3/15/2019

Piauí | Governador firma parceria com o estado do Maranhão



Os governadores do Piauí, Wellington Dias, e do Maranhão, Flávio Dino, assinaram, nesta quinta-feira (14), em São Luís (MA), o  Termo de Cooperação visando a cessão, por parte do Maranhão, do Sistema de Licitações e Compras Governamentais (SIGA) para o estado do Piauí. O compartilhamento da ferramenta que irá otimizar a economia de gastos públicos é o primeiro passo da integração administrativa de toda a região nordeste, firmada por meio de um consórcio entre os governadores na edição do fórum realizado na capital maranhense.
“O Consórcio assinado com o Maranhão é parte do consórcio assinado com o restante do Nordeste. O que nós fizemos foi inaugurar a lei do consórcio, aqui em São Luís, nessa primeira parceria Piauí-Maranhão, em que o Maranhão tem um sistema moderno para essa área de compras e licitações e agora nessa parceria entre as duas secretarias de Administração, o Piauí vai poder utilizar esse sistema”, informou Wellington Dias.
O mecanismo administrativo firmado entre os estados vai propiciar compras e contratações conjuntas o que de acordo com os governadores deverá gerar diminuição de custos. “Na medida em que juntarmos as demandas dos nove estados em uma só significa que mais empresas vão se interessar em oferecer e acreditamos que assim vamos conseguir melhores preços”, explica o governador do Maranhão, Flávio Dino. A estratégia pode ser aplicada desde a área de compra de medicamentos até a de estruturas móveis, como viaturas.
Eleito o presidente do Consórcio Nordeste, o governador da Bahia, Rui Costa, reforça a pretensão de economia nos gastos públicos com a integração entre os estados. “Todos sabem que quando você muda a escala da licitação, a chance de você conseguir preços menores aumenta na mesma proporção. Portanto, todos nós sairemos ganhando com a redução de custos daqueles itens que são comuns aos estados”, completou.

Fonte: Valmir Macêdo/governo do Piauí
 Foto: Jorge Bastos




Cocal | Partiu Válber Silva dos Santos




Na manhã desta sexta-feira, por volta das 3h e 30min, do Hospital Marques Bastos, Válber da Silva Santos, realizou sua última grande viagem, rumo aos “Prados e campinas verdejantes.” (Salmo 22).

Segundo um familiar, Válber que era integrante da Guarda Municipal de Cocal, estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) daquele hospital, em Parnaíba (Norte do Piauí) e veio a falecer nesta manhã, vítima de problemas cardíacos.

O velório está em andamento na sede da Guarda Municipal, à Rua Pincesa Isabel, esquina com a Rui Barbosa, no Centro da cidade.
O sepultamento está previsto para as 17h e 30min desta tarde, no Cemitério Municipal.

O prefeito Rubens Vieira, se solidariza com a esposa e filhos, pela perda inestimável de um dos seus integrantes familiar e lhes deseja o conforto, nesse momento de pesar.




Prefeito Rubens Vieira recebe visita de agropecuários



Produtores de leite e agricultores do Município de Cocal estiveram em seu gabinete na manhã dessa sexta-feira (15).

A visita teve como fim pedir o apoio da Prefeitura para cercar os terrenos às margens da PI-309, que liga a BR-343 à Cocal, onde os animais são criados.

A fim de evitar acidentes naquela região, o governo municipal fornecerá  material necessário para a construção de mais de 8 km de cerca para proteção, tanto dos animais quanto das pessoas que trafegam por ali.



Rubens Vieira disse que ficou muito satisfeito em poder ajudar a solucionar esse problema.

“O diálogo com a comunidade sempre foi e sempre será uma marca da nossa gestão”, afirmou o prefeito.

A solicitação foi uma iniciativa do vereador Evandro Mano, Chico Mano (liderança da região), agricultores e produtores de leite das localidades Mato Alto, Sanharão, Duvidosa e Cajueiro.



Imagens: Reprodução/Facebook

CRO Piauí fecha clínicas irregulares

Segue nesta sexta-feira a fiscalização do CRO Piauí em clínicas 





Segue nesta sexta-feira (15) em Parnaíba, a primeira fase da “Operação Odontologia Segura”, que será realizada posteriormente em todo o Piauí. Somente nesta manhã de ontem,  fiscalização do CRO Piauí (Conselho Regional de Odontologia do Piauí), fechou 3 clínicas odontológicas que estavam sem situação irregular.
Uma delas não tinha o devido registro junto ao CRO Piauí nem o alvará para funcionamento.  Nas outras duas clínicas as salas de esterilização dos materiais eram inadequadas o que compromete a biossegurança.  A fiscalização ocorre em parceria com a Vigilância Sanitária de Parnaíba.

Ao todo o Conselho espera fiscalizar 12 clínicas em Parnaíba, até o final desta sexta-feira. A segunda fase da operação serpa realizada em cidades de outra região do Piauí.




Entre as irregularidades encontradas, além da falta do devido registro, estavam materiais reutilizados, o manejo inadequado do lixo contaminado e existência de profissionais de outros estados não registrados no Piauí.
O presidente do Conselho, Leonardo Sá, explica que o Conselho tem um calendário de fiscalizações, mas que as operações também podem ser motivadas por denuncia dos pacientes. “O maior objetivo é dar segurança aos usuários e cumprir com a missão do Conselho que é garantir o exercício legal da profissão de acordo com os princípios éticos e a biossegurança”, informa.


Após o procedimento as clínicas notificadas recebem um prazo para se adequarem ao que determina o Código de Ética e as exigências sanitárias. São várias as exigências para que uma clínica odontológica funcione de forma correta, mas o paciente pode fiscalizar logo ao chegar na clínica, os alvarás de funcionamento da Vigilância Sanitária, do Corpo de Bombeiros de da Prefeitura devem estar em local visível.
  


