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6/12/2024

Cocal está em Campanha de vacinação contra a poliomielite

 


A Secretaria de Saúde da Prefeitura de Cocal (Norte do Piauí) organiza a Campanha de Vacinação contra a Poliomielite nos dias 11,12,13 e 14 de junho.

Todas as crianças de dois meses a quatro anos que precisam ser vacinadas contra a poliomielite (paralisia infantil) são atendidas na Unidade Básica (UBS) do bairro Mutirão, de 1 (uma) às 5h (cinco horas) da tarde.

Ainda que muitas pessoas não se lembrem, décadas atrás era comum que crianças tivesse a poliomielite ainda nos primeiros anos da infância. A doença do poliovírus selvagem invade o sistema nervoso e pode causar paralisia nas pernas e braços, bem como sequelas motoras permanentes. A Organização informou que até os anos 1980, a pólio obrigou ao menos 1.000 crianças a ficar paralisadas diariamente em todo o mundo.

Por outro lado, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), braço da OMS nas Américas, colocou o Brasil na lista de países que correm o risco de reintroduzir o vírus da pólio devido à diminuição da adesão à vacinação no país desde 2016. Os especialistas acreditam que quanto menos pessoas recebem a vacina, especialmente crianças mais suscetíveis ao vírus, maior o risco de a doença voltar a se espalhar.

O Programa Nacional de Imunizações (PNI) realiza campanhas anuais para lembrar a população de manter a proteção em dia para garantir o acesso a essa e outras vacinas. Embora o Ministério da Saúde promova a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite este ano, que dura até 14 de junho, a vacina ainda está disponível nas unidades básicas de saúde. O objetivo é vacinar 95 por cento do público-alvo, ou 13 milhões de crianças menores de cinco anos. O Ministério da Saúde do Brasil informou que em 2023 84,63% do público-alvo foi vacinado contra a pólio, um aumento de 77% em 2022.



Por Evaldo Neres

Fonte: SMS/Cocal e Ministério da Saúde

5/12/2023

Conheça alguns sinais que podem indicar abuso sexual em crianças e adolescentes

 


Nessa quinta-feira (11) estudantes da U. E. José Basson, em Cocal (PI), receberam orientações da equipe do Centro de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS) sobre a campanha de combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.

Desta feita, os alunos foram orientados sobre a prevenção, conheceram sinais que podem indicar que uma criança ou adolescente esteja em situação de abuso e exploração sexual e a quem, a pessoa nessa situação de risco, pode recorrer e buscar ajuda.



Confira, baixo, alguns sinais de que a criança ou adolescente pode estar sendo molestada.


1. Mudanças de comportamento

O primeiro sinal é uma possível mudança no padrão de comportamento da criança, como alterações de humor entre retraimento e extroversão, agressividade repentina, vergonha excessiva, medo ou pânico. Essa alteração costuma ocorrer de maneira imediata e inesperada. Em algumas situações a mudança de comportamento é em relação a uma pessoa ou a uma atividade em específico.

2. Proximidades excessivas

A violência costuma ser praticada por pessoas da família ou próximas da família na maioria dos casos. O abusador muitas vezes manipula emocionalmente a criança, que não percebe estar sendo vítima e, com isso, costuma ganhar a confiança fazendo com que ela se cale.

3. Comportamentos infantis repentinos

É importante observar as características de relacionamento social da criança. Se o jovem voltar a ter comportamentos infantis, os quais já abandonou anteriormente, é um indicativo de que algo esteja errado. A criança e o adolescente sempre avisam, mas na maioria das vezes não de forma verbal.

4. Silêncio predominante

Para manter a vítima em silêncio, o abusador costuma fazer ameaças de violência física e mental, além de chantagens. É normal também que usem presentes, dinheiro ou outro tipo de material para construir uma boa relação com a vítima. É essencial explicar à criança que nenhum adulto ou criança mais velha deve manter segredos com ela que não possam ser compartilhados com pessoas de confiança, como o pai e a mãe, por exemplo.

5. Mudanças de hábito súbitas

Uma criança vítima de violência, abuso ou exploração também apresenta alterações de hábito repentinas. O sono, falta de concentração, aparência descuidada, entre outros, são indicativos de que algo está errado.

6. Comportamentos sexuais

Crianças que apresentam um interesse por questões sexuais ou que façam brincadeiras de cunho sexual e usam palavras ou desenhos que se referem às partes íntimas podem estar indicando uma situação de abuso.

7. Traumatismos físicos

Os vestígios mais óbvios de violência sexual em menores de idade são questões físicas como marcas de agressão, doenças sexualmente transmissíveis e gravidez. Essas são as principais manifestações que podem ser usadas como provas à Justiça.

