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5/24/2024

Oftalmologista da Hapvida NotreDame Intermédica alerta para os riscos do glaucoma

 

Condição é considerada a maior causa de cegueira irreversível do mundo




No dia 26 de maio, é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, data instituída para chamar a atenção da população para a importância do acompanhamento oftalmológico adequado como forma de diagnosticar e tratar precocemente a doença. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a condição afeta entre 1% e 2% da população mundial com mais de 40 anos de idade, o que representa cerca de 3 milhões de pessoas, e é considerada a maior causa de cegueira irreversível no mundo.

 

O oftalmologista da Hapvida NDI, Antônio Jordão, explica que

 “No glaucoma, o aumento da pressão ocular afeta fundamentalmente o nervo óptico, provocando a morte das fibras nervosas e provocando uma perda irreversível da visão. Há alguns fatores de risco para o desenvolvimento da doença, como hereditariedade, traumas oculares, atividades que possam aumentar a pressão intraocular, pessoas acima de 40 anos e sedentarismo. A realização de exames regulares pelo oftalmologista é fundamental”.

No início, o glaucoma pode não apresentar sintomas significativos, por isso a importância do acompanhamento oftalmológico regular. Na fase aguda, o paciente com glaucoma pode apresentar visão embaçada, perda gradual da visão lateral, sensibilidade à luz, dores na testa, náuseas, vômitos e olhos vermelhos e inchados.

 

“Pelo menos uma vez ao ano, é necessário ir ao oftalmologista para a prevenção de doenças oculares. Caso ocorra a manifestação de algum sintoma, esse tempo deve ser reduzido para o devido tratamento. No caso do glaucoma, por ser uma doença crônica e sem cura, o acompanhamento adequado irá impedir o avanço da doença, o que evitará a perda da visão”, destaca Antônio.

 

Segundo o especialista, há dois tipos de glaucoma: o agudo e o crônico. “No glaucoma agudo, também chamado de ângulo fechado, a pressão sobe subitamente a valores muito altos e provoca muita dor no olho, levando, via de regra, o paciente a buscar serviços de emergência. Já no glaucoma crônico simples, também chamado de ângulo aberto, a pressão sobe a valores que não provocam dor, mas podem afetar o nervo óptico e evoluir por muito tempo até que seja diagnosticado pelo exame de pressão ocular e da campimetria visual”, destaca Jordão.

 

De acordo com o oftalmologista, o tratamento do glaucoma consiste no uso de medicações, geralmente colírios, para reduzir a pressão. “A depender da resposta do paciente, podem ser aplicados outros métodos como laser ou até cirurgias, cujo objetivo será sempre a redução da pressão ocular”, finaliza.

 

Sobre a Hapvida NotreDame Intermédica

 

Com 78 anos de experiência a partir das aquisições durante sua história no país, a Hapvida NotreDame Intermédica é hoje a maior empresa de saúde e odontologia da América Latina.  A companhia, que possui mais de 68 mil colaboradores, atende cerca de 15,8 milhões de beneficiários de saúde e odontologia e tem à disposição a maior rede própria de atendimento com um sistema integrado que conecta as unidades das cinco regiões do país.

Todo o aparato foi construído a partir de uma visão abrangente e integrada, voltada ao cuidado da saúde por meio de 86 hospitais, 76 pronto atendimentos, 345 clínicas médicas e 294 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.



Informações: AI Comunicação

6/29/2022

De grillz a piercings: especialista explica cuidados necessários com acessórios bucais

 

Dentista do Sistema Hapvida explica como diminuir os riscos de infecção e que materiais podem ser mais seguros


Suyana Carneiro/Cirurgiã-dentista


O que pode parecer ser um simples acessório e trazer glamour ao sorriso, também pode causar problemas sérios à saúde bucal. Os apetrechos que têm sido usados pelas pessoas como enfeite, entre eles, grillz  (que são grades dentárias) e piercings, exigem cuidados de especialistas, é o que orienta Suyana Carneiro, cirurgiã-dentista do Sistema Hapvida.

“É necessário entender que a aplicação de um objeto desses pode causar alguns problemas: infecção, inflamação, feridas, inchaço e ainda, o paciente pode ter algum tipo de reação aos materiais. Em alguns casos, se não for bem encaixada e colocada na posição adequada”, sinaliza.

