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8/21/2026

Cocal completa 78 anos de emancipação: terra do babaçu e da carnaúba celebra história e identidade

Raízes nas palmeiras, riqueza da terra e trajetória de independência: conheça a origem do nome e a trajetória da cidade que se descolou de Parnaíba e cresceu no Piauí




A origem do nome Cocal: uma homenagem às palmeiras que definiram a região
Neste sábado, 22 de agosto de 2026, a cidade de Cocal, no interior do Piauí, celebra 78 anos de emancipação política. Mais do que uma data no calendário, a ocasião é motivo de orgulho e memória para todos os que conhecem a trajetória desse município — que carrega em seu próprio nome a marca da natureza que sempre lhe foi generosa.

Há registros que desde o início do século XIX, quando se formou um pequeno povoado na região, o lugar já era chamado de Cocal. O nome não veio por acaso: é uma homenagem direta às inúmeras palmeiras que cobriam a paisagem local, com destaque para o babaçu — árvore também conhecida popularmente como aguassu, guaguassu, ouassu, uasuassu e até coco-de-macaco.

O babaçu pertence ao gênero Orbignya, da família das palmáceas, com mais de 21 espécies espalhadas pela América do Sul, sendo 14 delas tipicamente brasileiras. Considerada uma das culturas nativas mais ricas do Piauí, a palmeira é nativa da Bacia Amazônica e, mesmo diante da concorrência moderna de culturas como a soja e o arroz, sua amêndoa continua valiosa no mercado de óleos, sendo de importância econômica para vários estados do Nordeste e além.

Mas foi outra palmeira que impulsionou o verdadeiro salto de Cocal rumo à emancipação: a carnaúba. A cidade viveu sua época de maior prosperidade no chamado "ciclo do pó da carnaúba". Da palha seca ao sol, os trabalhadores extraíam o valioso pó por meio de batidas sincronizadas com cacetes. O produto era moldado em tabletes e escoado principalmente pelo trem "Maria Fumaça", que fazia o trajeto entre Luís Correia e Teresina. Nada era desperdiçado: do caule, faziam-se casas, alpendres e currais.

A riqueza gerada pela carnaúba fez crescer o povoado, que em pouco tempo se tornou independente de Parnaíba e consolidou-se como município: Cocal. Um nome que, até hoje, carrega a essência da terra — nascida das palmeiras, construída com trabalho e enraizada na identidade do Piauí.

Parabéns, Cocal! Que seus 78 anos sejam apenas mais um capítulo de uma história que continua sendo escrita com orgulho, trabalho e amor à terra.




Por Blog Evaldo Neres

Esta matéria foi produzida a partir de informações do Livro Cocal; Gráfica e Editora  Sieart; Autor: João Araújo Passos

🎥 Assista ao vídeo Cocal: 78 anos. 
Autor do vídeo: Evaldo Neres  
BG: Letra: Dola
Melodia: Suno


7/19/2026

Lançamento do livro Piauí em Letras IX celebra a literatura e a cultura piauiense em Cocal

Coletânea reúne escritores de diversas cidades do estado e reforça a importância da literatura como instrumento de memória, identidade e valorização cultural.




Na noite deste sábado (18), a cidade de Cocal, no Norte do Piauí, foi palco de um importante encontro dedicado à cultura e à literatura. O lançamento da coletânea Piauí em Letras IX reuniu escritores, leitores e admiradores da produção literária piauiense em um evento marcado pela valorização da identidade cultural e pelo incentivo à leitura.

A programação foi organizada pelos escritores cocalenses Esperança Vaz e João Passos, que receberam autores e convidados em um momento de confraternização e reconhecimento do talento literário presente em diferentes regiões do estado.



Uma obra que reúne diferentes vozes do Piauí

Logo nas primeiras páginas, Piauí em Letras IX demonstra a riqueza e a diversidade da literatura produzida no estado. A coletânea reúne poetas, cronistas, contistas e romancistas de várias cidades piauienses, formando um amplo mosaico de estilos, experiências e visões de mundo.

Cada texto apresenta uma perspectiva única, mas todos compartilham um objetivo em comum: preservar a memória, fortalecer a cultura regional e mostrar que o Piauí possui uma produção literária viva, criativa e cada vez mais representativa.



Temas que dialogam com a vida do povo piauiense

Ao longo da obra, o leitor encontra textos que abordam assuntos profundamente ligados à realidade e à sensibilidade do povo nordestino.

Entre os principais temas presentes na coletânea estão:

a infância vivida no sertão;

a religiosidade popular;

o amor e os laços familiares;

a saudade e as lembranças;

a resistência cultural;

reflexões sobre questões sociais;

narrativas históricas;

contos de caráter fantástico;

situações inspiradas no cotidiano.