8. Enfermidades psicossomáticas

Unidas aos traumatismos físicos, enfermidades psicossomáticas também podem ser sinais de abuso. São problemas de saúde, sem aparente causa clínica, como dor de cabeça, erupções na pele, vômitos e dificuldades digestivas, que na realidade têm fundo psicológico e emocional.

9. Negligência

Muitas vezes, o abuso sexual vem acompanhado de outros tipos de maus tratos que a vítima sofre em casa, como a negligência. Uma criança que passa horas sem supervisão ou que não tem o apoio emocional da família estará em situação de maior vulnerabilidade.

10. Frequência escolar

Observar queda injustificada na frequência escolar ou baixo rendimento causado por dificuldade de concentração e aprendizagem. Outro ponto a estar atento é a pouca participação em atividades escolares e a tendência de isolamento social. (Childhood)



Para denunciar qualquer caso de violência sexual infantil, é necessário procurar o Conselho Tutelar, delegacias especializadas, autoridades policiais ou ligar para o Disque 100.













2/13/2023

Shopping Rio Poty terá programação especial de Carnaval para a criançada

 

O Carnaval chegou no Shopping Rio Poty e a criançada mais uma vez não ficará de fora! Com uma programação especial para toda a família celebrar com muita animação e esbanjando alegria, o Corso Kids será realizado a partir deste sábado, 11 de fevereiro, na Praça de Alimentação, com a presença do "Fervendo Frevo".

No dia 18 de fevereiro é a vez da "Lagarta Pintada" fazer a diversão da criançada, embalando os pequenos foliões num momento de magia e integração.  Já no dia 20 tem o "Terê Kids", construindo mais momentos inesquecíveis para a família, numa sinergia incrível do período mais festivo do ano. Todas as atrações tem início às 17 horas, abertas ao público, e gratuitas.

Além do Corso Kids, o Shopping Rio Poty junto com o Parque da Villa promoverão as suas tradicionais oficinas para os pequenos; a primeira será realizada no domingo (12) a partir das 17h, em que a criançada poderá usar da imaginação para confeccionar máscaras de Carnaval. As oficinas ocorrerão em todos os domingos do mês.

Ou seja, com essa programação especial não dá para ficar de fora! Vem ser feliz aqui!

 

 

Fonte: AI Comunicação


1/12/2023

Mau hálito em crianças é normal? Veja causas e como tratar

 Na maior parte dos casos o mau hálito na infância é causado pela má higiene bucal, mas há ainda a baixa ingestão de água que, além de outros problemas, impede a produção da quantidade ideal de saliva nas crianças.


Riana Bringel-dentista

Segundo Riana Bringel, dentista do Hapvida Interodonto, as causas mais comuns para o mau hálito na infância são de origem sistêmica e de hábitos.

“A má higienização bucal pode levar ao aparecimento da cárie, a ingestão de alguns alimentos como laticínios geram gases com odor ruim”, explica.

A orientação da especialista do Hapvida Interodonto é de que quando os pais perceberem um odor estranho na boca dos filhos procurar o dentista para identificar o problema e realizar o tratamento mais adequado, já que em quase 90% dos casos a origem do chamado “bafinho” é bucal.  Por isso, a higiene oral deve ser estimulada nas crianças desde antes do aparecimento dos dentinhos.

 

Outras causas do mau hálito nas crianças (halitose infantil)

Doenças como diabetes, infecções no estômago, insuficiência renal e problemas hepáticos.

 

Sinusite

Problemas com a sinusite provocam a recolha de líquidos nas passagens nasais e na garganta, tornando-o o local perfeito para a recolha de bactérias.

Amígdalas inflamadas

As amígdalas podem ter manchas brancas e ter mau odor.


Fonte: AI  Comunicação

8/05/2022

Cocal; Prefeitura e Assistência Social oferecem "colônia de férias" a usuários do SCFV

 


Com uma programação voltada para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, a Prefeitura de Cocal, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS), proporcionou ao público que é acompanhado pela equipe de profissionais do Serviço de Convivência e Fortalecimentos de Vínculos (SCFV), momentos de lazer e descontração; foi a Colônia de Férias do SCFV.



No período de 18 a 22 de julho foram ofertadas atividades, nas quais, com a ajuda dos orientadores, os participantes, juntamente, trabalharam na criação de jogos, brincadeiras lúdicas e trabalhos artísticos confeccionados manualmente.



