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11/26/2019

25 de novembro: Dia Internacional da Eliminação da Violência Contra a Mulher

Foto: Evaldo Neres

A Coordenadoria de Estado de Políticas para as Mulheres CEPM-PI está realizando a campanha  internacional do 16 Dias de Ativismo nos municípios  do Piauí .

Segundo os dados do IPEA (2019), a taxa de homicídios  subiu para 42,8% e fazendo o recorte de mulheres negras a taxa chega a 62,5%.


Precisamos dar um basta na violência contra a mulher. Assista ao vídeo, reflita e compartilhe-o. 



Nunca esqueça, em caso de violência DENUNCIE! 


Imagem: Portal no Ar

DISQUE 180



Imagem: Reprodução/Portal O Estado

Baixe o aplicativo SALVE MARIA.



Fonte: CEPM-PI
Edição: Evaldo Neres


11/23/2019

Violência contra a mulher foi tema de ‘Roda de Conversa’ em Cocal

A ‘Roda de Conversa’ aconteceu nessa sexta-feira (22), promovida pela Secretaria da Mulher de Cocal, no auditório da Câmara Municipal de Vereadores.


Fotos: Evaldo Neres


Era noite dessa sexta-feira (22), quando mulheres  de Cocal (Norte do Piauí) se reuniram numa ‘Roda de Conversa’, realizada pela Prefeitura, como fomento ao combate à violência contra a mulher.



De iniciativa da Secretaria da Mulher do Município, representada pela secretária Marilene Almeida e resultante de parceria com as secretarias da Assistência Social e Saúde, o evento contou com a participação de representantes da Coordenadoria Estadual de Políticas para as Mulheres.


Irmãs Mirabal - Imagem: Reprodução de El Coyote

“Na ocasião, foi apresentada a Campanha Internacional de Combate à Violência contra Mulheres e Meninas: ‘16 Dias de Ativismo”, criada em homenagem às irmãs Mirabal Pátria, Minerva e Maria Teresa, conhecidas como “Las Mariposas”, que foram brutalmente assassinadas pelo ditador Leonidas Trujillo da República Dominicana e alude ao dia 25 de Novembro, Dia Internacional da Não-violência contra a Mulher, incentivando reflexões sobre a situação de violência em que vive grande parte das mulheres em todo o mundo.



O objetivo da campanha é tornar público aos jovens e à comunidade os serviços locais da rede de atendimento às mulheres em situação de violência; Sensibilizar, através de atividades socioeducativas, à importância de se denunciar a violência contra a mulher negra; comover sobre problemas sociais, como o racismo, casamento infantil, gravidez na adolescência e estimular a relevância de se debater sobre violência contra mulheres em todas as idades.


Assista ao vídeo






















Por Evaldo Neres

5/09/2019

Adiar a sonho de ser mãe requer mais cuidados com a saúde da mulher



O último censo demográfico do IBGE, realizado em 2010, demonstrou que a mulher está optando pela gravidez tardia. A taxa de fecundidade no Brasil saiu de seis filhos por mulher, em 1960, para 1,9 em 2010. Deixando o Brasil próximos de países europeus, como a Suíça e a Dinamarca.

Muitas mulheres estão pensando na gravidez somente após alcançar uma certa estabilidade, sejam elas solteiras ou casadas. Esse momento geralmente chega depois dos 30 anos e, em alguns casos, até mesmo aos 40 anos.

"Muitas querem contrariar o que se convencionou chamar de relógio biológico. Dar atenção ao lado profissional é importante, e fazer isso para adiar a gravidez é bom, mas na hora da decisão de ter o primeiro filho após os 30 anos os cuidados devem começar.  É importante ter um acompanhamento médico antes e depois de engravidar", explica a obstetra do Hospital Rio Poty, Jesca Villa Verde.

Os avanços na medicina ajudam as mulheres nessa decisão, mas o sistema reprodutor feminino também envelhece  e isso pode dificultar a concretização de uma gravidez tardia, acrescenta a médica. Segundo a obstetra também aumentam com a idade os riscos de desenvolver alguma síndrome no bebê. "Os riscos sempre serão menores quando a mulher é mais jovem, geralmente entre 20 e 30 anos que é a fase mais fértil da vida da mulher”, afirma.

O problema da gravidez tardia, caracterizada após os 35 anos, pode ocasionar uma maior incidência de aborto, parto prematuro, fatores como a Síndrome de Down e o desenvolvimento de doenças como hipertensão e diabetes. Por isso a médica indica que mulheres que desejam engravidar nessa faixa etária, passem por exames de avaliação da reserva ovariana, e hormônio folículo-estimulante (FSH), ultrassonografia e o hormônio antimulleriano, que mostra ao médico o estoque de células germinativas e a qualidade dos óvulos estocados, mas nenhum vai mostrar qual o prazo limite para uma gestação.



Fonte: AI Comunicações

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