A coletânea também apresenta uma combinação harmoniosa entre diferentes formas de expressão literária. A delicadeza da poesia intimista divide espaço com a força da literatura de cordel, o regionalismo marcante e textos que refletem sobre as transformações da sociedade contemporânea.



Mais do que um livro: um encontro de identidades

Um dos grandes méritos de Piauí em Letras IX é reunir autores com estilos bastante distintos, sem perder a unidade da proposta.

Cada escritor imprime sua identidade nas páginas da obra, mas todos demonstram o compromisso de transformar experiências pessoais em literatura e de contribuir para a preservação da memória cultural do povo piauiense.

O livro conduz o leitor por paisagens do sertão, cidades históricas, histórias familiares e sentimentos universais, revelando um Piauí plural, acolhedor e profundamente literário.

Mais do que apresentar textos, a coletânea oferece experiências. Cada poema, conto, crônica ou romance convida o leitor a conhecer pessoas, lugares e emoções que ultrapassam as fronteiras do estado e dialogam com qualquer pessoa sensível à força das palavras.


Organização e publicação

A nona edição da coletânea foi organizada pelos escritores:

Esperança Vaz

Jarddel Vianna

João Passos

José Paraguassú

Mozaniel Almeida

A publicação é da Editora Anum, que contribui para ampliar o espaço de divulgação da literatura produzida no Piauí.




Cocal fortalece seu espaço no cenário cultural

O lançamento de Piauí em Letras IX também evidencia a crescente participação de Cocal no cenário cultural piauiense. Eventos como este aproximam escritores e leitores, incentivam novos talentos e reforçam a importância da literatura como ferramenta de educação, preservação da memória e valorização das identidades locais.

Em tempos de rápidas transformações, iniciativas voltadas à cultura tornam-se ainda mais relevantes por manterem vivas as histórias, tradições e experiências que ajudam a construir a identidade de um povo.

O lançamento de Piauí em Letras IX foi muito mais que a apresentação de um novo livro. Representou uma celebração da literatura piauiense, do talento de seus escritores e da riqueza cultural presente em cada canto do estado.

Ao reunir autores de diferentes gerações e cidades, a obra reafirma que a literatura continua sendo uma poderosa forma de preservar a memória, compartilhar vivências e aproximar pessoas por meio das palavras. Para quem aprecia uma boa leitura e deseja conhecer mais profundamente a alma do Piauí, esta coletânea é um verdadeiro convite à descoberta.













7/02/2026

Aila Brito: Quem é Aila Maria de Brito Silva? Conheça a trajetória da veterinária e escritora de Cocal (PI)

Natural de Cocal (PI), Aila Maria de Brito Silva concilia a carreira na Medicina Veterinária com a produção literária, participando de coletâneas, instituições culturais e plataformas dedicadas à poesia e à escrita.





Aila Brito - Foto: Evaldo Neres | Edição: Adobe Firefly

Em Cocal, no Norte do Piauí, a dedicação aos estudos e o amor pela literatura encontraram um ponto de encontro na trajetória de Aila Maria de Brito Silva. Formada em Medicina Veterinária, ela também construiu um espaço no meio literário, onde compartilha poemas, reflexões e participa de projetos que valorizam a cultura e os escritores piauienses.

Seu trabalho demonstra que conhecimento científico e sensibilidade artística podem caminhar lado a lado, contribuindo para enriquecer a produção cultural dentro e fora do estado.

Da Medicina Veterinária à literatura
Natural de Cocal (PI), Aila é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) e possui pós-graduação em Gestão e Docência do Ensino Superior, pelo INTA, no Ceará.
Além da atuação profissional na área veterinária, dedica parte do seu tempo à escrita, atividade que desenvolve com constância e entusiasmo.
Essa união entre profissão e literatura revela uma trajetória marcada pela busca permanente por conhecimento e pela valorização da cultura.

Participação no projeto Piauí em Letras
Entre os destaques de sua caminhada literária está a participação em diversas edições do projeto Piauí em Letras, iniciativa que reúne autores piauienses em coletâneas e fortalece a produção literária do estado.