A apresentação coletiva, do que foi produzido nesse entremeio, aconteceu na semana iniciada no dia 25 e seguiu até o dia 29 do mesmo mês, quando ocorreu a culminância .na sede do SCFV.  Ali, os integrantes das oficinas de arte, capoeira, informática, voz e violão demonstraram o resultado de suas habilidades, até na área da culinária,



Deuzenir Portela, secretária da SMAS, disse que todos os dias, os técnicos trabalharam, com dedicação, tendo em vista o seu compromisso para satisfazerem as expetativas  dos membros  do grupo  e,  além  dos lanches reforçados que foram servidos,  nesse ínterim,  os usuários puderam desfrutar de sessão  de cinema. 



A atuação finalizou com uma hora de zumba orientada, com muita animação e alegria geral.











Por Evaldo Neres/ Comunicação-PMC



2/13/2022

Retinoblastoma: Pediatra explica como se dá esse câncer raro nos olhos que afeta, principalmente, bebês

 

O retinoblastoma, popularmente conhecido como câncer de olho, é um tipo de tumor maligno que se forma na retina, parte posterior do globo ocular. É comum que a doença se manifeste até o terceiro ano de vida da criança. Na grande maioria dos casos, ainda no primeiro ano de vida.


Silvana Soares-pediatra


A médica pediatra do Sistema Hapvida, Silvana Soares, esclarece: “O teste do olhinho é um teste de triagem neonatal feito na maternidade onde pode se levantar suspeitas de doenças como catarata congênita, glaucoma e o retinoblastoma. Mas, infelizmente no Brasil, a maioria dos casos de retinoblastoma são diagnosticados tardiamente. Devo lembrar que o teste do olhinho não substitui o acompanhamento com um oftalmologista, muitas vezes, o teste não consegue identificar lesões pequenas ou que se encontram na periferia da retina”.

 

O tumor pode acontecer de duas formas: hereditária – onde a criança herda a doença de algum familiar que tenha adquirido o gene do retinoblastoma; ou esporádica – onde ela sofre mutação ainda na gestação, levando ao desenvolvimento do câncer de olho. É de extrema importância que os pais busquem um médico pediatra e realizem o teste do olhinho.

 

Em entrevista ao G1, a jornalista Daiana Garbin, mãe de Lua (1 ano e 3 meses), relata o caso da filha: “A gente já fez quatro sessões de quimioterapia, a quimio intra-arterial, como se fosse uma cirurgia, um cateterismo. Os médicos levaram o remédio até o olhinho. Por isso que não tem tantos efeitos colaterais”.

 

Não sabemos quantas sessões vão ser necessárias. O tratamento é um passo por vez, mas a gente está muito confiante, tem muita fé e tem certeza total da cura da nossa filha, afirma Daiana.

O teste é rápido e indolor, basicamente, o especialista observa, através de um aparelho, uma luz projetada no olho do recém-nascido. Se a luz refletida for avermelhada (devido aos vasos sanguíneos) o bebê está saudável, se a luz for esbranquiçada o bebê possui anomalia e deverão ser realizados novos exames para o diagnóstico.



Fonte: AI Comunicações


Especialista fala da saúde mental de crianças e adolescentes durante a pandemia

 

Carol Costa Júnior

Não saber lidar com os anseios é um dos principais problemas da saúde mental na atualidade. “Seja com ansiedade ou depressão. A humanidade, hoje, se vê adoecida no sentido de que não sabe lidar com seus anseios, desejos, frustrações e, cada vez mais, a sociedade vai se moldando ao imediatismo”, afirma o psicólogo Carol Costa Júnior, especialista do Sistema Hapvida.

Com a disseminação da covid-19, este problema foi agravado e muitos profissionais afirmam que esta doença não é apenas do vírus, mas também de uma pandemia de medo e estresse que atinge em cheio crianças e adolescentes. Uma a cada 4 crianças apresentam sinais de ansiedade e depressão; além disso, o aumento de casos de suicídio e a chamada "síndrome da gaiola", - medo de sair de casa - são algumas das questões que preocupam especialistas. Os dados são de um estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP). A pesquisa monitorou 7 mil crianças e adolescentes em todo o país.

“A situação da pandemia agravou. Existiam pessoas que já sofriam de ansiedade, depressão e síndrome do pânico que, agora, já vem com um gatilho mental de pessoas que estão apresentando compulsividade e mania de limpeza andando com álcool o tempo todo”, explica o psicólogo.

