Desde o início da pandemia, muitas crianças e adolescentes precisaram ficar em casa. As atividades de lazer foram adaptadas e a nova rotina das aulas trouxe mudanças à saúde física de algumas delas. O pediatra do Sistema Hapvida, Marcelo Dunningham Rodrigues afirma que também houve modificações na saúde mental. Do ponto de vista físico, as crianças permanecem menos doentes porque ficaram sem contato social. Vírus e bactérias que circulam comumente entre elas deixaram de ser propagados. Mas no aspecto mental o isolamento não é benéfico, afirma Dunningham. A jornalista e advogada, Zaira Amorim, mãe da Heloisa de 2 anos, percebeu como foram difíceis as alterações de rotina da filha exatamente em um período em que ela começava várias descobertas. “Foi um ano bem desafiador pra todo mundo, não só pros adultos, mas também para as crianças que sentiram muita falta. Quando a pandemia começou Helo tinha um ano e cinco meses em pleno o desenvolvimento, começando a falar e a...