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Equipe de técnicas do Centro
de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS) orientam mulheres a
respeito da Campanha Agosto Lilás, a qual é dedicada à conscientização e
enfrentamento da violência doméstica contra as mulheres.
A ação destaca a
relevância da Lei Maria da Penha (Lei Federal nº 11.340/2006), que foi
sancionada em 7 de agosto de 2006 e tornou mais severa a punição de delitos praticados
contra mulheres no âmbito familiar e doméstico. Em 2024, a Lei Maria da Penha
completou 18 anos de existência.
De acordo com a psicóloga
Cleiry Vieira, além disso, a campanha ressalta as medidas de proteção
disponíveis para as mulheres no Brasil, como o Ligue 180, que é a Central de
Atendimento à Mulher. Também é viável fazer denúncias através do WhatsApp pelo
número (61) 99656-5008, com garantia de sigilo.
O movimento promovido através
da campanha, aborda os diversos tipos de violência, promovendo palestras e formando
grupo de mulheres contra a violência ou implementando um canal de denúncias.
Nesse
sábado (11), a Prefeitura de Cocal, representada pela Secretaria Municipal das
Políticas Públicas para as Mulheres, sediou a Conferência Territorial de Políticas
Públicas para as Mulheres dos Municípios da Planície Litorânea.
As
conferências têm como base o decreto nº 20.935 de 29/04/2022, e visam garantir,
fortalecer e ampliar as políticas públicas voltadas à construção de igualdade,
tendo como perspectiva a autonomia social, cultural, soberania alimentar,
segurança nutricional e políticas para as mulheres, com vista ao enfrentamento
a todas as formas de violência contra a mulher.
As
conferências têm os seguintes objetivos específicos:
-
Promover, qualificar e garantir a participação da sociedade, em especial, das mulheres,
na formação e no controle das políticas para as mulheres;
-
Incentivar a criação e o fortalecimento das organizações feministas e de
mulheres;
-
Propor e estabelecer as diretrizes para a regulamentação, estruturação,
institucionalização e implementação do Plano Estadual de política para as Mulheres;
-
Estimular a elaboração e o fortalecimento de planos municipais e estadual de
políticas Públicas para as Mulheres;
-
Avaliar os instrumentos e a política de criação e fortalecimento dos conselhos
municipais e estadual de defesa dos direitos das Mulheres e dos organismos municipais
de Política para as Mulheres.
Tatiane Seixas
As
palestras do evento foram realizadas na Unidade Escolar José Basson,
ministradas por Tatiane Seixas, presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos
da Mulher, Adriana Ribeiro, gerente de promoção de Políticas Públicas para as
Mulheres, da Coordenadoria Estadual de
Políticas Públicas para as Mulheres no Estado do Piauí e contou com a participação
da Secretaria de Agricultura Familiar (SAF), simbolizada por Deborah Lustosa, representantes
dos municípios da Planície Litorânea, sindicato dos Trabalhadores e
Trabalhadoras Rurais da Agricultura Familiar (STTRAF) e da anfitriã do acontecimento, secretária
Marilene Almeida.
Na
ocasião foram escolhidas as representantes que participarão da Quinta Conferência Estadual, prevista para acontecer no mês de novembro, em Teresina.
Empresa
está comprometida com os direitos humanos e com a agenda 2030 dos Objetivos
Sustentáveis da ONU
Ter
consciência da importância de contribuir com o meio ambiente e com a
responsabilidade social são diretrizes do Sistema Hapvida. Desta forma, a
companhia se tornou signatária dos selos ONU Mulheres, Fórum de Empresas e
Diretos LGBTI+ e da Rede Empresarial de Inclusão Social (REIS), contribuindo
para as melhores práticas de governança.
No
mundo corporativo, o conceito ESG (Environmental, Social and Governance) ou ASG
(Ambiental, Social e Governança, em tradução) é um compromisso que as
companhias assumem a longo prazo para contribuir com a sustentabilidade da
empresa através de práticas internacionais.
De
acordo com Ricardo Mota, Gerente Sênior da área de Gente, Gestão e Diversidade
do Sistema Hapvida, fazer parte dessas organizações fortalece a atuação da
companhia, especialmente na promoção do Social, do ESG. “Não é sobre
instrumentalizar as pessoas, e sim sobre humanizar as relações. Essas
iniciativas nos orientam, nos guiam e priorizam as ações, mas a mudança de
verdade nasce dentro de cada um. Trazer para a consciência a importância do respeito
e a valorização das diferenças aumenta as chances de termos ambientes livres de
pré-conceitos e melhoram os resultados e engajamento das pessoas",
destaca.
Majo
Campos, Vice-Presidente da área de Gente, Gestão e Diversidade, ressalta que
ser signatário "não significa que realizamos todos os compromissos
estabelecidos, mas, sim, que estamos prontos para aprender e fazer a
transformação que queremos em nossa empresa contribuindo, assim, para uma
sociedade mais justa e de oportunidade as pessoas".