De acordo com a especialista, outro ponto a ser observado é o tempo prolongado de uso, para evitar problemas como acúmulo de alimentos, bactérias e mau hálito.

 "Você não deve se alimentar com esse tipo de jóia dentária na sua boca, com o risco de te trazer problemas de mastigação. Outro ponto que pode ser afetado é a fonética, o paciente não vai conseguir pronunciar adequadamente as palavras enquanto estiver com o objeto“, explica.

Outras ponderações precisam ser realizadas, já que o artefato pode causar problemas a longo prazo, como é o caso da sensibilidade e da retração gengival. Com tantos pontos a serem observados, a especialista do Sistema Hapvida finaliza:

“O maior brilho, a maior jóia que você pode ter na boca e o seu sorriso e um bom cuidado com a saúde bucal”.



Fonte: AI Comunicação

3/23/2021

É importante estar com boa saúde para receber a vacina contra Covid-19

 


A eficácia das vacinas é indiscutível, mas é preciso alguns cuidados com a saúde prévia antes de recebê-las. Toda e qualquer vacina pode causar desconforto, mas o assunto tem chamado atenção por causa da chegada das vacinas contra a Covid-19.

Em muitos casos as condições de saúde prévia da pessoa que receberá a vacina podem contribuir para que apareçam alguns sintomas. “Para receber a vacina é preciso estar em boas condições de saúde nem se recuperando de uma doença grave”, explica Sílvia Fonseca, Diretora Corporativa de Infectologia do Sistema Hapvida.  A infectologista alerta que os profissionais de saúde no posto de vacinação saberão avaliar estas condições e devem ser informados sobre o quadro de saúde de quem vai ser vacinado, para evitar que reações comuns sejam confundidas com problemas mais graves.

Em ambas as vacinas usadas no Brasil atualmente, a da Fundação Oswaldo Cruz e a do Instituto Butantan, os estudos clínicos mostraram apenas reações comuns e menores, não tendo sido identificado nenhum evento adverso grave.  Mesmo depois de vacinadas as pessoas precisam continuar mantendo os hábitos de distanciamento, uso de máscaras e higienização das mãos.



Fonte: AI Comunicações

12/22/2020

Festas de fim de ano: nutricionista alerta para os cuidados na alimentação

A nutricionista Lílian Lopes, do Hapvida, fornece orientações para manter o equilíbrio do que é ingerido nas festividades.



Festas de fim de ano são sinônimos de fartura, confraternizações e comidas, porém, é preciso ter cautela na hora da alimentação da ceia e bom senso na quantidade consumida. Com isso, é necessário redobrar os cuidados com as guloseimas preparadas para a ocasião, que podem ter uma mesa farta, sem excessos gastronômicos.

O fim de ano também é lembrado pela fartura e exagero no que diz respeito às bebidas alcoólicas, que combinado com a alimentação exagerada pode gerar transtornos no dia seguinte. Para evitar problemas com a ressaca, a nutricionista Lílian Lopes, do Hapvida, fornece orientações para manter o equilíbrio do que é ingerido nas festividades.

“Em virtude da pandemia, o hábito alimentar dos brasileiros, modificou-se, passamos a priorizar o consumo de alimentos considerados mais palatáveis, como os industrializados, ricos em sódio, açúcares e gorduras. O atual desafio é balancear e gerenciar as emoções negativas advindas do isolamento social para reduzir os danos à saúde que pode causar uma alimentação desregulada”, garante a nutricionista.

Outra dica é não misturar bebidas destiladas (cachaça, uísque, vodca) com fermentadas (cerveja, vinho). Hidratar-se antes, durante e depois das bebidas, segundo ela, também é fundamental para prevenir sintomas como indisposição, fadiga, sede, dor de cabeça, náuseas e sensibilidade a luz e som, bem como tonturas.

“A água é importante para que o organismo funcione melhor, auxiliando o metabolismo a eliminar as toxinas ingeridas durante o dia e evitar o mal-estar da ressaca”, Lílian Lopes. De acordo com ela, a melhor forma de evitar problemas alimentares e ganho indesejado de peso é evitar exageros. “Dar preferência às preparações mais saudáveis, evitar frituras e doces e consumir petiscos em pequenas quantidades”.

“A mesa nesse período do ano sempre vem farta, com muitas opções de proteínas, carboidratos e saladas. Nessa hora, dê preferência às carnes mais magras e às saladas, e é importante também evitar misturar os tipos de carboidratos como arroz, macarrão a batatas”, concluiu a nutricionista do Hapvida.



