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2/28/2019

Pediatra orienta como curtir o carnaval com o seu bebê

Imagem: Reprodução/Social Bauru


Com a proximidade da festa de momo, cresce também a preocupação dos pais com os filhos e uma série de questionamentos vêm à tona, principalmente em relação aos bebês. Pensando nisso, a pediatra do Sistema de Saúde Hapvida, Ana Larissa Melo, faz o alerta e indica a partir de quantos meses o bebê pode freqüentar bloquinhos de rua. “O ideal é a partir dos 6 meses de idade, quando as primeiras doses das principais vacinas já foram ministradas. Prefira blocos infantis ou com perfil familiar, que aconteçam durante o dia e em locais abertos, arborizados ou com sombra”, afirma.

A profissional do Hapvida ainda revela que lactantes, por exemplo, não devem permanecer por muito tempo na folia pelo risco de desidratação. A exposição às altas temperaturas pode ser prejudicial para os pequenos. “Então, até dois anos de idade, não se deve permanecer por mais de duas horas nesses ambientes. Crianças maiores de três anos já podem permanecer até quatro horas. Sempre respeitando os limites da criança e evitando exageros”, completa.

No que se refere a alimentação, a pediatra Ana Larissa Melo impõe que o ideal é seguir a cartilha do que é consumido normalmente pela criança. “Levar frutas bem lavadas, sanduíches feitos em casa, sucos, água, biscoitos integrais, picolé de frutas etc. Armazene os lanchinhos em recipientes bem fechados e térmicos. Evite comidas de rua, pois não se sabe como esses alimentos foram manipulados”, elenca.

Fonte: AI comunicações

2/11/2019

Síndrome ‘Mão-Pé-Boca’ acomete crianças de até seis anos

Imagem: fotohay/Shutterstock

Uma enfermidade que é comum em crianças de até seis anos de idade é a síndrome “mão-pé-boca”. O nome da doença já menciona os principais órgãos atingidos. A síndrome é uma infecção provocada, em sua maioria, pelo vírus Coxsackievirus A16. Ele afeta as vias superiores e se manifesta como um resfriado ou virose. Segundo Augusto Borges, pediatra do Hapvida, alguns dos sintomas são comuns de outras viroses, como tosse, espirro, febre ─ que pode variar entre 38 e 39 graus ─ e falta de apetite, lesões nas mãos, pés e na boca.


Imagem: Bai-Bua's Dad/Shutterstock

“Em dois dias, lesões começam a aparecer em forma de bolhas pequenas, que podem ficar cheias de pus; também há incômodos com coceiras e surgimento de aftas na boca”, explica o médico.

O contágio é feito por fluidos infectados, como, suor, saliva e urina, além de fezes e objetos de uso pessoal, que também podem ser contaminados. A síndrome perdura de cinco a nove dias no paciente. A criança infectada precisa ficar em casa por até sete dias para não transmitir o vírus.

“É importante frisar que as fezes da criança ainda ficam contaminadas por um mês, e quem fizer a higienização do pequeno precisa ter muito cuidado para não se contaminar. Adultos também podem contrair a síndrome”, explica o médico pediatra Augusto Borges.

O tratamento é sintomático, ou seja, é tratado de acordo com as manifestações da doença no corpo.

Fonte: AI Comunicações

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