Há uma grande preocupação com a população infanto-juvenil por conta das consequências do isolamento e distanciamento social que deve ser quebrado com o retorno às aulas presenciais, ainda sob cuidados e protocolos mantendo distância. Entre as recomendações dos especialistas estão a organização de uma agenda que equilibre horários de estudos e tempo para brincar, evitando excessos de eletrônicos e internet. O contato com os avós, parentes e amigos e a regulação do acesso a notícias sobre a pandemia é outra indicação.
Além de procurar um especialista, confira alguns hábitos que podem ajudar a manter a saúde mental de crianças e adolescentes:

· Investir em exercícios e ações que auxiliem na redução do nível de estresse agudo (meditação, leitura, exercícios de respiração, entre outros mecanismos para situar o pensamento no momento presente);

· Manter ativa a rede socioafetiva, estabelecendo contato, mesmo que virtual, com familiares, amigos e colegas;

· Procurar, na medida do possível, investir em diversões conjuntas com eles. Gerenciar o tempo para o uso de telefones celulares e mídias virtuais;

· A rotina para as crianças é essencial. Procure fazer um planejamento adequando as tarefas de acordo com a idade. Defina horários para brincar, organizar o quarto e os brinquedos, comer, tomar banho, estudar, assistir televisão e claro, ter momentos de liberdade;

· Com adolescentes, o mais recomendado é auxiliar nas tarefas de casa, fazer um curso online, tarefas da escola e determinar um horário específico para ficar na internet etc. Em ambos os casos, é importante que você separe um tempo do seu dia para fazerem coisas em conjunto.



Fonte: AI Comunicações


1/20/2022

Covid-19: esclareça as principais dúvidas sobre a vacinação de crianças no Brasil

Médica pediatra e infectologista do Sistema Hapvida afirma que a vacina é necessária e segura para a faixa etária entre 5 e 11 anos.



A vacinação das crianças entre 5 e 11 anos no Brasil vai começar. Ao todo, o País deve receber 4,3 milhões de doses de vacina infantil da Pfizer contra a Covid-19 em janeiro. Para fevereiro, a expectativa é que sejam entregues  mais 7,2 milhões de doses e, em março, mais 8,4 milhões de imunizantes para o esquema vacinal das crianças que é composto por duas doses, com intervalo de oito semanas.





A médica pediatra e infectologista do Sistema Hapvida, Sílvia Fonseca, tira as principais dúvidas dos pais com relação à vacinação e garante que a vacina é realmente necessária para os pequenos. Confira:

1. A vacina é realmente necessária para crianças?
Sim. Apesar de que as crianças, em sua maioria, têm quadros mais leves da infecção pelo SARS-CoV 2, com o passar dos meses destes dois últimos anos pudemos registrar um número expressivo de mortes em crianças também. Só no Estado de São Paulo já foram registrados mais de 170 óbitos de crianças entre 0 anos a 10 anos, sendo que 35% delas não apresentavam comorbidades. Além disso, há a Síndrome Inflamatória Multissistêmica (SIM), uma condição grave que necessita de hospitalização e, muitas vezes, Unidade de Terapia Intensiva. O Estado de São Paulo, no período de janeiro de 2020 a dezembro de 2021, confirmou 337 casos de SIM, sendo 229 casos com evolução a alta/cura, 23 com evolução ao óbito e 85 permanecem com desfecho em aberto; no Brasil de abril de 2020 a 27 de novembro de 2021 foram notificados 1.412 casos confirmados de SIM temporalmente associada à Covid-19 em crianças e adolescentes de 0 a 19 anos, sendo que, 85 evoluíram para óbito (letalidade de 6%).
Não sabemos quantas crianças desenvolveram COVID longa, que é a manutenção de sintomas após 4 semanas da infecção aguda; estes sintomas podem variar de febre, cansaço, falta de concentração e falta de ar.  
E como a pandemia não dá tréguas, principalmente com o surgimento periódico de novas variantes muito transmissíveis, nossos pequenos estão em risco de terem CO grave e COVID longa.
Outros aspectos importantes é que as crianças, mesmo pouco sintomáticas ou assintomáticas, podem transmitir a infecção para pessoas com fatores de risco (por exemplo, avós e bisavós), perpetuando o sofrimento das famílias.
Além disso, a vacinação da faixa etária entre 5 e 11 anos vai proteger as crianças menores que não podem receber a vacina e vai permitir que as crianças não fiquem doentes e possam participar da escola e demais atividades tão importantes para o desenvolvimento das crianças.