 



Fonte: AI Comunicações

11/11/2020

Pandemia da Covid-19 exige atenção redobrada para prevenir a dengue

 

Sílvia Fonseca, diretora regional de infectologia do Sistema Hapvida

As medidas de prevenção e combate ao mosquito transmissor da dengue exige atenção redobrada devido ao cenário de pandemia da Covid-19, já que o risco de uma nova epidemia pode agravar o quadro de transmissão do novo coronavírus.

De acordo com os dados divulgados na edição de outubro do Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde, órgão do Ministério da Saúde, até o mês de setembro, o estado de São Paulo concentrava a segunda maior taxa de incidência de dengue com 206.779 casos, ficando atrás apenas do estado Paraná, que registrou 262.664 casos da doença.

Nas cidades com até 500 mil habitantes, o destaque no estado de São Paulo é Catanduva, que registrou 7.611 casos da doença até 21 de setembro deste ano. Já nos municípios com até 1 milhão de habitantes, Ribeirão Preto aparece em segundo lugar no ranking nacional com 18.088 casos no período. Outra cidade paulista com um alto índice de dengue é Campinas, que no grupo nacional de localidades com mais de 1 milhão de habitantes, ocupa a quinta posição com 4.110 casos neste ano.

De acordo com a médica infectologista Sílvia Fonseca, diretora regional de infectologia do Sistema Hapvida, que administra o Grupo São Francisco, as medidas de prevenção e de combate ao mosquito transmissor são necessárias para evitar uma epidemia da doença, que possui condições de ocorrer em qualquer localidade.

“O risco de termos uma epidemia de dengue sempre existe no Brasil. Temos quatro sorotipos diferentes de vírus da dengue e temos o mosquito transmissor em todas as cidades brasileiras”, ressalta a infectologista.

Ela afirma que um eventual cenário de epidemia da dengue pode agravar os casos de contaminação da Covid-19, já que facilitaria a transmissão, principalmente, pela aglomeração nos hospitais.

“Se tivermos as duas epidemias juntas (dengue e Covid-19) haverá uma grande aglomeração de pessoas nas emergências, o que pode facilitar, inclusive, a transmissão de Covid-19 para quem lá estiver por causa de dengue”, comenta Sílvia.

A médica infectologista observa ainda que alguns sintomas são similares entre as duas doenças, mas que, diferente da dengue, os casos de desenvolvimento da Covid-19 são acompanhados de sintomas respiratórios.

“Os sintomas são muito parecidos como febre, dor de cabeça, dor no corpo, mas a grande diferença é que a Covid-19 também tem sintomas respiratórios como coriza e tosse, o que não acontece com a dengue. É importante ressaltar que as duas doenças podem progredir para a morte, por isso, a detecção e o tratamento precoce podem ajudar a evitar enfermarias sobrecarregadas e casos graves”, conclui Silvia.



Fonte: AI Comunicações

 

10/20/2020

Cefaleia merece atenção a sinais de perigo, explica especialista

 


Dor de cabeça pode ser um sinal grave para a saúde que requer mais atenção e cuidados. Esta atenção deve ser redobrada neste período de intenso calor e baixa umidade que estamos vivenciando atualmente em Teresina, o famoso BR Ó BRÓ. No calor e baixa umidade o corpo tende a se desidratar e isso acarreta alterações no metabolismo que podem desencadear fortes crises.

Por isso a hidratação frequente é a principal medida de prevenção a vários fatores de risco para saúde que o tempo seco e as altas temperaturas podem causar. A desidratação pode levar a um desequilíbrio na entrada e saída de sódio e potássio das células o que faz o metabolismo se alterar e isto pode gerar crises de enxaqueca.

A neurologista do Hapvida, Nina Abreu, explica que há cuidados que devem ser rotineiros em relação a cefaleia, comumente conhecida como dor de cabeça. Segundo ela há fatores e sinais de alerta que sempre devem ser monitorados e ao aparecerem a ajuda médica deve ser procurada. “A mudança de padrão dessa cefaléia, essa que faz você acordar pela intensidade da dor”, explica a especialista. A idade também é um fator de risco para a cefaleia. A neurologista explica que em crianças com idade inferior a cinco anos e em pessoas com mais de cinquenta anos é necessária mais atenção aos sintomas.




