Mostrando postagens com marcador ADOLESCENTES. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ADOLESCENTES. Mostrar todas as postagens

5/12/2023

Conheça alguns sinais que podem indicar abuso sexual em crianças e adolescentes

 


Nessa quinta-feira (11) estudantes da U. E. José Basson, em Cocal (PI), receberam orientações da equipe do Centro de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS) sobre a campanha de combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.

Desta feita, os alunos foram orientados sobre a prevenção, conheceram sinais que podem indicar que uma criança ou adolescente esteja em situação de abuso e exploração sexual e a quem, a pessoa nessa situação de risco, pode recorrer e buscar ajuda.



Confira, baixo, alguns sinais de que a criança ou adolescente pode estar sendo molestada.


1. Mudanças de comportamento

O primeiro sinal é uma possível mudança no padrão de comportamento da criança, como alterações de humor entre retraimento e extroversão, agressividade repentina, vergonha excessiva, medo ou pânico. Essa alteração costuma ocorrer de maneira imediata e inesperada. Em algumas situações a mudança de comportamento é em relação a uma pessoa ou a uma atividade em específico.

2. Proximidades excessivas

A violência costuma ser praticada por pessoas da família ou próximas da família na maioria dos casos. O abusador muitas vezes manipula emocionalmente a criança, que não percebe estar sendo vítima e, com isso, costuma ganhar a confiança fazendo com que ela se cale.

3. Comportamentos infantis repentinos

É importante observar as características de relacionamento social da criança. Se o jovem voltar a ter comportamentos infantis, os quais já abandonou anteriormente, é um indicativo de que algo esteja errado. A criança e o adolescente sempre avisam, mas na maioria das vezes não de forma verbal.

4. Silêncio predominante

Para manter a vítima em silêncio, o abusador costuma fazer ameaças de violência física e mental, além de chantagens. É normal também que usem presentes, dinheiro ou outro tipo de material para construir uma boa relação com a vítima. É essencial explicar à criança que nenhum adulto ou criança mais velha deve manter segredos com ela que não possam ser compartilhados com pessoas de confiança, como o pai e a mãe, por exemplo.

5. Mudanças de hábito súbitas

Uma criança vítima de violência, abuso ou exploração também apresenta alterações de hábito repentinas. O sono, falta de concentração, aparência descuidada, entre outros, são indicativos de que algo está errado.

6. Comportamentos sexuais

Crianças que apresentam um interesse por questões sexuais ou que façam brincadeiras de cunho sexual e usam palavras ou desenhos que se referem às partes íntimas podem estar indicando uma situação de abuso.

7. Traumatismos físicos

Os vestígios mais óbvios de violência sexual em menores de idade são questões físicas como marcas de agressão, doenças sexualmente transmissíveis e gravidez. Essas são as principais manifestações que podem ser usadas como provas à Justiça.

8. Enfermidades psicossomáticas

Unidas aos traumatismos físicos, enfermidades psicossomáticas também podem ser sinais de abuso. São problemas de saúde, sem aparente causa clínica, como dor de cabeça, erupções na pele, vômitos e dificuldades digestivas, que na realidade têm fundo psicológico e emocional.

9. Negligência

Muitas vezes, o abuso sexual vem acompanhado de outros tipos de maus tratos que a vítima sofre em casa, como a negligência. Uma criança que passa horas sem supervisão ou que não tem o apoio emocional da família estará em situação de maior vulnerabilidade.

10. Frequência escolar

Observar queda injustificada na frequência escolar ou baixo rendimento causado por dificuldade de concentração e aprendizagem. Outro ponto a estar atento é a pouca participação em atividades escolares e a tendência de isolamento social. (Childhood)



Para denunciar qualquer caso de violência sexual infantil, é necessário procurar o Conselho Tutelar, delegacias especializadas, autoridades policiais ou ligar para o Disque 100.













8/05/2022

Cocal; Prefeitura e Assistência Social oferecem "colônia de férias" a usuários do SCFV

 


Com uma programação voltada para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, a Prefeitura de Cocal, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS), proporcionou ao público que é acompanhado pela equipe de profissionais do Serviço de Convivência e Fortalecimentos de Vínculos (SCFV), momentos de lazer e descontração; foi a Colônia de Férias do SCFV.



No período de 18 a 22 de julho foram ofertadas atividades, nas quais, com a ajuda dos orientadores, os participantes, juntamente, trabalharam na criação de jogos, brincadeiras lúdicas e trabalhos artísticos confeccionados manualmente.