No prefácio da 9ª edição da obra, Aila Maria de Brito Silva relembra como nasceu a iniciativa, destacando que o projeto surgiu da união entre escritores que compartilhavam o interesse pela literatura:

"Tudo começou com um bate-papo informal, no Facebook, em que, juntamente com o poeta e amigo Mozaniel Almeida, no início de 2018, idealizamos e buscamos contactar outros conterrâneos, através do site de escritores Recanto das Letras (RL), com esse propósito.
Para nossa grata satisfação surgiram as adesões dos nobres poetas: José Paraguassú, Carvalho Neto, Lena Lustosa e Adrião Neto. Esse último, com uma visão mais apurada e contando com alguns livros já publicados, expôs o desejo de lançar nossa primeira coletânea, durante o nosso primeiro encontro – uma ideia aceita por unanimidade. E assim aconteceu..."

O relato evidencia que o Piauí em Letras nasceu da iniciativa de escritores que decidiram reunir talentos piauienses em torno de um objetivo comum: publicar uma coletânea que valorizasse a produção literária do estado. Desde então, o projeto passou a reunir autores de diferentes regiões, contribuindo para ampliar a visibilidade da literatura piauiense.

Aila participou das edições:

I
II
III
IV
V
VI
VII
VIII
IX

Essas publicações ajudam a divulgar escritores de diferentes regiões do Piauí, incentivando novos leitores e fortalecendo a produção literária estadual.

Poesia construída em conjunto
Outro importante capítulo de sua trajetória acontece na Academia Brasileira de Sonetistas (ABRASSO).
Além dos poemas de sua autoria, Aila participa da elaboração dos chamados Sonetos Coletivos.

O que é um Soneto Coletivo?
O soneto é um poema formado por 14 versos, seguindo uma estrutura tradicional da literatura.

Na ABRASSO, vários escritores colaboram na construção de um mesmo soneto, cada um contribuindo com parte da obra. O resultado é um texto produzido coletivamente, unindo criatividade, técnica e diferentes estilos de escrita.

Essa experiência fortalece o intercâmbio entre autores e mostra como a poesia também pode ser construída em equipe.

Produção disponível para leitores
Quem deseja conhecer melhor o trabalho de Aila encontra seus textos em importantes espaços dedicados à literatura na internet.

Seu acervo está disponível no Beco dos Poetas e também no Recanto das Letras, onde possui aproximadamente 1.796 textos publicados.

Essa produção reúne poemas, reflexões e outras composições literárias que permanecem acessíveis ao público, permitindo que novos leitores descubram seu trabalho.

Integra a CAPPAZ
A escritora também é confreira efetiva da Confraria Artistas e Poetas pela Paz (CAPPAZ), instituição que reúne artistas e escritores comprometidos com a promoção da cultura, da arte e da valorização da paz por meio da produção literária.

Uma trajetória marcada pela dedicação
A história de Aila Maria de Brito Silva mostra que diferentes áreas do conhecimento podem se complementar.
Ao mesmo tempo em que atua como médica veterinária, ela mantém viva a paixão pela literatura, participando de projetos culturais, colaborando com instituições literárias e disponibilizando sua produção para leitores de diversas partes do Brasil.
Sua caminhada contribui para fortalecer a presença da literatura piauiense e valoriza o talento de escritores que ajudam a preservar e divulgar a cultura regional.

Ficha rápida

Nome: Aila Maria de Brito Silva

Naturalidade: Cocal – Piauí

Profissão: Médica Veterinária

Formação: Medicina Veterinária (UEMA)

Pós-graduação: Gestão e Docência do Ensino Superior (INTA-CE)

Atuação literária: Escritora amadora

Projetos: Piauí em Letras (edições I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII e IX)

Instituições: Academia Brasileira de Sonetistas (ABRASSO) e Confraria Artistas e Poetas pela Paz (CAPPAZ)

Acervo: Beco dos Poetas e Recanto das Letras (neste, cerca de 1.796 textos publicados)

Leia também nossa matéria sobre o lançamento do livro Piauí em Letras IX.


Por Evaldo Neres

Fonte de Pesquisa: Piauí em Letras V, Sieart Gráfica e Editora, 2022 & Piahí em Letras IX - Editora Anum, 2026; ABRASSO, CAPPAZ; Beco dos Poetas & Recanto das Letras.

6/08/2025

José Paraguaçu na Feira Virtual do Livro em Angola: uma ligação entre culturas por meio da arte


A presença do escritor, músico, poeta, letrista e produtor cultural José Paraguassú na Feira Virtual do Livro em Angola, agendada para o dia 9 de junho, representa um momento crucial para a cultura do Brasil e para todos que veem a arte como um vínculo entre as pessoas. A sua presença vai além da exibição de trabalhos ou habilidades individuais; é a prova de que a arte é uma linguagem universal, apta a cruzar oceanos e atingir corações mesmo onde os pés do artista ainda não pisaram.

