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10/22/2021

Saúde: Alimentação adequada pode reduzir crises de enxaqueca, alerta nutricionista

 




Um relatório apresentado em uma pesquisa da American Headache Society descobriu que 40% das pessoas com enxaqueca tinham baixos níveis de vitamina D. As pesquisas ainda estão em andamento e se for demonstrado que a associação é de causa e efeito, os suplementos de vitamina D podem se tornar outra opção de tratamento para pessoas com enxaqueca. Mas já há evidências em relação a outros hábitos alimentares e de comportamento que podem contribuir para desencadear o problema ou preveni-lo.

O nutricionista Igor Oliveira, do Sistema Hapvida, explica como as crises de enxaqueca podem ser desencadeadas por hábitos alimentares causadores de crises. Segundo o especialista, existem alimentos que favorecem reações inflamatórias para a química cerebral. “Os alimentos com cafeína, taurina, alimentos estimulantes podem desencadear reações inflamatórias. Os industrializados, os ricos em açúcar e os que contém conservantes também podem aumentar o problema de enxaqueca”, explica o nutricionista.

Previna-se contra a enxaqueca

Existem ainda formas de prevenir as crises de enxaqueca e elas se dão por meio da alimentação. Aumentar as fontes de gorduras boas na alimentação também ajuda a prevenir crises de enxaqueca. O nutricionista aponta frutas como o abacate e o óleo de oliva extra virgem como exemplos. “Ter uma base alimentar boa, melhorar o perfil de gorduras na alimentação, aumentar o consumo de gorduras insaturadas e poli insaturadas, como as castanhas, nozes e a do abacate”, finaliza o especialista do Hapvida.

A advogada Artêmia Lustosa sofre com crises de enxaqueca e confirma que a questão de alimentação e a ingestão de alimentos gordurosos. “Percebo que alguns alimentos, principalmente os gordurosos a crise vem”, afirma. A prática de uma atividade física também ajuda. Segundo ela mesmo com a crise já instalada uma caminhada leve já ajuda muito.



Fonte: AI Comunicações


3/16/2020

Entenda quais os fatores estimulantes da enxaqueca

Jackson Daniel-Neurorgião/Hapvida




Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a enxaqueca é a sexta doença mais incapacitante do mundo. O problema acomete 15% dos brasileiros, ou seja, cerca de 30 milhões de pessoas, é o que revela estudo da My Migraine Voice, promovido pela Novartis em parceria com a Aliança Europeia para Enxaqueca e Cefaléia (European Migraine and Headache Alliance). O levantamento mostra que 82% dos brasileiros portadores da doença sofrem impacto na vida social, sendo que para 72%, crises também têm efeito negativo nos relacionamentos amorosos.

Caracterizada pela dor pulsátil em um dos lados da cabeça (às vezes dos dois), geralmente a enfermidade é acompanhada de fotofobia e fonofobia, náusea e vômito. A duração da crise varia de quatro a 72 horas.  Diante disso, o neurocirurgião do Hapvida, Jackson Daniel, indica que há fatores estimulantes da crise, assim que sofre com enxaqueca deve ficar atento para evitar uma série de comportamentos que podem desencadear num agravamento das dores. “Quando há fatores estimulantes da enxaqueca, a dor aumenta, como é o caso do tabagismo. Com o envelhecimento também as crises tendem a diminuir, principalmente as mulheres, que deixam de ter a alteração no ciclo menstrual mensal, e as crises vão diminuindo após a última menstruação que é a menopausa”, indica.

O médico do Hapvida ainda elenca alguns alimentos que podem desencadear crises, ressaltando porém, que essa relação varia muito de pessoa para pessoa. “Todo estimulante tem uma maior tendência a desencadear a crise, os cafeinados, os achocolatados, chá escuro, pode estimular que as crises sejam desencadeadas”, aponta.

O neurocirurgião Jackson Daniel revela também que não é recomendável passar muito tempo em jejum, pois a ‘fome’ pode estimular o surgimento de crises.

“Quem tem a doença de enxaqueca, o aconselhável é fazer alimentações a cada 3 horas pelo menos, com alimentos leves, no intervalo das grandes refeições, para não ficar muito tempo em jejum. Então, se você tem que alguma atividade em que não possa se alimentar de forma mais adequada, tem que levar alguma barra de cereal, banana, castanha, para não ficar muito tempo em jejum”, frisa.
Por outro lado, o médico do Hapvida destaca que há alimentos com propriedades anti-inflamatórias, que podem auxiliar no combate à doença. “Alguns alimentos que possuem propriedades anti-inflamatórias, como por exemplo os peixes, sabemos que os peixes tipo salmão, tilápia, são ricos em ômega 3 e  essa substância tem um efeito anti-inflamatório que ajuda a diminuir as crises de enxaqueca; frutas como abacate, assim como uma coisa que temos muito no nosso Estado: a castanha, que é rica em ômega 3. Também podemos citar o amendoim, linhaça, chia (que está muito na moda), esses alimentos têm propriedades anti-inflamatórias e ajudam a diminuir as crises de enxaqueca sim”, comenta.



Fonte: AI Comunicações

7/17/2019

Enxaqueca atinge 15% da população e é a sexta doença mais incapacitante

Imagem: Saudicas

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a enxaqueca é a sexta doença mais incapacitante do mundo. O problema acomete 15% dos brasileiros, ou seja, cerca de 30 milhões de pessoas, é o que revela estudo da My Migraine Voice, promovido pela Novartis em parceria com a Aliança Europeia para Enxaqueca e Cefaleia (European Migraine and Headache Alliance). O levantamento mostra que 82% dos brasileiros portadores da doença sofrem impacto na vida social, sendo que para 72%, crises também têm efeito negativo nos relacionamentos amorosos.

Caracterizada pela dor pulsátil em um dos lados da cabeça (às vezes dos dois), geralmente a enfermidade é acompanhada de fotofobia e fonofobia, náusea e vômito. A duração da crise varia de quatro a 72 horas. Pensando nisso, o neurocirurgião do Hapvida, Jackson Daniel, destaca a necessidade do acompanhamento profissional para que possa ser aplicado o tratamento adequado, de modo a evitar as crises. “Em grande parte dessas pessoas a doença se torna crônica, justamente por não fazer um acompanhamento adequado, um tratamento adequado, preventivo, e acomete uma parte economicamente ativa da população e isso impacta diretamente no fator econômico, o país deixa de gerar recursos, dias de trabalho perdidos por uma doença que realmente é preocupante”, indica.

O neurocirurgião do Hapvida sintetiza que a enxaqueca é um tipo de cefaleia, sendo que as cefaleias geralmente são classificadas como primárias e secundárias. “Primárias chamamos aquelas que não tem uma causa física específica, é um problema químico no cérebro, a enxaqueca se enquadra nesse tipo primário, não é um tumor, uma aneurisma, um trauma, uma infecção, é um problema químico no cérebro, uma inflamação no cérebro, e podemos prevenir isso, quando a gente consegue fazer com que os estímulos ao cérebro sejam feitos do modo adequado, para prevenir crises de dor, crises recorrentes, é uma inflamação principalmente nos vasos do cérebro”, disse.

Jackson Daniel orienta que há uma série de medicamentos que os médicos aplicam no tratamento da enxaqueca, sendo que a indicação varia de pessoa a pessoa. A modificação nos hábitos e uma alimentação balanceada também são essenciais para evitar as crises. Porém, a automedicação nunca é indicada e pode desencadear um agravamento no problema. Assim, a busca por um especialista é indispensável.





Fonte: AI Comunicações









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