A apresentação coletiva, do que foi produzido nesse entremeio, aconteceu na semana iniciada no dia 25 e seguiu até o dia 29 do mesmo mês, quando ocorreu a culminância .na sede do SCFV.  Ali, os integrantes das oficinas de arte, capoeira, informática, voz e violão demonstraram o resultado de suas habilidades, até na área da culinária,



Deuzenir Portela, secretária da SMAS, disse que todos os dias, os técnicos trabalharam, com dedicação, tendo em vista o seu compromisso para satisfazerem as expetativas  dos membros  do grupo  e,  além  dos lanches reforçados que foram servidos,  nesse ínterim,  os usuários puderam desfrutar de sessão  de cinema. 



A atuação finalizou com uma hora de zumba orientada, com muita animação e alegria geral.











Por Evaldo Neres/ Comunicação-PMC



2/13/2022

Especialista fala da saúde mental de crianças e adolescentes durante a pandemia

 

Carol Costa Júnior

Não saber lidar com os anseios é um dos principais problemas da saúde mental na atualidade. “Seja com ansiedade ou depressão. A humanidade, hoje, se vê adoecida no sentido de que não sabe lidar com seus anseios, desejos, frustrações e, cada vez mais, a sociedade vai se moldando ao imediatismo”, afirma o psicólogo Carol Costa Júnior, especialista do Sistema Hapvida.

Com a disseminação da covid-19, este problema foi agravado e muitos profissionais afirmam que esta doença não é apenas do vírus, mas também de uma pandemia de medo e estresse que atinge em cheio crianças e adolescentes. Uma a cada 4 crianças apresentam sinais de ansiedade e depressão; além disso, o aumento de casos de suicídio e a chamada "síndrome da gaiola", - medo de sair de casa - são algumas das questões que preocupam especialistas. Os dados são de um estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP). A pesquisa monitorou 7 mil crianças e adolescentes em todo o país.

“A situação da pandemia agravou. Existiam pessoas que já sofriam de ansiedade, depressão e síndrome do pânico que, agora, já vem com um gatilho mental de pessoas que estão apresentando compulsividade e mania de limpeza andando com álcool o tempo todo”, explica o psicólogo.

Há uma grande preocupação com a população infanto-juvenil por conta das consequências do isolamento e distanciamento social que deve ser quebrado com o retorno às aulas presenciais, ainda sob cuidados e protocolos mantendo distância. Entre as recomendações dos especialistas estão a organização de uma agenda que equilibre horários de estudos e tempo para brincar, evitando excessos de eletrônicos e internet. O contato com os avós, parentes e amigos e a regulação do acesso a notícias sobre a pandemia é outra indicação.
Além de procurar um especialista, confira alguns hábitos que podem ajudar a manter a saúde mental de crianças e adolescentes:

· Investir em exercícios e ações que auxiliem na redução do nível de estresse agudo (meditação, leitura, exercícios de respiração, entre outros mecanismos para situar o pensamento no momento presente);

· Manter ativa a rede socioafetiva, estabelecendo contato, mesmo que virtual, com familiares, amigos e colegas;

· Procurar, na medida do possível, investir em diversões conjuntas com eles. Gerenciar o tempo para o uso de telefones celulares e mídias virtuais;

· A rotina para as crianças é essencial. Procure fazer um planejamento adequando as tarefas de acordo com a idade. Defina horários para brincar, organizar o quarto e os brinquedos, comer, tomar banho, estudar, assistir televisão e claro, ter momentos de liberdade;

· Com adolescentes, o mais recomendado é auxiliar nas tarefas de casa, fazer um curso online, tarefas da escola e determinar um horário específico para ficar na internet etc. Em ambos os casos, é importante que você separe um tempo do seu dia para fazerem coisas em conjunto.



Fonte: AI Comunicações


1/06/2021

Pediatra alerta para desafios na recuperação da saúde de crianças e adolescentes

 


Desde o início da pandemia, muitas crianças e adolescentes precisaram ficar em casa. As atividades de lazer foram adaptadas e a nova rotina das aulas trouxe mudanças à saúde física de algumas delas. O pediatra do Sistema Hapvida, Marcelo Dunningham Rodrigues afirma que também houve modificações na saúde mental.