A arte de José Paraguassú é uma representação precisa do sertão, da população do Nordeste, da resistência e da crença. Ao cantar, escrever ou recitar, ele não está simplesmente transmitindo emoções; está transmitindo uma identidade, dando voz a um Brasil profundo e frequentemente desconhecido. A força de sua arte vem do chão rachado, do suor do trabalhador, da esperança persistente que surge mesmo em tempos adversos.

Ao representar nossa cidade, nosso estado e nosso país neste evento global, Paraguassú demonstra que não é necessário deixar nossa casa para sermos ouvidos pelo mundo. Somente a verdade na palavra e a beleza na criação são suficientes. A sua contribuição também é um convite: para que o mundo veja o sertão não apenas como um local de escassez, mas como um local de cultura, poesia, sabedoria e resistência.

Para ele, participar da Feira Virtual do Livro em Angola representa reafirmar que a arte transcende fronteiras, idiomas e proprietários, pertencendo a todos que sentem, vivem e dependem dela para entender o mundo. Se a arte espelha um povo, então José Paraguassú é um reflexo luminoso da alma do sertão.

Que a sua participação nesta feira seja valorizada como um momento de ligação entre nações, culturas irmãs, entre corações que estão distantes geograficamente, mas que estão interligados pelo poder sem fim da arte.



Fonte: Rota 343


11/08/2024

Piauí homenageia personalidades com Medalha da Ordem do Mérito e Prêmio Cultural


No Dia Nacional da Cultura, 5 de novembro, o Auditório Liz Medeiros foi palco de uma celebração especial que reuniu artistas, autoridades e admiradores da cultura piauiense para a entrega da Medalha da Ordem do Mérito e do Prêmio Cultural. Organizado pelo Conselho Estadual de Cultura do Piauí, o evento homenageou figuras notáveis por suas contribuições à cultura e história do estado, em uma solenidade marcada por emoção e reconhecimento.

 

O presidente do Conselho, Nelson Nery Costa, destacou o papel fundamental dos homenageados para o Piauí. “Aqui temos um grande caleidoscópio que é a cultura, seja da arte popular, seja da literatura, da arte individual,” afirmou Nery Costa. Ele também ressaltou a importância de valorizar figuras que muitas vezes trabalham longe dos holofotes, mas que têm um impacto profundo na sociedade.

 

Conceição de Maria da Silva Bugyja Brito, educadora e gestora pública, foi a primeira homenageada da cerimônia, indicada pelo conselheiro Gilson Caland, destacando-se por seu trabalho em sustentabilidade e educação. Débora Jamara da Silva Sampaio, jornalista e atriz que defende pautas de inclusão e diversidade racial, recebeu o prêmio, indicada pelo conselheiro José Itamar, em reconhecimento às suas contribuições à representatividade.

 

Outro nome de peso foi o documentarista Douglas Denis Amaral Machado, cuja obra dedicada ao Nordeste é aclamada internacionalmente. Indicado pelo conselheiro Wilson Seraine, Douglas impacta com suas produções ao evidenciar a cultura nordestina.

 

Fides Angélica de Castro Veloso Mendes Omati, professora e advogada, indicada pelo presidente do Conselho, Nelson Nery, foi a oradora da cerimônia em nome dos homenageados. A jurista e presidente da Academia Piauiense de Letras foi aplaudida e saudada por todo o público presente.

 

O evento também homenageou Genivaldo da Costa e Silva, escultor autodidata, indicado pelo conselheiro Cineas Santos, que usa a arte para retratar a essência piauiense. A artesã Raimunda Teixeira da Silva, ou “Raimundinha,” fundadora da Cooperativa de Mulheres Artesãs do Poti Velho (Cooperart), foi indicada pela conselheira Poliana Sepúlveda.

 

Presidente do ConECta, Poliana reverberou a importância histórica do prêmio.

"É uma medalha que completa 8 anos, são 80 homenageados, não é uma medalha qualquer, é uma medalha que temos um apreço, um carinho", disse.

 

Outro nome de destaque foi Osvaldo Gomes de Assunção, professor e curador de arte de José de Freitas, indicado pela conselheira Dora Medeiros.

Soraya Santos Guimarães, produtora cultural e empresária, indicada pelo conselheiro João Vasconcelos, foi homenageada por seu papel na organização de festivais e eventos, sempre comprometida com a valorização da música e das artes visuais. Suzane Oliveira Jales de Carvalho, também homenageada, foi indicada pelo conselheiro Jone Clay por seu trabalho à frente da Associação Quintal das Artes, promovendo eventos culturais que movimentam o cenário artístico da região.

