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5/26/2021

Sistema Hapvida se torna signatário do ONU Mulheres, Fórum LGBTI+ e REIS

 Empresa está comprometida com os direitos humanos e com a agenda 2030 dos Objetivos Sustentáveis da ONU




Ter consciência da importância de contribuir com o meio ambiente e com a responsabilidade social são diretrizes do Sistema Hapvida. Desta forma, a companhia se tornou signatária dos selos ONU Mulheres, Fórum de Empresas e Diretos LGBTI+ e da Rede Empresarial de Inclusão Social (REIS), contribuindo para as melhores práticas de governança. 

 

No mundo corporativo, o conceito ESG (Environmental, Social and Governance) ou ASG (Ambiental, Social e Governança, em tradução) é um compromisso que as companhias assumem a longo prazo para contribuir com a sustentabilidade da empresa através de práticas internacionais.

 

De acordo com Ricardo Mota, Gerente Sênior da área de Gente, Gestão e Diversidade do Sistema Hapvida, fazer parte dessas organizações fortalece a atuação da companhia, especialmente na promoção do Social, do ESG. “Não é sobre instrumentalizar as pessoas, e sim sobre humanizar as relações. Essas iniciativas nos orientam, nos guiam e priorizam as ações, mas a mudança de verdade nasce dentro de cada um. Trazer para a consciência a importância do respeito e a valorização das diferenças aumenta as chances de termos ambientes livres de pré-conceitos e melhoram os resultados e engajamento das pessoas", destaca.

 

Majo Campos, Vice-Presidente da área de Gente, Gestão e Diversidade, ressalta que ser signatário "não significa que realizamos todos os compromissos estabelecidos, mas, sim, que estamos prontos para aprender e fazer a transformação que queremos em nossa empresa contribuindo, assim, para uma sociedade mais justa e de oportunidade as pessoas".

 

Para a empresa, a intenção é fazer valer a declaração dos Direitos Humanos, que diz: "todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos". Por isso, esse novo passo da empresa requer responsabilidades, cumprimentos de metas e promoção de ações afirmativas que estejam em linha com as necessidades das pessoas para o crescimento sustentável da empresa e evolução como sociedade.

 

"Não mudamos o passado mas construímos o futuro, e esta construção é necessariamente coletiva. Estaremos ao lado de grandes organizações que estão nesta jornada há mais tempo para dividirmos experiências e somar ações, afirma Ricardo, e completa que a empresa promove encontros, treinamentos, cartilhas de orientações e formação para seguir nesta transformação social.

 

 

Conheça as organizações:

*ONU Mulheres: https://www.onumulheres.org.br/

*Fórum de Empresas e Diretos LGBTI+: https://www.forumempresaslgbt.com/


* REIS https://www.redeempresarialdeinclusao.com/

 



Fonte: AI Comunicações


4/02/2019

Presidente do CRP destaca a importância da saúde mental nos presídios


O presidente do Conselho Regional de Psicologia da 21ª região, Eduardo Moita, participou nesta terça-feira (02) de agenda com o governador Wellington Dias no Palácio de Karnak. Na ocasião, o juiz Auxiliar Luís Geral L’anfredi apresentou o novo plano executivo do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Organização das Nações Unidas (ONU) para resolver o problema da superlotação no sistema carcerário.

Representando o Conselho Penitenciário, Eduardo Moita explanou o que vem sendo feito no Piauí para trabalhar a questão da saúde mental nos presídios, consolidando práticas de ressocialização e integração dos egressos no sistema prisional. "Buscamos melhorar o modelo atual, é a primeira vez no Piauí que tem dentro do corpo do Conselho Penitenciário, a psicologia, não é uma prática nacional ter a inclusão de assistente social, psicólogo, o Piauí tem isso. Nós temos conquistado vários avanços nos últimos três anos, participando desse grupo", frisou.

Moita apontou para a relevância da atuação das (os) psicólogas (os) na melhoria do sistema penitenciário, incentivando a inserção dos profissionais no processo de ressocialização. "Uma construção no sentido da coletividade, diversos olhares para tentar melhorar. A questão da saúde mental dentro dos presídios, o Brasil trabalha pouco com a prevenção e a posvenção sabemos que é muito mais cara, então a inclusão de oficinas, nossa intenção é a construção de coletividade. Nós somos o único Conselho Penitenciário do Brasil que tem assistente social e psicólogo", informou.

No encontro ficou encaminhada a integração de todos os órgãos em prol de avanços na resolução do problema da superlotação nos presídios. Participaram ainda da reunião a vice-governadora, Regina Sousa; o presidente do TJ, desembargador Sebastião Ribeiro e o Secretário de Justiça, Daniel Oliveira.







Fonte: AI Comunicações


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