Do ponto de vista físico, as crianças permanecem menos doentes porque ficaram sem contato social. Vírus e bactérias que circulam comumente entre elas deixaram de ser propagados. Mas no aspecto mental o isolamento não é benéfico, afirma Dunningham.




A jornalista e advogada, Zaira Amorim, mãe da Heloisa de 2 anos, percebeu como foram difíceis as alterações de rotina da filha exatamente em um período em que ela  começava várias descobertas.  “Foi um ano bem desafiador pra todo mundo, não só pros adultos, mas também para as crianças que sentiram muita falta. Quando a pandemia começou Helo tinha um ano e cinco meses em pleno o desenvolvimento, começando a falar e a interagir. As poucas vezes que saímos ela dá bom dia a todo mundo que ela encontra desde o elevador”, conta.  

O médico lembra que as crianças e adolescentes voltarão ao convívio social e novos desafios precisarão ser enfrentados. Ainda, segundo ele, muitas crianças por não terem feito atividades físicas podem ter aumentado o peso. Isso por descarregarem suas tensões na alimentação. “A recuperação de todos os aspectos positivos da saúde deste público será um grande desafio para o próximo ano'', afirma o especialista.


*Paciência e criatividade nas atividades ajudam as crianças*

Pais, professores, médicos e psicólogos precisarão dar uma atenção especial também à saúde emocional delas. O ano de 2021 pode ser desafiador para nossos pequenos. Todos terão que trabalhar para tentar amenizar essa perda que elas tiveram neste tempo de isolamento, finaliza o médico.

Por conta dos cuidados e do isolamento que a família continua a fazer os passeios ficaram restritos. Zaira conta que percebe como a pequena sente falta de interagir com outras pessoas.  Segundo Zaira, que tem vários profissionais da saúde na família, eles sempre alertam que as crianças podem ter muitas viroses durante um ano. “A Helo adoeceu apenas duas vezes”, acrescenta.

Para 2021 a mãe conta que ainda não se sente segura para enviá-la a escola neste primeiro semestre, mas defende que neste momento é preciso ter muita paciência e procurar  meios de minimizar a pressão. No caso da Helo, uma das saídas foi a prática da natação no prédio onde a família mora, mas os passeios continuam muito restritos. “A gente se esforça muito para tentar fazer brincadeiras diferentes e sempre interagir para que ela não fique muito entediada”, finaliza. 






Fonte: AI Comunicações

6/03/2019

Cocal | Profissionais participam de evento com Promotor de Justiça

O evento foi realizado na última quinta-feira (30/05) no auditório da SEMED e contou com a participação dos profissionais da Assistência Social, Educação e Saúde do Município de Cocal.




Na cidade de Cocal, no Norte do Piauí, nessa última quinta-feira (30/05) cerca de seiscentos representantes da Rede Municipal (Assistência Social, Educação e Saúde) participaram de palestra com a Promotoria Pública, na qual foram abordados os vários sinais que podem identificar agressões sofridas por pessoas em situação de vulnerabilidade social.



Então, foi discutido o tema “Abuso e Exploração sexual contra Crianças e Adolescentes”, numa ação conjunta que fomenta parceria entre a Prefeitura Municipal, através de suas secretarias e o Ministério Público, para pontuar e buscar meios que levem à erradicação daquela pratica agressiva na região.

Professora Fátima Frota, coordenadora pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, explica que a partir deste ano de 2019, o tema abuso e  exploração sexual de crianças e adolescentes vai fazer parte do currículo da Educação Municipal: “As escolas  apresentaram o assunto no período da Campanha do 18 de Maio e a proposição será tratada permanentemente no ambiente escolar”, afirmou.



A primeira-dama e secretária da Assistência Social (SMAS), Deuzenir Portela disse que desde o ano de 2013 a sua equipe vem realizando com empenho um trabalho nesse campo, por meio das técnicas do Centro de Referência Especializada da Assistência Social (CREAS) do município, que contam com total apoio da prefeitura: “Nossa equipe já realiza trabalhos dentro da temática do enfrentamento ao abuso e exploração sexual de menores desde que o prefeito Rubens Vieira iniciou o seu primeiro mandato. Esse encontro realizado hoje, que apresentou um objeto já conhecido por nós, é mais um incentivo para as atividades que vimos promovendo, em parceria com os diversos órgãos que estão presentes aqui”, frisou Deuzenir Portela.



Além dos representantes municipais e da Justiça, participaram do encontro, membros do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e Conselho Tutelar.