 

Com as homenagens e a valorização de personalidades de tamanha relevância, a secretária de Cultura do Piauí, Ingrid Persi, destacou o papel da premiação para o fortalecimento da identidade cultural do estado. “É um marco na história, porque independente da gestão teremos esse momento de valorização. Hoje a cultura do Piauí está contemplada,” afirmou Ingrid. A secretária agradeceu ao Conselho Estadual de Cultura pela organização e lembrou a importância de continuar investindo na valorização cultural.








Fonte: AI Comunicação

11/22/2023

Cocal: Acontece reunião ordinária do Conselho Municipal de Cultura

 


Nesse dia 20 de novembro os integrantes do Conselho Municipal de Cultura de Cocal participaram da primeira reunião ordinária para montagem do projeto da Lei Paulo Gustavo. 



Segundo o secretário da Cultura, professor João Passos, nesta quarta-feira será divulgada o período de inscrições para os fazedores de cultura possam estar participando (artesãos, músicos, dançarinos etc.) ou concorrendo a uma das vagas do referido projeto. 


Na ocasião foi discutida a realização da Expoarte prevista para ser realizada na localidade Boíba (zona rural), no próximo domingo, dia 26 de novembro, com a participação da cantora cocalense Angelina Alves, e os preparativos para o Estação de Natal que será promovido em 22 de dezembro deste mesmo ano, na praça do complexo de Lazer e Cultura. 





8/17/2023

Prefeitura de Cocal realiza oitiva da Lei Paulo Gustavo

 


A Prefeitura de Cocal, na terça-feira (08), reuniu os agentes culturais do município e a comunidade interessada para, após um chamamento público, a 1ª Escuta Pública da Lei Paulo Gustavo.

Realizada na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares (STRAAF), a oitiva foi organizada pela Secretaria Municipal de Cultura (SMC) e teve como objetivo discutir o Plano de Ação para a aplicação dos recursos destinados ao setor.

Durante a escuta pública, diversos segmentos culturais, como produtores culturais, artes visuais, capoeira, dança e produtores audiovisuais, tiveram a oportunidade de expressar suas necessidades e contribuir na definição da aplicação dos recursos. 



Para João Passos, secretário de cultura, o acesso à cultura promove a dignidade das pessoas, geração de renda e fortalecimento dos laços sociais: “O recurso da Lei Paulo Gustavo será direcionado não apenas ao setor audiovisual, mas também a outras áreas culturais, abrangendo uma ampla diversidade de expressões artísticas e manifestações culturais. A aplicação do valor disponibilizado para o município vai impulsionar a criação, produção e a valorização das atividades culturais do que é produzido aqui”, destacou.

Ele acrescentou que a Lei Paulo Gustavo foi criada com o intuito de apoiar os fazedores de cultura diante das dificuldades causadas pela pandemia do novo coronavírus. Seu objetivo é promover a recuperação do setor cultural em todas as suas dimensões: “A lei foi criada para apoiar fazedores de cultura, diante das dificuldades causadas pela pandemia do novo Coronavírus. A ideia é garantir que os editais e chamamentos públicos atendam às necessidades dos produtores culturais locais”, afirmou o secretário.

Após a fase das oitivas, a SMC vai elaborar os editais de Cocal para que possibilitem a destinação dos recursos de forma transparente. Os editais serão divulgados publicamente, garantindo a ampla participação dos interessados. 






Por Evaldo Neres

Fonte/Ascom

5/03/2023

Cocal: Prefeitura promove Expoarte Comunidade no povoado Vidéu

 


A Prefeitura de Cocal, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, realizou no último sábado, dia vinte e nove de abril, mais uma noite do projeto Expoarte. O intento que iniciou na zona urbana, com o nome Expoarte Bairros, dessa vez foi realizado no povoado Vidéu, ampliando a ação para a zona rural do município.

O ponto de encontro do evento foi na quadra do ginásio poliesportivo da comunidade e reuniu artesãos, vendedores, expositores e moradores da comunidade daquela localidade e de outras regiões.

Na ocasião, momentos antes de iniciar o evento, o secretário de Cultura, professor João Passos comentou que além de Vidéu, outras regiões do município também serão agraciadas com a Expoarte Rural.

O projeto conta com diversas modalidades artísticas, buscando, assim, fazer um resgate da cultura local, dar oportunidade aos artesãos do município, de várias categorias.
































Fonte: Ascom/Prefeitura de Cocal

Dila Coutinho: poesia, memória e identidade piauiense em destaque no Piauí em Letras IX

Professora, escritora e poetisa de Marcolândia reúne trajetória dedicada à literatura, educação e valorização das raízes piauienses  Uma tra...