2. A vacina é realmente segura para crianças?
Sim. Antes das vacinas serem liberadas para crianças nos Estados Unidos, testes rigorosos de segurança foram feitos com a vacina da Pfizer envolvendo milhares de crianças. Até agora, estima-se que pelo menos 8 milhões de doses foram aplicadas em crianças desta faixa etária entre 5 e 11 anos, com efeitos colaterais brandos e nenhuma morte atribuída à vacina. A vacina Coronavac, ainda não liberada para crianças no Brasil, mas usada em muitos países, como a China e Chile, teve um efeito excelente na prevenção da doença, sem eventos adversos graves. Uma segunda análise do CDC tornada pública avaliou cerca de 700 hospitalizações por covid-19 entre crianças e adolescentes nos EUA. A principal conclusão foi que entre 77,9% das crianças e adolescentes internados com Covid-19 aguda, apenas 0,4% dos pacientes em idade vacinável haviam recebido o esquema vacinal completo.


3. A vacina das crianças vai ser diferente da dos adultos?
Ela é feita da mesma maneira, usando esta segura tecnologia de "RNA mensageiro", que permite que a vacina nunca se transforme em vírus vivo. Porém, tem doses menores, pois o sistema imune das crianças se mostrou muito eficiente para produzir anticorpos (91% de eficácia) mesmo com uma dose muito menor (cerca de 1/3 menor). Para não ter confusão, o frasco é diferente, com tampa de outra cor, e o Ministério da Saúde propõe locais diferentes para a vacinação das crianças, com agulhas apropriadas para o público infantil.

4. A criança pode parar de usar máscara depois de tomar a vacina?  
Não. Assim como com os adultos a máscara deve ser usada por todos, acima de 2 anos de idade, pois mesmo vacinadas, as crianças ainda podem ter infecção ainda que leve, mas transmissível. Importante ressaltar que as vacinas protegem contra a doença que leva à hospitalização, necessidade de oxigênio, CTI e morte, mas não impedem completamente as infecções leves. Enquanto o vírus estiver circulando no mundo temos que usar todas as barreiras possíveis: vacina, máscara, distanciamento social e álcool em gel.

5. A Covid-19 vai acabar um dia?
Esperamos que sim. Mas, o mundo todo tem que estar vacinado. Infelizmente, temos notícias de que os países mais pobres não conseguiram imunizar a maioria da sua população e isso propicia uma grande replicação viral nos não vacinados e a possibilidade de variantes cada vez piores. Quando todos estivermos vacinados a esperança é que sim, que a Covid-19 seja apresentada somente em aulas de história.



Fonte: AI Comunicações

7/05/2021

Uma em cada quatro crianças apresentou regressão de comportamento durante a pandemia

 


Ivana Teles - Psicóloga 


Estudo mapeou que 27% voltaram a ter comportamentos de quando eram mais novas na faixa etária entre zero e três anos; dificuldades na fala ou na alimentação são comuns em cenários de estresse. 

Regressões no comportamento são sinais de que a criança está sob estresse e é uma forma que elas encontram de pedir aconchego. Estudo da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal (FMCSV) indicou que 27% das crianças de 0 a 3 anos voltaram a ter comportar egressão de comportamento, mentos de quando eram mais novas na pandemia, segundo a percepção dos pais. A psicóloga, Ivana Teles, da rede Hapvida, fala sobre os impactos desta situação de estresses  nas infância.  De que forma o estresse gerado pela situação de pandemia afetou as crianças? Quais são os principais sinais para os quais os pais devem ficar atentos e se existem formas de reverter e melhorar a situação para as crianças que estão com este comportamento, Quais são?


Assista ao vídeo com a psicóloga Ivana Teles.




Fonte: AI Comunicações

 


5/15/2021

EMEI Lourdinha Simeão promove leilão americano para ajudar Loemy e Evertton

 


Loemy está com uma anemia muito severa, início de leucemia, e Evertton foi vítima de acidente de trânsito. A EMEI Lourdinha Simeão está organizando um leilão americano para ajudar em algumas despesas que as famílias estão tendo.

A entrega dos envelopes acontecerá a partir de segunda-feira, dia 17 de maio e a abertura está prevista para quinta-feira, dia 20.

Querendo e podendo ajudar, procure a direção da referida escola.

A equipe organizadora do evento pede orações pelos familiares das crianças e lembra que a união é muito importante neste momento.

Prêmios do leilão americano:

- 01 kit de o Boticário;

- 01 ‘lingerie”;

- 01 hidratação no Espaço Kaylane cabelos;

- 01 cesta de chocolates;

- Unha em gel do Studio karol_Nails.

O valor mínimo da contribuição é R$10,00.




Por Evaldo Neres

Fonte: EMEI Lourdinha Simeão


9/04/2020

Crianças podem sofrer a síndrome da cabana no retorno às aulas

 


Em alguns estados o retorno às aulas presenciais já aconteceu. No Piauí ainda não, mas pais, alunos, professores e a sociedade como um todo se preparam para este retorno, que será cercado de novos costumes e cuidados.