Para
a empresa, a intenção é fazer valer a declaração dos Direitos Humanos, que diz:
"todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em
direitos". Por isso, esse novo passo da empresa requer responsabilidades,
cumprimentos de metas e promoção de ações afirmativas que estejam em linha com
as necessidades das pessoas para o crescimento sustentável da empresa e
evolução como sociedade.
"Não
mudamos o passado mas construímos o futuro, e esta construção é necessariamente
coletiva. Estaremos ao lado de grandes organizações que estão nesta jornada há
mais tempo para dividirmos experiências e somar ações, afirma Ricardo, e
completa que a empresa promove encontros, treinamentos, cartilhas de
orientações e formação para seguir nesta transformação social.
Conheça
as organizações:
*ONU
Mulheres: https://www.onumulheres.org.br/
*Fórum
de Empresas e Diretos LGBTI+: https://www.forumempresaslgbt.com/
A
osteoporose é uma doença caracterizada pela diminuição da massa óssea e
geralmente não apresenta nenhum sinal nos estágios iniciais. A maioria das
pessoas só procura um médico quando ocorreram microfraturas que causam dores e
muitas vezes impossibilita a locomoção. Apesar de atingir todos os sexos, a
osteoporose em mulheres é mais comum, por isso, é preciso fazer exames
preventivos.
As
estimativas apontam que a osteoporose afeta uma a cada três mulheres e um a
cada cinco homens após os 50 anos de idade. A osteoporose em mulheres atinge
todas as idades, mas a doença é mais comum no período da menopausa e
pós-menopausa, devido à redução drástica da produção dos hormônios responsáveis
pela fixação do cálcio nos ossos.
As
mulheres estão mais sujeitas à osteoporose por dois motivos. “Primeiro porque
atingem um pico de massa óssea na adolescência menor do que o dos homens e na
menopausa, o nível de estrogênio, um hormônio sexual que protege os ossos,
cai”, explica a médica ginecologista do Hapvida Jesca Oliveira. Diante dessa
tendência natural, o ideal é fazer um acompanhamento preventivo ao se aproximar
dessa fase da vida.
Para
detectar a osteoporose, a paciente precisa realizar um exame chamado
densitometria óssea. “Por meio de um equipamento de Raio-X, é possível observar
exatamente os índices de massa óssea e verificar se o paciente apresenta algum
tipo de alteração”, explica Jesca Oliveira.
A
importância de falar sobre a osteoporose
Estamos
falando de uma enfermidade silenciosa na maioria das vezes. “A pessoa passa
décadas perdendo massa óssea sem saber. Até que ocorre uma fratura”, destaca
Jessica Oliveira.
Mesmo
quando a quebra acontece, a osteoporose pode continuar despercebida. Estima-se
que até 80% das mulheres com uma fratura de fragilidade (aquelas que ocorrem
por um trauma mínimo, como um tombo leve) não recebem o diagnóstico ou o
tratamento adequado para impedir uma nova lesão.
“Se
descoberto no início, o problema tem um tratamento simples e eficaz, capaz de
reduzir em 90% o risco de fratura das vértebras e em 54% nos outros ossos”,
relata a ginecologista do Hapvida.
Atualmente,
dez milhões de indivíduos possuem um esqueleto enfraquecido no Brasil. Em
virtude do aumento na expectativa de vida, especula-se que, até 2050, o número
de fraturas pode crescer até seis vezes.
Na
última quinta-feira (25), no turno da manhã, as gestantes do ‘Grupo Nascer Feliz’
mais uma vez se encontraram e, sob orientação da assistente social Karine
Costa, técnica do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) receberam
informação sobre os direitos e deveres da gestante. Então, as participantes
puderam dirimir algumas dúvidas sobre o Programa Bolsa Família (PBF), do qual são
usuárias.
Para
finalizar esse dia de atividades na sede do CRAS, o tema “Auto-estima” foi trabalhado
por Monalyza Soares (assistente social) e Natanne Melo (psicóloga) com as mulheres integrantes do Café com Elas, através do uso de acessórios de beleza e uso da
maquiagem.
Deuzenir
Portela, secretária da SMAS disse que a aparência é importante e influencia na
forma como as mulheres vivem e que o uso da maquiagem traz bons resultados na maneira como se comportam. “Dá gosto ver que após serem informadas sobre seus direitos e estimuladas para usar, por exemplo, um símples batom, elas se sentem mais ‘poderosas’, dispostas a enfrentarem os problemas,
o mundo, com altivez e leveza”, frisou a secretária.
Enquanto estão nas atividades, suas crianças se divertem no espaço lúdico, acompanhadas pelas demais profissionais da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS).