos explicar de forma simples o que é mito e o que é verdade sobre o assunto.


1. Álcool e remédio nunca combinam – Quase sempre verdade!

Na maioria dos casos, misturar álcool com remédio pode dar ruim. Alguns medicamentos podem perder o efeito, outros podem causar reações sérias, como tontura, vômito ou até desmaios. Por isso, é sempre bom evitar.


2. Tomar antibiótico e beber um pouquinho não tem problema – Mito!

Alguns antibióticos até podem não ter uma reação direta com o álcool, mas outros (como o metronidazol) causam efeitos bem ruins, como náusea e palpitação. Sem falar que o álcool pode atrapalhar o corpo a se recuperar da infecção.


3. Bebida corta o efeito do anticoncepcional – Parcialmente verdade

O álcool não "corta" o efeito da pílula por si só. Mas se a pessoa beber demais, pode esquecer de tomar o remédio no horário certo, ou até vomitar, e aí sim o efeito pode ser comprometido.


4. Tomar remédio pra dormir e beber dá sono dobrado – Verdade perigosa!


Essa mistura é muito arriscada! O álcool e esses remédios agem no cérebro, e juntos podem causar sonolência forte, dificuldade pra respirar e até desmaios. Nunca combine os dois.


5. Esperar algumas horas depois de beber já resolve – Depende

O corpo leva tempo pra eliminar o álcool. Às vezes, é preciso esperar mais de 12 horas ou até um dia inteiro, dependendo da bebida e da quantidade. Só um médico pode dizer com certeza.

Mesmo que pareça inofensivo, misturar bebida com remédio pode trazer sérios riscos. Se estiver em tratamento com qualquer medicamento, o melhor é evitar o álcool. E se bater a dúvida, fale com seu médico ou farmacêutico antes de beber.




11/06/2020

Piauí | Vedado o consumo de bebidas alcoólicas no próximo fim de semana

 

Em decreto, o governador do Estado do Piauí mantém a vedação de consumo de bebidas alcoólicas a partir das 24 horas do dia 06 de novembro até as 24 horas do dia 08 de novembro.

Confira: 

Art. 1º Fica vedado, a partir das 24 horas do dia 06 de novembro até as 24 horas do dia 08 de novembro:

I - O consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos;

II - O consumo de bebidas alcoólicas no entorno de estabelecimentos privados como bares e restaurantes, dentre outros, ficando ressalvado o consumo de bebidas alcoólicas apenas para os clientes devidamente sentados em cadeiras e acomodados em mesas, respeitando o distanciamento mínimo de 2 (dois) metros e as demais medidas higienicossanitárias estabelecidas no Protocolo Específico nº 021/2020 Serviços de Alimentação e Bebidas em Geral. Parágrafo único: permanência da vedação nos demais finais de semana dependerá da nova avaliação do Comitê de Operações Emergenciais – COE.

Art. 2º Fica determinado que as equipes do Programa Emergencial de Busca Ativa Covid-19, instituído pelo Decreto nº 18.972 de 08 de maio de 2020, devem intensificar suas ações de rastreamento de pessoas contaminadas pelo novo coronavirus.

Art. 3º A fiscalização das medidas determinadas no art. 1º deste Decreto será exercida pela Vigilância Sanitária Estadual, em articulação com os serviços de vigilância sanitária federal e municipais, e com o apoio da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Departamento Estadual de Trânsito DETRAN/PI.

§ 1º Os órgãos envolvidos na fiscalização das medidas sanitárias deverão solicitar a colaboração da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e da Guarda Municipal de Teresina.

§ 2º Fica determinado aos órgãos indicados neste artigo que reforcem a fiscalização em relação às seguintes proibições:

I aglomeração de pessoas ou consumo de bebidas em locais públicos; II direção sob efeito de bebida alcoólica.


Fonte: VISA/Cocal

2/04/2020

Excesso de álcool traz perigo aos dias de folia


Consumo de água pode ajudar a minimizar os efeitos de bebidas alcoólicas no organismo.



Uma das épocas mais festivas do ano está chegando: o Carnaval. Tempo de alegria e diversão para os foliões nos blocos de rua, bailinhos e desfiles. E na tradicional comemoração brasileira, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas aumenta. E para quem pensa que cachaça é água, precisa ficar atento, porque não é. O uso abusivo do álcool coloca funções vitais do corpo em risco. 

O consumo de bebidas alcoólicas em si, não é um problema. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) o consumo inteligente ou moderado, caracterizado por até duas doses por dia, (uma dose padrão equivale a uma lata de cerveja, uma taça de vinho ou um shot de destilado) traz até benefícios para a saúde, como a redução de risco para doenças cardíacas e diabetes. Mas em época de folia, a euforia facilita o exagero.

Segundo o clínico do Hapvida, Arilton Fontenele Lima, o álcool age no organismo em duas fases: “Na primeira fase, a pessoa fica alegre, agitada e divertida, tornando-se mais desinibida e por isso continua bebendo, até que a euforia cessa e vem a segunda fase, geralmente acompanhada por uma leve depressão, que é quando a pessoa coloca pra fora suas frustrações. Se continuar bebendo, sente tonteiras, náuseas e dificuldades para se manter de pé. Assim como o equilíbrio é afetado, a razão também é e o indivíduo faz coisas que sóbrio não faria".

O exagero traz consequências. Na ingestão abusiva do álcool, o fígado é quem mais sofre, pois “se a pessoa insiste em se alcoolizar de forma exagerada e frequente, o fígado enfraquece e desenvolve esteatose hepática, que é o acúmulo de gordura no fígado, podendo ser leve, moderada ou grave, se não tratar, pode evoluir para cirrose, onde o fígado fica fibroso e perde sua finalidade, neste ponto torna-se irreversível”, alerta o médico. 

Para que os foliões possam garantir a festa e cuidar da saúde, recomenda-se manter uma boa alimentação e a constante hidratação com água, para minimizar os efeitos do álcool no corpo. “O álcool tem função diurética, o corpo elimina água pela urina, quanto mais ingerir álcool, mais ficará desidratado”, comenta o especialista.



Fonte: AI Comunicações

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