ESCUTE O ÁUDIO





Informações: Cocal Agora
Edição e imagens: Evaldo Neres


5/27/2019

Saúde mental de crianças e adolescentes que sofrem abusos



Psicóloga Alana Campelo explica os principais impactos na vida de crianças e adolescentes, sobre ajuda e tratamentos.




Celebrado anualmente no último dia 18 de maio, o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes reforçou o alerta aos pais quanto os cuidados com os filhos.

De acordo com dados da Secretaria de Direitos Humanos, é assustador o número de casos de violência sexual contra crianças e adolescentes no país. Por isso, foi criada esta data com o intuito de ajudar a combater este mal que destrói a vida de milhares de jovens todos os anos. Dados do Disque 100 apontam que, apenas em 2017, foram feitas mais de 84 mil denúncias desse tipo no serviço. No Piauí, 1130 denúncias em 2017 em 494 apenas no primeiro semestre de 2018.

Em entrevista exclusiva, a Psicóloga Alana Campelo pontua a necessidade de luta contra o Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes e os caminhos para se combater as consequências nefastas de um problema que ainda atinge o Brasil.

Qual o impacto que o abuso sexual pode causar nas crianças e adolescentes no âmbito psicológico?

- O que percebemos é que os problemas de saúde mental e social relacionados a violência sexual de crianças e adolescentes podem gerar consequências como ansiedade, transtornos depressivos, baixo desempenho na escola, alterações de memória, comportamento agressivo, violento e até tentativa de suicídio. E a gente percebe que esses sintomas manifestados em consequência do abuso sexual tem uma diferença em relação a faixa etária. Geralmente as crianças do ponto de vista pré-escolar sofrem com ansiedade, pesadelo, transtorno de estresse pós-traumático e comportamento sexual inadequado. As crianças partir dos 4 anos, que já tem uma vida escolar, manifestam medo, distúrbios neuróticos, agressão, pesadelos, dificuldades na escola, hiperatividade e comportamento regressivo. E quando passamos a observar do ponto de vista da adolescência é mais comum haver depressão, isolamento, comportamento suicida, comportamentos auto lesivos, queixas somáticas, fugas, abuso de substâncias e comportamento sexual inadequado. Porém alguns sintomas são comuns a essas três fases, que são sempre relacionados a questão dos pesadelos, comportamento melancólico, depressivo, retraimento, isolamento, agressão ou comportamento regressivo.

Como os pais podem identificar que algo está acontecendo com os filhos?

-Mudanças comportamentais são os principais indicativos que algo pode estar acontecendo. Vamos supor: se a criança que era alegre, afetuoso começa a se tornar retraída, tristonha, chorosa, irritada ou agressiva; se começa a ter pesadelos ou um sonho mais agitado, se começa a falar palavrões, fazer gestos obscenos, atitudes erotizadas impróprias para a sua idade,  ou demonstrar exagero em interesse por órgãos sexuais, se tiver uma diminuição brusca do rendimento escolar, significativo aumento ou diminuição do apetite, se mostrar uma aversão ou medo inexplicável em relação a determinadas pessoas ou gêneros e se recusar a ir em determinados lugares que ia, e gostava de ir.

Há características físicas também que devem são importantes observar como a criança ou adolescente que começa a apresentar coceiras ou vermelhidão nos órgãos genitais ou sujeira incomum nas roupas íntimas. Caso sejam verificadas situações como estas os pais ou responsáveis devem investigar, de maneira acolhedora e sem pressionar, perguntando informações do dia a dia, dando a criança ou ao adolescente a oportunidade de contar algo que possa ser identificado como abuso. Um ponto muito importante nesse acolhimento é acreditar no que foi relatado, para que a criança e adolescente se sinta protegido e para que possamos denunciar. Embora as crianças sejam criativas e fantasiem muitas coisas, apenas 6% dos casos os abusos são relatados como não-verdadeiros.

Como trabalhar a mente das crianças e adolescentes que sofreram abuso?