Fonte: AI Comunicações

7/22/2020

Período de pandemia requer atenção e cuidados com o sono





De acordo com a neurologista Daniela Vianna Pachito, estudos apontam aumento de casos de pessoas com dificuldade para dormir e com insônia, problemas gerados pelo estado emocional

O estado emocional provocado pelas circunstâncias envolvendo a pandemia da Covid-19 está aumentando os casos de distúrbios do sono, o que requer mais atenção e cuidado em relação à saúde.

De acordo com a neurologista Daniela Vianna Pachito, especialista em medicina do sono do Grupo São Francisco, que faz parte do Sistema Hapvida, foi verificado um aumento de casos em estudos realizados na França e nos Estados Unidos que identificaram o crescimento de pacientes com esse quadro.

“Percebemos esse aumento, mas ainda estão sendo conduzidos alguns estudos no Brasil. Na França, uma pesquisa apontou que 74% dos entrevistados têm algum problema para dormir. Antes da pandemia, o percentual era de 49%. Nos Estados Unidos, o número de pessoas que dormem entre 7 e 8 horas caiu de 54% para 49%”, explica.

A especialista em medicina do sono diz que os quadros de insônia, a qualidade e questões envolvendo a regularidade do sono são os principais problemas e queixas verificadas junto aos pacientes após o início da pandemia.

“A pandemia trouxe preocupações como risco de adoecer, luto pela perda de familiares e amigos, preocupação sobre trabalho e renda. Todos estes estressores contribuem para o aparecimento ou agravamento dos sintomas de insônia. Além disso, a imposição do isolamento social modificou a rotina das pessoas, em termos da regularidade dos horários de acordar e dormir, a prática de atividade física e as atividades sociais. Este fato é um fator adicional para a piora do sono”, ressalta Daniela.

A médica do Grupo São Francisca alerta ainda que é importante ficar atento, já que esse quadro a longo prazo pode provocar outras enfermidades e afetar a qualidade de vida dos pacientes com transtorno do sono.

“No curto prazo, a insônia pode agravar ou predispor a transtornos depressivos e ansiosos, comprometer a capacidade funcional e qualidade de vida. No longo prazo, insones com redução do tempo de sono apresentam aumento do risco de diabetes, doenças cardiovasculares e redução da expectativa de vida”, afirma a médica.

Dessa forma, Daniela Pachito orienta sobre a importância de alguns cuidados e, caso a situação demonstre algum agravamento, a necessidade de buscar apoio de um profissional.

“É importante ter uma rotina estruturada, evitar dormir durante o dia ou fazer outras atividades na cama. No período noturno também se deve priorizar uma alimentação leve e evitar a ingestão de cafeína, uso de álcool e tabagismo. No entanto, se persistirem os sintomas é importante procurar um profissional e realizar um tratamento por meio de terapia cognitivo-comportamental ou, em alguns casos, até adotar o uso de medicamentos hipnóticos e sedativos com cautela”, explica Daniela.

Por outro lado, a médica alerta para os riscos de automedicação na tentativa de solucionar os problemas relacionados ao sono. “O uso de qualquer medicamento deve ser feito com orientação médica, principalmente, sedativos que podem se associar a eventos adversos como sonolência residual durante o dia, risco de quedas, impacto sobre o raciocínio e memória, além de, em alguns casos, se associarem ao risco de abuso e dependência”, afirma Daniela.




Fonte; AI Comunicações

3/16/2020

SESAPI orienta servidores e empregados públicos sobre os cuidados a serem tomados em decorrência da infecção humana pelo coronavírus





Diante do atual cenário de emergência em Saúde Pública, em decorrência da infecção humana pelo coronavírus (COVID-19), o Governo Estadual do Piauí está adotando medidas e ações recomendadas pelo Ministério da Saúde. Neste momento, é importante que cada um de nós atue com tranqüilidade e responsabilidade de maneira a prevenir e contribuir para conter o avanço da transmissão do COVID-19. Portanto, é imprescindível que todos os servidores e empregados públicos adotem as AÇÕES PREVENTIVAS DIÁRIAS e sejam multiplicadores dessas informações no seu trabalho e junto aos seus familiares:

Lavar freqüentemente as mãos com água e sabonete;

Alternativamente, higienizar as mãos com álcool em Gel à 70%;