Fonte: AI comunicações

3/14/2019

Piauí | ANA descobre nova barragem e pede fiscalização.

Uma barragem de rejeitos minerais até então desconhecida na região foi identificada no município de Castelo do Piauí, a 190 km de Teresina. 



Semar/divulgação


Até o momento, a barragem é considerada como única no Estado, segundo o superintendente de Recursos Hídricos, Romildo Mafra, que esteve no local na terça (12).  Ele ressaltou que a barragem não causa perigo apesar de estar no limite da capacidade. O local foi descoberto via satélite pela ANA (Agência Nacional das Águas). A ANA e o Ministério Público Estadual pediram que a barragem fosse fiscalizada. 
"Até então, o Piauí desconhecia que existia alguma barragem de rejeitos. E, realmente, ela existe, mas é um reservatório muito pequeno, com pouco mais de 50 mil metros cúbicos de água, com uma profundidade de um metro e meio. Foi uma surpresa essa barragem, nem a prefeitura de lá não tinha conhecimento. E, do nosso conhecimento, só existe essa", detalhou Romildo Mafra.
A barragem está localizada em uma área de mineração de pedra e é explorada por um grupo espanhol. A mineração está em atividade, mas não de maneira expressiva e possui cadastro como barragem de rejeitos, segundo a Semar.
"Nós vimos muitos rejeitos sólidos e espalhados, e muitos pontos de extração de natureza clandestina às margens do Rio Poti. A mineração é de um grupo estrangeiro, mas essa extração clandestina ocorre fora do grupo, são pessoas que ficam extraindo pedras para outras finalidades, independente desse grupo".
"Há muita coisa a ser analisada, eu fui lá apenas para fazer a constatação da existência dessa barragem a pedido do Ministério Público Estadual porque a Agência Nacional de Água informou que, por meio de imagens de satélite, detectou a existência dessa barragem no Piauí. Meu papel constatar que ela existe e, de fato, existe", explicou Mafra.
Após constatação, o superintendente ressaltou que irá oficializar a existência da barragem ao Ministério Público do Piauí e que a competência de fiscalização não cabe a Semar, que é responsável pela gestão de recursos hídricos, e não de minérios.
Mafra ressaltou que a competência de fiscalização de barragens de rejeitos é de responsabilidade do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). 
"Se tiver alguma irregularidade, não é da nossa competência, nosso papel mesmo foi de constatar a existência dela. E também já informei ao governador (Wellington Dias) sobre isso".

Fonte: Carlienne Carpaso/Cidade Verde


Cocal | Vende-se Siena 2007 bem conservado



Vende-se carro modelo Siena, ano 2007, cor preta, completo (ar condicionado, direção hidráulica, vidro elétrico, alarme, som original de fábrica), todo revisado (revisões feitas na autorizada), quatro pneus novos (rodão aro 14), faróis de neblina, baixa quilometragem (87.651 quilômetros), sem restrições e emplacamento em dia.

O valor do carro R$22,00 (vinte e dois mil reais), negociável.

Os interessados falar com Antônio Padeiro, pelo telefone: (86) 99912-5734.









Apicultura | As abelhas Mangangavas são as únicas capazes de polinizar o maracujá.


Dentre as 200 espécies conhecidas, 6 foram descritas no Brasil.




Foto: Agricultura Cocalense/WhatsApp
As mamangavas são abelhas robustas, com muitos pelos no corpo e com um ferrão poderoso que permite à abelha ferroar várias vezes o inimigo. Seus ninhos, subterrâneos, são iniciados por uma única fêmea, a rainha, que executa todas as tarefas até emergirem as primeiras operárias. Estas abelhas não produzem mel comercialmente, mas têm um papel importante na polinização de certas plantas, como o tomate, pimentão, entre outras.
Dentre as 200 espécies conhecidas, 6 foram descritas no Brasil. São abelhas grandes e importantes agentes polinizadores. Por exemplo, são as únicas capazes de polinizar o maracujá. No hemisfério norte polinizam principalmente o trevo e a alfafa. Convém lembrar que as abelhas em geral não suportam o frio.
Outros nomes
Mamangaba, besouro-mangangá, marimbondo-mangangá, ou ainda vespa-de-rodeio, no Brasil; e abelhão, Mata Cavalo, abugão ou zangão (o que também pode designar os machos de qualquer espécie de abelha) em Portugal. Mamangaba parece ser o mais comum no Brasil. É uma designação comum dada às abelhas do género Bombus , de ampla distribuição no Brasil e em Portugal.
Possuem abdome largo e piloso, geralmente de cor negra e amarela. Medem à volta de 3 cm de comprimento.
Estas abelhas podem ser solitárias ou, em certas épocas do ano, sociais. Quando sociais, vivem em colmeias de dez a duzentos indivíduos.
São grandes, peludas e emitem um zumbido alto ao voar. São muito importantes na polinização de muitas plantas. Uma mamangaba raramente ferroa, a não ser que seja provocada; caso isso aconteça, a sua ferroada é muito dolorosa. Ao contrário das abelhas do gênero Apis, uma mamangaba pode ferroar várias vezes.
Geralmente as mamangabas fazem ninhos forrados com pedaços de palha em buracos em troncos de árvore ou no solo, preferentemente em barrancos, podendo também fazer ninhos debaixo do piso de casas ou nos jardins. Isso pode ser um problema pois, pela sua importância na polinização de várias plantas, é proibida sua perseguição, destruição, caça ou apanha.
A mamangaba produz mel mas em pouca quantidade e armazena-o dentro de bolsas de cera e não em favos.


Fonte: controlarambiental



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