A volta às aulas após isolamento social vai exigir de pais e alunos uma série de adequações em comportamentos que as crianças e adolescentes ainda não estão acostumados. O distanciamento social dentro do ambiente escolar será um deles. Muitas as atividades que os pequenos mais gostam de fazer na escola não poderão mais ser praticadas devido aos cuidados contra a transmissão do novo coronavírus.

Segundo o psicólogo do Hapvida, Carol Costa Júnior, é comum que depois de um longo tempo de distanciamento social, como o que está sendo vivido por causa da pandemia da Covid-19, as crianças estranhem o retorno ao seu ambiente de antes.

“É comum indivíduos que precisam fazer retiros, se isolar ficando muito tempo distantes, voltarem sentindo uma certa resistência a se enquadrar de novo nos padrões é o que chamamos de síndrome da cabana, isso acontece também com as crianças”, explica o psicólogo.  Não significa, porém, que qualquer desconforto com a ideia de sair de casa nesse momento se enquadre na Síndrome da Cabana.


Novas rotinas e novos hábitos
 
Na casa da mãe Katyane Marques, desde o início da pandemia que a conversa com as pequenas Lara, de 4 e Mel de dois anos é bem franca. Um hábito de casa que era o de correr e pegar tudo que vinha da rua logo foi o primeiro a ser modificado. “Temos falado as questões de higiene, de estar limpando as mãos sempre e tudo que vem da rua não pode pegar logo, tem que esperar limpar. No início ela ficou questionando o porquê e então eu comecei a falar pra elas que existia uma doença, um vírus lá fora que poderia vim nas coisas então quando chegasse em casa tinha que primeiro limpar pra depois pegar”, conta  mãe.  

Como modo de auxiliar as crianças às novas rotinas e costumes do convívio escolar, que serão introduzidos no retorno as aulas presenciais ele explica que pais e professores podem conversar abertamente com as crianças fazendo com que elas façam parte da luta. “Passando tarefinhas onde serão monitorados questão como uso de máscara, lavagem das mãos o distanciamento social e os professores e pais podem trabalhar em conjunto para que a criança seja reintegrada sem maiores danos”, explica o psicólogo do Hapvida.

Com relação ao retorno das aulas o diálogo ainda não foi iniciado. Katyane conta que a pequena Lara, que está no seu primeiro ano letivo, questionou muito porque não podia ir para a escola, mas depois aceitou que ela não podia ficar saindo de casa. “Por ver todo mundo usando máscara ela começou a cobrar a máscara dela toda vez que vai sair de casa”, explica. Segundo Katyane Lara ainda sente saudade da escola e pergunta quando irá voltar, mas acrescenta que quando voltar vai ter que usar máscara.

O que é a síndrome da Cabana?
 
Com a necessidade do distanciamento social, muitos transtornos psicológicos podem aparecer durante a pandemia. É o caso da Síndrome da Cabana. O termo, criado nos Estados Unidos no ano de 1900, surgiu para explicar o hábito dos caçadores, que praticavam o isolamento durante invernos rigorosos, mas não queriam conviver em sociedade após o fim da estação. A síndrome da cabana é o medo que a gente tem de sair de casa depois de um longo período de isolamento. O cérebro passa a entender que só em casa estamos seguros. Hoje existe um medo real do vírus, tem muita gente que está com medo de levar o lixo pra fora de casa e estão confinados como numa prisão domiciliar.



AI Comunicações


10/09/2019

Final de semana será marcado por vários eventos no Shopping Rio Poty


O feriado do dia 12 de outubro está chegando e o Shopping Rio Poty preparou um evento especial para as crianças. No sábado, a partir das 17h, na praça de alimentação, acontece o espetáculo Pequeno Príncipe, que promete encantar não só as crianças, mas também os adultos.



No mesmo dia, acontece no estacionamento do Shopping Rio Poty o Festival de Música e Gastronomia, evento que finaliza a primeira edição do Festival Cultura do Bem, com a proposta inovadora de contribuir para as crianças, em vulnerabilidade social, que estão em tratamento do câncer, atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Hospital São Marcos.

O Festival Cultura do Bem é uma iniciativa da Associação Piauiense de Combate ao Câncer (APCC), em parceria com o Governo do Estado, através do Sistema de Incentivo Estadual à Cultura (SIEC), Fundação Monsenhor Chaves da Prefeitura Municipal de Teresina e Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC-PI).