Cobrir com lenço de papel o nariz e a boca ao espirrar ou tossir;

Evitar tocar o rosto com as mãos não lavadas;

Evitar aglomerações, dando preferência à realização de reuniões virtuais;

Manter os ambientes bem ventilados. Se possível, abra portas e janelas utilizando menos o ar condicionado;

Não compartilhar objetos pessoais;

Cuidado ao utilizar os banheiros públicos. Veja se estão limpos e ao sair deixe-os em condição de uso;

Manter limpas e desinfetadas com álcool à 70% ou hipoclorito (1 a 2%) todas as superfícies que são de maior manipulação como por exemplo: corrimão de escada, maçanetas de portas, celulares, bancadas de trabalho, teclado de computadores, dentre outras;

Caso tenha recentemente retornado de viagem onde o número de casos se encontra aumentando, reservar-se por um período de 7(sete) dias, principalmente, de pessoas acima de 60 anos, por ser o grupo mais vulnerável ao COVID 19;

Buscar o serviço de saúde, quando apresentar sintomas compatíveis com o COVID-19 como febre, tosse e/ou dificuldade para respirar;

Caso você seja um paciente suspeito, ao ser atendido pela unidade de saúde, será feita uma notificação pelo profissional de saúde, realizada coleta de amostras de material e enviadas ao Laboratório Central do Piauí – LACEN/PI para análises. 

Não existe necessidade de uso de máscaras, apenas se você apresentar sintomas e for a um serviço de saúde, você terá disponível uma máscara cirúrgica, com o objetivo de reduzir a propagação do vírus naquele ambiente que você está sendo atendido. Atenção! Cuidado com as informações. Elas precisam ser provenientes de fontes confiáveis de órgãos oficiais dos governos federal, estadual e municipal. Não repasse quando você não tem certeza da origem da fonte. Não é momento de pânico, apenas necessitamos realizar ações para o efetivo controle da doença. 

Para mais detalhes sobre as recomendações acima e outras informações relacionadas ao COVID-19, acesse o site https://www.saude.gov.br/saude-de-az/coronavirus ou baixe o aplicativo Coronavirus - SUS, disponível nos sistemas iOS e Android. 

Acesse também: Portal ANVISA: www.anvisa.gov.br Homepage: SESAPI: www.saude.pi.gov.br - DIVISA: www.saude.pi.gov.br/divisa Instagram: @divisa_piaui Secretaria de Estado da Saúde do Piauí.



Fonte: SESAPI

4/15/2019

Especialista destaca os cuidados com a alimentação na Semana Santa



A Semana Santa está chegando, e com ela muitos devotos promovem uma verdadeira mudança na alimentação, optando por trocar carnes vermelhas por peixes, aves e ovos. Diante dessa modificação nos hábitos alimentares, a nutricionista do Hapvida Saúde, Alessandra Gayoso, dá as orientações necessárias na preparação e manutenção do valor energético, principalmente no que se relaciona aos pescados. “Com a aproximação da Semana Santa muitas pessoas optam pelo consumo de Pescados, crustáceos e mariscos porém muitos não sabem a importância durante a compra, armazenamento e preparo desses alimentos onde devemos ter muito cuidado. Os cuidados a serem observados incluem a aparência, que não deve conter manchas, as escamas devem ser firmes, resistentes e brilhantes, a pele deve estar unida e bem aderida, assim como os olhos devem estar ocupando toda a cavidade, brilhantes e salientes. Seu odor deve ser característico”, indica a especialista.

A nutricionista do Hapvida ainda indica que a prioridade devem ser os temperos naturais, pois eles auxiliam na manutenção dos nutrientes. “Durante a preparação deve-se optar por preparações que não sejam fritas pois aumenta o valor energético e evitar também os temperos industrializados optando por temperos naturais, como ervas, alho e cebola”, revela.

Por fim, Alessandra Gayoso destaca que  os peixes são ricos em fonte de vitaminas A,E,D e Niacina, rico em ferro, iodo e magnésio e ácidos graxos como o ômega 3, onde ele é um elemento importante para o coração onde reduz o risco de infarto, AVC, diminui  os triglicerídeos, colesterol e controla a pressão alta.



Fonte: AI Comunicações

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Professora, escritora e poetisa de Marcolândia reúne trajetória dedicada à literatura, educação e valorização das raízes piauienses  Uma tra...