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6/13/2025

Alerta de golpe: Falso fiscal se passa por agente da Anvisa para extorquir farmácias no Piauí

Foto: Anvisa

A Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi) emitiu um alerta urgente nesta quarta-feira (11) sobre um golpe que vem sendo aplicado contra farmácias de manipulação no estado. Um homem, ainda não identificado, está se passando por fiscal da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Diretoria de Vigilância Sanitária do Estado do Piauí (DIVISA), fazendo ligações fraudulentas e ameaçando os estabelecimentos com notificações falsas e multas inexistentes.

De acordo com denúncias recebidas pela DIVISA, o golpista liga para as farmácias se apresentando como agente regulador e tenta intimidar os responsáveis, exigindo pagamentos para evitar supostas penalidades. A prática criminosa já foi registrada em diferentes locais do estado, e os órgãos de saúde estão em alerta.

A diretora da DIVISA, Tatiana Chaves, reforçou que a Anvisa não realiza qualquer tipo de abordagem por telefone e que nenhuma penalidade é aplicada sem o devido processo administrativo. Segundo ela, é essencial que os empresários e responsáveis técnicos fiquem atentos a essas tentativas de fraude.

“Recomendamos que as empresas que receberem esse tipo de ligação não repassem informações, não realizem pagamentos e entrem em contato com os órgãos de vigilância sanitária, além de comunicar imediatamente à polícia”, alertou a diretora.

A Sesapi orienta que todas as denúncias sejam formalizadas diretamente com a Ouvidoria da Vigilância Sanitária, pelo número (86) 99466-8097. O órgão também esclarece que as ações de fiscalização da Anvisa são sempre realizadas em conjunto com a DIVISA, seguindo protocolos oficiais e com autorização legal.


Fique atento: como se proteger do golpe

⚠️ Desconfie de ligações que solicitam pagamentos imediatos ou ameaçam com multas.

⚠️ Nunca forneça dados sigilosos por telefone.

⚠️ Verifique a identidade de qualquer suposto fiscal.


📞 Denuncie imediatamente ao número oficial da Ouvidoria: (86) 99466-8097.


Em caso de tentativa de golpe, acione a polícia.

A Sesapi e a DIVISA seguem monitorando os casos e reforçam que qualquer atividade suspeita deve ser reportada o quanto antes para garantir a segurança do setor farmacêutico e da população.



Fonte: Cidade Verde

3/26/2025

Glifosato e suas repercussões na saúde humana: Tudo o que você deve entender


O glifosato é uma substância herbicida frequentemente empregada na agricultura para o controle de plantas infestantes. Apesar de ser eficaz para o setor agrícola, sua aplicação tem gerado discussões por conta de possíveis perigos à saúde humana. Neste artigo, exploramos as consequências do contato com o glifosato e o que a ciência diz sobre seus impactos.

O glifosato é um componente ativo presente em herbicidas, como o famoso Roundup, utilizado na erradicação de plantas indesejadas. Ele funciona bloqueando uma enzima crucial para o desenvolvimento das plantas, impossibilitando sua manutenção. Desde que foi lançado comercialmente na década de 1970, tornou-se o pesticida mais empregado globalmente.


O contato com o glifosato pode acontecer de várias maneiras:

- Ingestão de alimentos: Os resíduos do pesticida podem ser encontrados em grãos, frutas e vegetais que foram pulverizados.

- Água poluída: O glifosato tem a capacidade de penetrar em fontes de água adequadamente tratada.

- Contato direto: A aplicação do produto expõe mais os agricultores e trabalhadores do campo.

- Inalação: Indivíduos que residem próximos a zonas agrícolas têm a possibilidade de inalar partículas do pesticida.


A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o glifosato como "possivelmente carcinogênico para humanos". Pesquisas indicam uma possível conexão com o linfoma não-Hodgkin, uma forma de câncer que impacta o sistema linfático.

Estudos sugerem que o glifosato pode funcionar como um desregulador endócrino, modificando a liberação hormonal e potencialmente impactando a fertilidade e o crescimento fetal.

O herbicida tem o potencial de impactar a flora intestinal, eliminando bactérias benéficas e estimulando o desenvolvimento de microrganismos nocivos. Isso pode levar a complicações gastrointestinais, inflamação e até mesmo a uma diminuição do sistema imunológico.

Existem pesquisas indicando que a exposição contínua ao glifosato pode estar ligada a enfermidades neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer, além de possíveis efeitos no desenvolvimento cognitivo infantil.

Estudos indicam que a exposição ao glifosato pode elevar a probabilidade de abortos espontâneos, malformações congênitas e outras dificuldades reprodutivas.

Entidades reguladoras, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), definem padrões para a presença de glifosato em alimentos. Contudo, alguns profissionais da saúde defendem que até mesmo quantidades mínimas podem representar perigos à saúde a longo prazo.


Qual é a melhor maneira de se proteger?

Escolha alimentos orgânicos para diminuir a absorção de resíduos de glifosato na alimentação.

Prepare frutas e vegetais adequadamente antes de serem consumidos.

Previna-se contra exposição direta, especialmente se atua no campo. Ao manipular herbicidas, use equipamentos de proteção.

Acompanhe pesquisas e legislações, já que a discussão acerca da segurança do glifosato segue avançando.

Órgãos reguladores, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Agência de Proteção Ambiental Americana (EPA), estabelecem normas para a presença de glifosato em alimentos. No entanto, alguns especialistas em saúde argumentam que mesmo pequenas quantidades podem representar riscos à saúde a longo prazo.

Opte por alimentos naturais para reduzir a absorção de vestígios de glifosato na dieta.



Referências: 

BBC News Brasil

CCE Fiocruz

Editora Essentia


7/18/2021

Primeiras doses da vacina Sputnik V devem chegar na próxima quinta-feira

 


Imagem: Reprodução de O Globo

A vacina russa contra a Covid-19, a Sputnik V, deve chegar ao Brasil até quinta-feira (22). A informação é do presidente do Consórcio Nordeste, o governador Wellington Dias (PT), que participou de uma reunião online com as autoridades do Fundo Soberano Russo para definição dos últimos detalhes da entrega das doses da vacina.

Wellington Dias assinou o Termo de Compromisso com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de importação excepcional da vacina Sputnik V. O Termo de Compromisso com 17 Estados brasileiros autoriza a importação e uso emergencial da vacina Sputnik V.

O Piauí foi autorizado a importar 66 mil doses. A Bahia é o estado que mais vai receber as doses do imunizante, serão 300 mil doses. Em seguida vem o Ceará (183 mil), o Maranhão (141 mil) e Sergipe (46 mil).

Ao todo, são 37 milhões de doses da vacina Sputnik V fechadas em contrato com o Consórcio Nordeste. No entanto, neste primeiro momento, a Anvisa autorizou a importação excepcional de doses da Sputnik V para seis estados do Nordeste e cada estado receberá uma quantidade suficiente para duas doses de 1% da população.

Cada estado receberá uma quantidade suficiente para duas doses de 1% da população e só poderá aplicar em adultos de 18 a 60 anos de idade ainda não vacinados e sem comorbidades. Todos os lotes dos imunizantes importados somente poderão ser destinados ao uso após liberação pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS).




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