A entrada para é Festival de Música e Gastronomia será um quilo de alimento não perecível e estão confirmadas as bandas: Siba (PE), Validuaté (PI), Totonho (PB), Tuyo (PR), Teófilo Lima (PI) e Radiofônicos (PI).

No final de semana o Shopping Rio Poty funcionará normalmente. No sábado (12) as lojas estarão abertas das 10h às 22h e no domingo (13), das 15h às 21h. 




Fonte: AI Comunicações




6/03/2019

Cocal | Profissionais participam de evento com Promotor de Justiça

O evento foi realizado na última quinta-feira (30/05) no auditório da SEMED e contou com a participação dos profissionais da Assistência Social, Educação e Saúde do Município de Cocal.




Na cidade de Cocal, no Norte do Piauí, nessa última quinta-feira (30/05) cerca de seiscentos representantes da Rede Municipal (Assistência Social, Educação e Saúde) participaram de palestra com a Promotoria Pública, na qual foram abordados os vários sinais que podem identificar agressões sofridas por pessoas em situação de vulnerabilidade social.



Então, foi discutido o tema “Abuso e Exploração sexual contra Crianças e Adolescentes”, numa ação conjunta que fomenta parceria entre a Prefeitura Municipal, através de suas secretarias e o Ministério Público, para pontuar e buscar meios que levem à erradicação daquela pratica agressiva na região.

Professora Fátima Frota, coordenadora pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, explica que a partir deste ano de 2019, o tema abuso e  exploração sexual de crianças e adolescentes vai fazer parte do currículo da Educação Municipal: “As escolas  apresentaram o assunto no período da Campanha do 18 de Maio e a proposição será tratada permanentemente no ambiente escolar”, afirmou.



A primeira-dama e secretária da Assistência Social (SMAS), Deuzenir Portela disse que desde o ano de 2013 a sua equipe vem realizando com empenho um trabalho nesse campo, por meio das técnicas do Centro de Referência Especializada da Assistência Social (CREAS) do município, que contam com total apoio da prefeitura: “Nossa equipe já realiza trabalhos dentro da temática do enfrentamento ao abuso e exploração sexual de menores desde que o prefeito Rubens Vieira iniciou o seu primeiro mandato. Esse encontro realizado hoje, que apresentou um objeto já conhecido por nós, é mais um incentivo para as atividades que vimos promovendo, em parceria com os diversos órgãos que estão presentes aqui”, frisou Deuzenir Portela.



Além dos representantes municipais e da Justiça, participaram do encontro, membros do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e Conselho Tutelar.



ESCUTE O ÁUDIO





Informações: Cocal Agora
Edição e imagens: Evaldo Neres


5/27/2019

Saúde mental de crianças e adolescentes que sofrem abusos



Psicóloga Alana Campelo explica os principais impactos na vida de crianças e adolescentes, sobre ajuda e tratamentos.




Celebrado anualmente no último dia 18 de maio, o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes reforçou o alerta aos pais quanto os cuidados com os filhos.

De acordo com dados da Secretaria de Direitos Humanos, é assustador o número de casos de violência sexual contra crianças e adolescentes no país. Por isso, foi criada esta data com o intuito de ajudar a combater este mal que destrói a vida de milhares de jovens todos os anos. Dados do Disque 100 apontam que, apenas em 2017, foram feitas mais de 84 mil denúncias desse tipo no serviço. No Piauí, 1130 denúncias em 2017 em 494 apenas no primeiro semestre de 2018.

Em entrevista exclusiva, a Psicóloga Alana Campelo pontua a necessidade de luta contra o Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes e os caminhos para se combater as consequências nefastas de um problema que ainda atinge o Brasil.

Qual o impacto que o abuso sexual pode causar nas crianças e adolescentes no âmbito psicológico?

- O que percebemos é que os problemas de saúde mental e social relacionados a violência sexual de crianças e adolescentes podem gerar consequências como ansiedade, transtornos depressivos, baixo desempenho na escola, alterações de memória, comportamento agressivo, violento e até tentativa de suicídio. E a gente percebe que esses sintomas manifestados em consequência do abuso sexual tem uma diferença em relação a faixa etária. Geralmente as crianças do ponto de vista pré-escolar sofrem com ansiedade, pesadelo, transtorno de estresse pós-traumático e comportamento sexual inadequado. As crianças partir dos 4 anos, que já tem uma vida escolar, manifestam medo, distúrbios neuróticos, agressão, pesadelos, dificuldades na escola, hiperatividade e comportamento regressivo. E quando passamos a observar do ponto de vista da adolescência é mais comum haver depressão, isolamento, comportamento suicida, comportamentos auto lesivos, queixas somáticas, fugas, abuso de substâncias e comportamento sexual inadequado. Porém alguns sintomas são comuns a essas três fases, que são sempre relacionados a questão dos pesadelos, comportamento melancólico, depressivo, retraimento, isolamento, agressão ou comportamento regressivo.