- Uma vez a violência já sendo instalada, o ideal é fazer acompanhamento psicológico tanto a criança quanto a família, até mesmo por se tratar de um processo muito doloroso, que tenta fazer a ressignificação de todo esse momento. Mas uma coisa que a gente sempre tenta estabelecer é que a palavra de ordem tem que ser a prevenção. Os pais devem sempre estar trabalhando, conversando com os filhos, orientando, ouvindo e acreditando neles por mais absurdo que estejam contando. Dispor de tempo para eles, saber com quem seu filho está ficando nos momentos de lazer, conhecer os colegas, pais de coleguinhas, estabelecer esse diálogo, falar com seu filho, lembrar que o abuso sexual pode ocorrer principalmente nos primeiros anos é muito importante. As veze a gente fica se perguntando: mas como posso estar estabelecendo esse diálogo? Podemos iniciar esse processo ensinando aos nossos filhos, aos 3 anos de idade, o nome das partes do corpo dele. A partir dos 3 e até os 5 anos explicar o que é privativo nele, que são aquelas partes cobertas pela roupa de banho. Aprender a dizer não, falar a diferença do que é o bom toque, do que é um mal toque. A partir dos 5 anos a criança deve ser sempre orientada sobre sua segurança pessoal e alertada sobre as principais situações de risco e após os oito anos já pode ser iniciada a discussão sobre os conceitos, regras de conduta sexual que são aceitas pela família e fatos básicos de reprodução humana. Eu acredito que a prevenção, o diálogo de você sempre estar colocando um ambiente acolhedor, receptivo favorece e ajuda nesse processo de prevenção.


Crime hediondo

Em maio de 2014 foi sancionada a lei que torna classifica como crime hediondo o crime de exploração sexual de criança, adolescente ou pessoa vulnerável. Quem for condenado pela prática também fica impedido de obter anistia, graça ou indulto. A legislação prevê para o condenado por esse crime uma pena de quatro a dez anos de detenção.

O “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes” foi instituído a partir da aprovação da Lei Federal nº. 9.970/2000.

Como surgiu o Dia Nacional Contra o Abuso e Exploração Sexual Infantil.

A escolha desta data é em memória do “Caso Araceli”, um crime que chocou o país na época. Araceli Crespo era uma menina de apenas 8 anos de idade, que foi violada e violentamente assassinada em 18 de maio de 1973. Este crime, apesar de hediondo, ainda segue impune.

O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes foi instituído oficialmente no país através da lei nº 9.970, de 17 de maio de 2000.

No Brasil, o Disque 100 é um serviço gratuito disponibilizado pela Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República que registra denúncias anônimas de jovens que se sintam ameaçados ou que sofreram qualquer tipo de abuso ou exploração sexual.



Fonte: AI Comunicações

5/09/2016

Neste momento crianças podem estar sofrendo Algum tipo de violência sexual.



O silêncio de quem sofre 
É um pedido de Proteção.
Não pode haver Indiferença.
Juntos podemos mudar a realidade
De milhares de crianças e adolescentes.



Carinho de Verdade/Carinho de Verdade
Faces de dor na Terra
Milhões na escuridão
Violência sem razão
Sei que o amor supera
O carinho pode transformar
Quem de nós
Vai secar a lágrima da dor, da dor
Todo o carinho pra sorrir
Toda a verdade pra ajudar
Carinho de verdade pra sentir
Carinho de verdade pra mudar
Abrace a causa
Abrace uma nação
Abrace a vida com o coração
Abrace o sonho da canção
Deixe uma porta aberta
Pra quem quer recomeçar
Pra quem quer realizar
A força do bem supera
Oportunidade é transformar
Quem de nós
Vai secar a lágrima da dor, da dor
Todo o carinho pra sorrir
Toda a verdade pra ajudar
Carinho de verdade pra sentir
Carinho de verdade pra mudar
Abrace a causa
Abrace uma nação
Abrace a vida com o coração
Abrace o sonho da canção
Um carinho de verdade
Uma oportunidade
Juntos pelo amor
Juntos, todos juntos contra a dor
Todo o carinho pra sorrir
Toda a verdade pra ajudar
Todo o carinho pra sorrir
Toda a verdade carinho pra ajudar
Carinho de verdade pra sentir
Carinho de verdade pra mudar
Abrace a causa
Abrace uma nação
Abrace a vida com o coração
Abrace o sonho da canção
Carinho de verdade
Carinho de verdade
Carinho…

Fonte: CAMPANHA PELO FIM DA VIOLÊNCIA SEXUAL INFANTO JUVENIL

Dila Coutinho: poesia, memória e identidade piauiense em destaque no Piauí em Letras IX

Professora, escritora e poetisa de Marcolândia reúne trajetória dedicada à literatura, educação e valorização das raízes piauienses  Uma tra...