Como os pais podem identificar que algo está acontecendo com os filhos?

-Mudanças comportamentais são os principais indicativos que algo pode estar acontecendo. Vamos supor: se a criança que era alegre, afetuoso começa a se tornar retraída, tristonha, chorosa, irritada ou agressiva; se começa a ter pesadelos ou um sonho mais agitado, se começa a falar palavrões, fazer gestos obscenos, atitudes erotizadas impróprias para a sua idade,  ou demonstrar exagero em interesse por órgãos sexuais, se tiver uma diminuição brusca do rendimento escolar, significativo aumento ou diminuição do apetite, se mostrar uma aversão ou medo inexplicável em relação a determinadas pessoas ou gêneros e se recusar a ir em determinados lugares que ia, e gostava de ir.

Há características físicas também que devem são importantes observar como a criança ou adolescente que começa a apresentar coceiras ou vermelhidão nos órgãos genitais ou sujeira incomum nas roupas íntimas. Caso sejam verificadas situações como estas os pais ou responsáveis devem investigar, de maneira acolhedora e sem pressionar, perguntando informações do dia a dia, dando a criança ou ao adolescente a oportunidade de contar algo que possa ser identificado como abuso. Um ponto muito importante nesse acolhimento é acreditar no que foi relatado, para que a criança e adolescente se sinta protegido e para que possamos denunciar. Embora as crianças sejam criativas e fantasiem muitas coisas, apenas 6% dos casos os abusos são relatados como não-verdadeiros.

Como trabalhar a mente das crianças e adolescentes que sofreram abuso?

- Uma vez a violência já sendo instalada, o ideal é fazer acompanhamento psicológico tanto a criança quanto a família, até mesmo por se tratar de um processo muito doloroso, que tenta fazer a ressignificação de todo esse momento. Mas uma coisa que a gente sempre tenta estabelecer é que a palavra de ordem tem que ser a prevenção. Os pais devem sempre estar trabalhando, conversando com os filhos, orientando, ouvindo e acreditando neles por mais absurdo que estejam contando. Dispor de tempo para eles, saber com quem seu filho está ficando nos momentos de lazer, conhecer os colegas, pais de coleguinhas, estabelecer esse diálogo, falar com seu filho, lembrar que o abuso sexual pode ocorrer principalmente nos primeiros anos é muito importante. As veze a gente fica se perguntando: mas como posso estar estabelecendo esse diálogo? Podemos iniciar esse processo ensinando aos nossos filhos, aos 3 anos de idade, o nome das partes do corpo dele. A partir dos 3 e até os 5 anos explicar o que é privativo nele, que são aquelas partes cobertas pela roupa de banho. Aprender a dizer não, falar a diferença do que é o bom toque, do que é um mal toque. A partir dos 5 anos a criança deve ser sempre orientada sobre sua segurança pessoal e alertada sobre as principais situações de risco e após os oito anos já pode ser iniciada a discussão sobre os conceitos, regras de conduta sexual que são aceitas pela família e fatos básicos de reprodução humana. Eu acredito que a prevenção, o diálogo de você sempre estar colocando um ambiente acolhedor, receptivo favorece e ajuda nesse processo de prevenção.


Crime hediondo

Em maio de 2014 foi sancionada a lei que torna classifica como crime hediondo o crime de exploração sexual de criança, adolescente ou pessoa vulnerável. Quem for condenado pela prática também fica impedido de obter anistia, graça ou indulto. A legislação prevê para o condenado por esse crime uma pena de quatro a dez anos de detenção.

O “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes” foi instituído a partir da aprovação da Lei Federal nº. 9.970/2000.

Como surgiu o Dia Nacional Contra o Abuso e Exploração Sexual Infantil.

A escolha desta data é em memória do “Caso Araceli”, um crime que chocou o país na época. Araceli Crespo era uma menina de apenas 8 anos de idade, que foi violada e violentamente assassinada em 18 de maio de 1973. Este crime, apesar de hediondo, ainda segue impune.

O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes foi instituído oficialmente no país através da lei nº 9.970, de 17 de maio de 2000.

No Brasil, o Disque 100 é um serviço gratuito disponibilizado pela Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República que registra denúncias anônimas de jovens que se sintam ameaçados ou que sofreram qualquer tipo de abuso ou exploração sexual.



Fonte: AI Comunicações

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